Várias evidências sugerem que os fatores relacionados com o estilo de vida, como a qualidade da dieta contribuem para a prevenção e o tratamento da depressão. Um estudo observacional realizado com 1.046 mulheres demonstrou que um padrão dietético alimentar saudável foi associado com um risco reduzido de distúrbios depressivos clinicamente diagnosticados, enquanto que um padrão dietético rico em alimentos processados e gorduras saturadas foram associados ao aumento de sintomas da depressão.
Diversos estudos demonstram que a depressão compartilha mecanismos fisiopatológicos comuns com a síndrome metabólica, obesidade e doenças cardiovasculares. Os processos metabólicos e inflamatórios, como a redução da sensibilidade à insulina, aumento dos níveis sanguíneos de homocisteína, aumento da produção de citocinas pró-inflamatórias e disfunção endotelial podem ser os fatores responsáveis pela ligação entre a depressão e distúrbios cardiometabólicos.
Por essa razão, padrões dietéticos que reduzem a obesidade e o risco para doenças cardiovasculares podem estar relacionados com a prevenção e contribuir com o tratamento da depressão. Estudos de coorte têm sugerido um papel promissor entre a dieta mediterrânea e prevenção primária da depressão. O estudo de Sánchez-Villegas, em 2009, demonstrou que a maior aderência ao padrão da dieta mediterrânea foi associada com uma redução substancial do risco de depressão.
Outros estudos identificaram que o consumo excessivo de ácidos graxos trans e alimentos do tipo “fast-food” podem estar associados com o aumento do risco de depressão, enquanto que os ácidos graxos ômega-3 e a ingestão de azeite de oliva podem reduzir esse risco.
Texto editado e retirado do site: www.nutrital.com.br
Quem sou eu
- Andréa Gigliotti Moreira Costa
- *Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
sábado, 2 de março de 2013
Ômega-3 e déficits neurológicos
As evidências do uso do ácido graxo ômega-3 em transtornos mentais e psiquiátricos são relativamente recentes, mas mostram-se benéficas e promissoras.
Transtornos mentais são importantes causas de disfunção neurológica no mundo todo, afetando desproporcionalmente mulheres, crianças e adolescentes. Com o objetivo de elucidar as possíveis causas e consequências de doenças mentais, pesquisadores começaram a estudar o papel da nutrição na saúde mental. Evidências indicam que os ácidos graxos essenciais, como os da família do ômega-3, apresentam papel fundamental na prevenção e tratamento de diversos transtornos mentais e neurológicos (1,2).
Ácidos graxos ômega-3 são essenciais durante todo o ciclo da vida para o desenvolvimento e funcionamento normal do cérebro. O tecido cerebral é predominantemente composto de lipídeos, incluindo os saturados, monoinsaturados e poli-insaturados. Dentre os ácidos graxos poli-insaturados, o ômega-3 corresponde por cerca de 10 a 20% do total da composição de ácidos graxos no cérebro (1), pois são componentes estruturais fundamentais das membranas de neurônios e também estão envolvidos na bioquímica do desenvolvimento e processos cerebrais e neuronais do sistema nervoso central (3).
Apesar da importância do ômega-3 já estar evidenciada na literatura científica, o consumo de ômega-3 pela população geral, incluindo crianças e adolescentes, é frequentemente inadequado. Evidências sugerem que a deficiência de ômega-3 pode estar associada com diversos problemas de comportamento, desordens neurológicas e psiquiátricas, como por exemplo, déficit de atenção, dislexia, autismo, transtornos bipolares, esquizofrenia e depressão.
Revisão sistemática verificou que a suplementação com ômega-3 em crianças com transtornos de déficit de atenção e hiperatividade é benéfica na melhora dos sintomas gerais, porém modesta (4). Em crianças autistas, resultados premiliminares demonstram que a suplementação com ômega-3 melhora a habilidade motora e cognitiva, sociabilidade, contato visual e concentração, além de reduzir a agressividade, irritabilidade e hiperatividade (5-7)
Referência (s)
1. McNamara RK, Carlson SE. Role of omega-3 fatty acids in brain development and function: potential implications for the pathogenesis and prevention of psychopathology. Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2006;75(4-5):329-49.
2. Ramakrishnan U, Imhoff-Kunsch B, DiGirolamo AM. Role of docosahexaenoic acid in maternal and child mental health. Am J Clin Nutr 2009;89(suppl):958S–62S.
3. Schuchardt JP, Huss M, Stauss-Grabo M, Hahn A. Significance of long-chain polyunsaturated fatty acids (PUFAs) for the development and behaviour of children. Eur J Pediatr. 2010;169(2):149-64.
4. Bloch MH, Qawasmi A. Omega-3 Fatty Acid supplementation for the treatment of children with attention-deficit/hyperactivity disorder symptomatology: systematic review and meta-analysis. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry. 2011;50(10):991-1000.
5. Amminger GP, Berger GE, Schafer MR, Klier C, Friedrich MH, Feucht M. Omega-3 fatty acids supplementation in children with autism: A double-blind randomized, placebo-controlled pilot study. Biological Psychiatry. 2007;61:551-3.
6. Bell JG, MacKinlay EE, Dick JR, MacDonald DJ, Boyle RM, Glen AC. Essential fatty acids and phospholipase A2 in autistic spectrum disorders. Prostaglandins Leukot and Essent Fatty Acids. 2004;71:201-4.
7. Bent S, Bertoglio K, Ashwood P, Bostrom A, Hendren RL. A pilot randomized controlled trial of omega-3 fatty acids for autism spectrum disorder. J Autism Dev Disord. 2011;41(5):545-54
texto retirado do site: www.nutritotal.com.br
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Quais as evidências do ácido graxo ômega-3 nos déficits neurológicos?
As evidências do uso do ácido graxo ômega-3 em transtornos mentais e psiquiátricos são relativamente recentes, mas mostram-se benéficas e promissoras.
Transtornos mentais são importantes causas de disfunção neurológica no mundo todo, afetando desproporcionalmente mulheres, crianças e adolescentes. Com o objetivo de elucidar as possíveis causas e consequências de doenças mentais, pesquisadores começaram a estudar o papel da nutrição na saúde mental. Evidências indicam que os ácidos graxos essenciais, como os da família do ômega-3, apresentam papel fundamental na prevenção e tratamento de diversos transtornos mentais e neurológicos (1,2).
Ácidos graxos ômega-3 são essenciais durante todo o ciclo da vida para o desenvolvimento e funcionamento normal do cérebro. O tecido cerebral é predominantemente composto de lipídeos, incluindo os saturados, monoinsaturados e poli-insaturados. Dentre os ácidos graxos poli-insaturados, o ômega-3 corresponde por cerca de 10 a 20% do total da composição de ácidos graxos no cérebro (1), pois são componentes estruturais fundamentais das membranas de neurônios e também estão envolvidos na bioquímica do desenvolvimento e processos cerebrais e neuronais do sistema nervoso central (3).
Apesar da importância do ômega-3 já estar evidenciada na literatura científica, o consumo de ômega-3 pela população geral, incluindo crianças e adolescentes, é frequentemente inadequado. Evidências sugerem que a deficiência de ômega-3 pode estar associada com diversos problemas de comportamento, desordens neurológicas e psiquiátricas, como por exemplo, déficit de atenção, dislexia, autismo, transtornos bipolares, esquizofrenia e depressão.
Revisão sistemática verificou que a suplementação com ômega-3 em crianças com transtornos de déficit de atenção e hiperatividade é benéfica na melhora dos sintomas gerais, porém modesta (4). Em crianças autistas, resultados premiliminares demonstram que a suplementação com ômega-3 melhora a habilidade motora e cognitiva, sociabilidade, contato visual e concentração, além de reduzir a agressividade, irritabilidade e hiperatividade (5-7).
Referência (s)
1. McNamara RK, Carlson SE. Role of omega-3 fatty acids in brain development and function: potential implications for the pathogenesis and prevention of psychopathology. Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2006;75(4-5):329-49.
2. Ramakrishnan U, Imhoff-Kunsch B, DiGirolamo AM. Role of docosahexaenoic acid in maternal and child mental health. Am J Clin Nutr 2009;89(suppl):958S–62S.
3. Schuchardt JP, Huss M, Stauss-Grabo M, Hahn A. Significance of long-chain polyunsaturated fatty acids (PUFAs) for the development and behaviour of children. Eur J Pediatr. 2010;169(2):149-64.
4. Bloch MH, Qawasmi A. Omega-3 Fatty Acid supplementation for the treatment of children with attention-deficit/hyperactivity disorder symptomatology: systematic review and meta-analysis. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry. 2011;50(10):991-1000.
5. Amminger GP, Berger GE, Schafer MR, Klier C, Friedrich MH, Feucht M. Omega-3 fatty acids supplementation in children with autism: A double-blind randomized, placebo-controlled pilot study. Biological Psychiatry. 2007;61:551-3.
6. Bell JG, MacKinlay EE, Dick JR, MacDonald DJ, Boyle RM, Glen AC. Essential fatty acids and phospholipase A2 in autistic spectrum disorders. Prostaglandins Leukot and Essent Fatty Acids. 2004;71:201-4.
7. Bent S, Bertoglio K, Ashwood P, Bostrom A, Hendren RL. A pilot randomized controlled trial of omega-3 fatty acids for autism spectrum disorder. J Autism Dev Disord. 2011;41(5):545-54.
fonte: nutritotal.com.br
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Influências nutricionais na psoríase.
Resumo:
ARAUJO, Maria Lúcia Diniz; BURGOS, Maria Goretti P. de A. and MOURA, Isis Suruagy Correia. Influências nutricionais na psoríase. An. Bras. Dermatol. [online]. 2009, vol.84, n.1, pp. 90-92. ISSN 0365-0596. doi: 10.1590/S0365-05962009000100016.
A psoríase é uma doença inflamatória de pele, mediada por células T, hereditária, que sofre influência ambiental. Ingestão elevada de ômega-3, jejum, dietas hipocalóricas e vegetarianas mostram efeitos benéficos. Alguns pacientes que apresentam anticorpos antigliadina IgA/IgG, com sensibilidade ao glúten, melhoram após a retirada deste. O calcitriol é usado no tratamento tópico. Ingestão de álcool pode exacerbar a doença. Neste trabalho, analisam-se fatores dietéticos e descrevem-se seus benefícios na psoríase.
Keywords : Ácidos graxos ômega-3; Antioxidantes; Bebidas alcoólicas; Dieta; Glúten; Psoríase.
ARAUJO, Maria Lúcia Diniz; BURGOS, Maria Goretti P. de A. and MOURA, Isis Suruagy Correia. Influências nutricionais na psoríase. An. Bras. Dermatol. [online]. 2009, vol.84, n.1, pp. 90-92. ISSN 0365-0596. doi: 10.1590/S0365-05962009000100016.
A psoríase é uma doença inflamatória de pele, mediada por células T, hereditária, que sofre influência ambiental. Ingestão elevada de ômega-3, jejum, dietas hipocalóricas e vegetarianas mostram efeitos benéficos. Alguns pacientes que apresentam anticorpos antigliadina IgA/IgG, com sensibilidade ao glúten, melhoram após a retirada deste. O calcitriol é usado no tratamento tópico. Ingestão de álcool pode exacerbar a doença. Neste trabalho, analisam-se fatores dietéticos e descrevem-se seus benefícios na psoríase.
Keywords : Ácidos graxos ômega-3; Antioxidantes; Bebidas alcoólicas; Dieta; Glúten; Psoríase.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
ÔMEGA-3
Na edição de Janeiro de 2010 a Revista Saúde abordou um tema interessante sobre a ação do ômega-3 no auxilio do emagrecimento.
O ômega-3 é uma das substâncias que faz muito bem ao organismo. Não é a toa que ele, cada vez mais, vem se tornando um componente presente na vida das pessoas que procuram uma melhora na qualidade de vida. Pessoas de todas as idades e estilos de vida estão utilizando essa substância - presente no óleo de linhaça, peixe e oleaginosas- para melhorar a saúde.
Seu grande sucesso pode estar associado principalmente à ajuda contra doenças cardiovasculares e também a melhora de funções cerebrais (memória, concentração e desempenho), isso porque uma parte significativa do cérebro, dos nervos e da retina dos olhos é composta de cadeias longas poliinsaturadas de ômega-3, como as que são encontradas no óleo de peixe e, essas são essenciais para um ótimo desenvolvimento do cérebro, olhos e sistema nervoso em geral, onde a função destes pode ser prejudicada se não houver uma quantidade significativa dessa substância na dieta.
O ômega-3 também tem sido usado para ajudar os sistemas imunológico, nervoso, reprodutor e outras condições de saúde. Essa substância tem sido muito utilizada por praticantes de atividades físicas pelo poder antiinflamatório que possuem, reduzindo assim as inflamações dos músculos, acelerando sua recuperação, podendo contribuir indiretamente para um aumento no ganho de massa muscular.
Algumas pessoas preferem ingerir suplementos de ômega-3 por sua praticidade, já que não podem ou não querem ingerir esses alimentos citados diariamente. Pelo fato de alguns desses alimentos possuírem um custo elevado (o salmão, por exemplo), sem mencionar que alguns desses alimentos podem ser um pouco calóricos. Então, muitas pessoas preferem os suplementos por não querer aumentar as calorias da dieta e pensam, ainda assim, ter todos os seus benefícios.
Pesquisas realizadas em Barcelona apontaram mais um benefício do ácido graxo ômega-3, substância encontrada principalmente no salmão, sardinha, arenque, cavalinha, atum, bacalhau, truta e óleo de canola e de linhaça, auxilia na proteção do fígado contra os efeitos da obesidade, prevenindo o desenvolvimento da resistência à insulina (condição ligada ao diabetes) e possuem efeitos benéficos na saúde cardiovascular e cognitiva. Outras áreas potenciais incluem o humor e comportamento, visão, risco de cancro e desenvolvimento infantil.
Na edição dessa revista foi relatado um estudo em que o ômega-3 ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama, o que melhora a atuação da insulina nas células, facilitando sua tarefa de converter o açúcar em energia. Essa proteína também estimula enzimas responsáveis pela degradação de triglicérides, e de “colesterol ruim”, o LDL, com o consumo de peixes. Também foi constatado, que ele atua na regulação dos níveis de leptina, aumentando assim a sensação de saciedade.
O ideal é que você inclua fontes dessa substância na sua alimentação, porém, deve-se tomar cuidado na preparação dos peixes ou se a fonte for a linhaça, triturá-la na hora do consumo, pois isso irá influenciar na qualidade do produto final. Prefira sempre os peixes assados ou cozidos ao invés de fritos, salgados ou defumados.
** Texto elaborado por Dr. Naum Charles Nascimento, aluno bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa
fonte: vponline.com.br
O ômega-3 é uma das substâncias que faz muito bem ao organismo. Não é a toa que ele, cada vez mais, vem se tornando um componente presente na vida das pessoas que procuram uma melhora na qualidade de vida. Pessoas de todas as idades e estilos de vida estão utilizando essa substância - presente no óleo de linhaça, peixe e oleaginosas- para melhorar a saúde.
Seu grande sucesso pode estar associado principalmente à ajuda contra doenças cardiovasculares e também a melhora de funções cerebrais (memória, concentração e desempenho), isso porque uma parte significativa do cérebro, dos nervos e da retina dos olhos é composta de cadeias longas poliinsaturadas de ômega-3, como as que são encontradas no óleo de peixe e, essas são essenciais para um ótimo desenvolvimento do cérebro, olhos e sistema nervoso em geral, onde a função destes pode ser prejudicada se não houver uma quantidade significativa dessa substância na dieta.
O ômega-3 também tem sido usado para ajudar os sistemas imunológico, nervoso, reprodutor e outras condições de saúde. Essa substância tem sido muito utilizada por praticantes de atividades físicas pelo poder antiinflamatório que possuem, reduzindo assim as inflamações dos músculos, acelerando sua recuperação, podendo contribuir indiretamente para um aumento no ganho de massa muscular.
Algumas pessoas preferem ingerir suplementos de ômega-3 por sua praticidade, já que não podem ou não querem ingerir esses alimentos citados diariamente. Pelo fato de alguns desses alimentos possuírem um custo elevado (o salmão, por exemplo), sem mencionar que alguns desses alimentos podem ser um pouco calóricos. Então, muitas pessoas preferem os suplementos por não querer aumentar as calorias da dieta e pensam, ainda assim, ter todos os seus benefícios.
Pesquisas realizadas em Barcelona apontaram mais um benefício do ácido graxo ômega-3, substância encontrada principalmente no salmão, sardinha, arenque, cavalinha, atum, bacalhau, truta e óleo de canola e de linhaça, auxilia na proteção do fígado contra os efeitos da obesidade, prevenindo o desenvolvimento da resistência à insulina (condição ligada ao diabetes) e possuem efeitos benéficos na saúde cardiovascular e cognitiva. Outras áreas potenciais incluem o humor e comportamento, visão, risco de cancro e desenvolvimento infantil.
Na edição dessa revista foi relatado um estudo em que o ômega-3 ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama, o que melhora a atuação da insulina nas células, facilitando sua tarefa de converter o açúcar em energia. Essa proteína também estimula enzimas responsáveis pela degradação de triglicérides, e de “colesterol ruim”, o LDL, com o consumo de peixes. Também foi constatado, que ele atua na regulação dos níveis de leptina, aumentando assim a sensação de saciedade.
O ideal é que você inclua fontes dessa substância na sua alimentação, porém, deve-se tomar cuidado na preparação dos peixes ou se a fonte for a linhaça, triturá-la na hora do consumo, pois isso irá influenciar na qualidade do produto final. Prefira sempre os peixes assados ou cozidos ao invés de fritos, salgados ou defumados.
** Texto elaborado por Dr. Naum Charles Nascimento, aluno bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa
fonte: vponline.com.br
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