Estudo publicado no journal Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que mães com dietas com baixas calorias correm maior risco de ter bebês com problemas comportamentais e baixo QI. O problema é que quando não chegam alimentos em quantidade suficiente no bebê, principalmente no início da gestação, há menor formação de conexões neurais no feto. O efeito parece ser ainda pior em adolescentes grávidas - que ainda estão em fase de crescimento - e gestantes mais velhas, cuja placenta é menos eficiente no fornecimento de nutrientes para o bebê. O ideal, portanto é que as mulheres preparem-se para engravidar, consumindo uma dieta variada, rica em frutas e verduras e com calorias suficientes. Além disso o pré-natal é fundamental afim de que o ganho de peso gestacional e o estado de saúde da mãe e do bebê sejam acompanhados.
fonte:http://andreiatorres.blogspot.com/
Quem sou eu
- Andréa Gigliotti Moreira Costa
- *Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Danos dos metais pesados à saúde humana
Ano passado postei sobre os danos dos metais à saúde. Como é um assunto muito polêmico resolvi postar novamente sobre os metais que mais encontro no teste de bioressonancia que realizo no consultório.
ALUMÍNIO
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A intoxicação por alumínio (Al) tem sido cada vez mais estudada. Tem sido associada à constipação intestinal, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, fadiga, alterações do metabolismo do cálcio (raquitismo), alterações neurológicas com graves danos ao tecido cerebral. Na infância pode causar hiperatividade e distúrbios do aprendizado. Inúmeros estudos consideram que o alumínio tem um papel extremamente importante no agravamento do mal de Alzheimer (demência precoce). O excesso de alumínio interfere com a absorção do selênio e do fósforo.
Os alimentos ácidos aumentam a absorção do alumínio e aumentam a liberação do alumínio das panelas fabricadas com este metal.
Nos casos mais importantes de contaminação por alumínio é muito importante que todas as panelas da casa sejam trocadas por panelas de aço inox (inclusive a panela de pressão que pode ser de inox ou revestida de teflon). Outras fontes de contaminação com alumínio são: medicações anti-ácidas, utensílios de cozinha de alumínio, papel aluminizado, cremes para a pele com alumínio, farinha branca de trigo, fermentos em pó, queijo (o fosfato de alumínio é usado como emulsificante) água gaseificada, tubos de pasta de dente de alumínio e desodorantes anti-perspirantes.
O alumínio pode ser encontrado no leite de mães intoxicadas.
ARSÊNICO
--------------------------------------------------------------------------------
A toxicidez do arsênico pode causar hálito e suor com odor de alho, desconforto físico, anemia com leucopenia moderada e eosinofilia, problemas digestivos (anorexia, náuseas, vômitos, constipação ou diarréia), circulatórios (vasodilatação leve com aumento da permeabilidade capilar podendo causar nos casos mais graves uma necrose de extremidades conhecida como a doença dos pés pretos), cardíacos (lesão do miocárdio com prolongamento do intervalo QT e ondas T anormais), neurológicos (neuropatia periférica com formigamento e sensação de agulhadas em mãos e pés), musculares (cãibras e fraqueza em pernas e pés podendo haver dificuldade para andar nos casos mais graves) e dermatológicos (hiperpigmentação principalmente no pescoço, pálpebras, mamilos e axilas, vitiligo, hiperqueratose, queda de cabelo, estrias nas unhas e câncer).
A toxidez do arsênico é rapidamente excretada através do rim, assim, se os níveis dos cabelos forem elevados existe uma exposição constante.
Fontes comuns de Arsênico são: inseticidas, poluição do ar, água contaminada, exposição a processos industriais, especialmente em eletrometalização e manufatura de componentes eletrônicos.
Arsênico é um potente antagonista biológico do selênio.
Os níveis de Arsênico nos cabelos são excelentes indicadores de sobrecarga orgânica.
CÁDMIO
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O Cádmio (Cd) é tóxico para os seres humanos e animais. Intoxicações leves por cádmio podem causar: salivação, fadiga, perda de peso, fraqueza muscular e disfunção sexual. Níveis moderadamente altos de cádmio, entre 4 a 8 ppm, podem causar hipertensão, ao passo que níveis muito elevados podem causar hipotensão. cádmio afeta os rins, pulmões, testículos, paredes arteriais, ossos e interfere com muitos sistemas enzimáticos.
Fontes de contaminação: farinha e açúcar refinados contém cádmio e pouco zinco, o que aumenta a absorção do cádmio, fumaça de cigarros contém teores elevados de cádmio, alimentos contaminados: fígado e rins de animais contaminados e alimentos marítimos contaminados.
Falsas elevações de Cd nos cabelos podem ser decorrentes de permanentes, tinturas, branqueamento e alguns pulverizadores para cabelos.
CHUMBO
--------------------------------------------------------------------------------
O chumbo (Pb) é tóxico para os seres humanos. O nível de chumbo no cabelo é um excelente indicador de sobrecarga de chumbo no organismo. Níveis altos de chumbo afetam a capacidade do organismo para utilizar cálcio, magnésio, zinco e outros minerais.
Fontes:
• produtos para tintura dos cabelos: grecin 2000, HF65, loção Camélia do Brasil, etc...
• tintas: esmaltes
• pigmentos usados em tintas de artistas
• cerâmicas vitrificadas (copos, jarras, pratos)
• galerias de tiro ao alvo
• pesticidas
• cinzas e fumaça de madeira pintadas
• fabricação caseira de baterias
• moradia próxima de fundições
• queima de madeiras pintadas
• alimentos contaminados
A intoxicação por chumbo pode causar inicialmente falta de apetite, gosto metálico na boca, desconforto muscular, mal estar, dor de cabeça e cólicas abdominais fortes. Entretanto, na infância, muitas vezes os sintomas ligados a deposição de chumbo no cérebro são predominantes.
Níveis moderados de chumbo afetam a memória de longo prazo e a função cognitiva na criança. Crianças com mais de 10 ppm de chumbo nos cabelos tem maior dificuldade no aprendizado do que as crianças com taxas menores. Estudos onde crianças de regiões contaminadas por chumbo foram observadas por vários anos demonstraram que as crianças com níveis sangüíneos de Pb superiores a 10 m g/dl apresentavam uma diminuição do QI em relação a crianças com taxas de chumbo inferiores. A simples retirada da fonte de contaminação ou a quelação quando necessária, causam a diminuição das taxas sangüíneas de chumbo e um aumento do QI.
Além da diminuição do QI podendo levar a dificuldades escolares o aumento de chumbo no sangue pode causar hiperatividade.
As crianças apresentam uma absorção intestinal de chumbo maior que a dos adultos e os efeitos tóxicos do chumbo são mais importantes na criança devido ao período de desenvolvimento cerebral.
MERCÚRIO
--------------------------------------------------------------------------------
O mercúrio (Hg) é tóxico para os seres humanos e animais. O mineralograma capilar é um indicador preciso dos níveis de mercúrio no organismo.
O mercúrio elementar é a mais volátil das formas inorgânicas do metal. Os vapores de mercúrio podem ser liberados a partir das restaurações dentárias de amálgama. O mercúrio é utilizado na indústria eletrônica, fabricação de plásticos, termômetros, fungicidas e germicidas. Estima-se que, no Brasil, aproximadamente 100 toneladas por ano de mercúrio sejam lançadas pelo garimpo na região centro-oeste causando uma contaminação ambiental importante. Além disso, várias contaminações acidentais de rios tem sido notificadas a partir dos anos 70: enseada dos Tainheiros na Bahia, rio Botafogo em Pernambuco e rio Mogi-Guaçu em São Paulo. Os peixes das regiões contaminadas apresentam teores altos de mercúrio
A exposição crônica ao mercúrio causa sintomas gastro intestinais (dor abdominal, gosto metálico na boca, digestão difícil, salivação abundante, náuseas, cólicas intestinais, gengivite), sintomas neurológicos (falta de memória, cefaléia, formigamentos, insônia, tremores, sonolência, alteração da grafia, cãibras, gritos noturnos, alteração do equilíbrio, tontura, vertigem e dificuldade escolar), alterações emocionais (nervosismo, irritabilidade, distúrbios de memória, tristeza, diminuição da atenção, depressão, agressividade, insegurança e medo) e irritação nos olhos, fraqueza muscular, espasmos musculares, borramento visual, zumbido, irritação nasal e diminuição da acuidade visual e auditiva.
Durante a gestação o mercúrio materno passa a barreira placentária causando contaminação do feto.
Tem sido verificada uma considerável variação na sensibilidade de cada indivíduo ao mercúrio. Após o uso de amálgamas dentários, níveis tóxicos de mercúrio podem ser observados por 6 meses a 1ano acompanhados algumas vezes de irritabilidade ou dores de cabeça. Sintomas clínicos mais graves só têm sido raramente relatados nesta circunstância.
Mesmo em quantidades baixas, o mercúrio afeta a atividade biológica do selênio, chegando mesmo a suprimi-la.
NÍQUEL
--------------------------------------------------------------------------------
O níquel (Ni) em quantidades pequenas tem sido classificado como um elemento importante ao desenvolvimento. Em doses elevadas é tóxico podendo causar: 1 irritação gastro intestinal com náuseas, vômitos e diminuição do apetite; 2. alterações neurológicas: dor de cabeça, vertigem; alterações musculares: fraqueza muscular; 3. alterações cardíacas: palpitações; 4. alergia: dermatite, rinite crônica, asma e outros estados alérgicos. O níquel inibe a ação da enzima superóxido dismutase que participa no processo de metabolização dos radicais livres. O excesso de níquel pode chegar a ter conseqüências graves como necrose e carcinoma do fígado e câncer de pulmão.
Fontes de contaminação:
•alimentos: chocolate, gordura hidrogenada, nozes, feijão, ervilha seca e cereais;
•cigarro: cada cigarro contém de 2 a 6 m g de níquel (As pessoas que fumam ou convivem com a fumaça do cigarro geralmente apresentam taxas aumentadas de Ni.);
•baterias de níquel e cadmium;
•petróleo e indústrias petroquímicas;
•processos metalúrgicos de refinamento de Ni;
•panelas de inox podem liberar Ni durante o cozimento de alimentos ácidos como o tomate.
Tratamento:eliminação da fonte de contaminação, aumento da ingesta de fibras e suplementação com selênio, zinco, L-cisteina, D,L metioninae terapia anti-oxidante.
COBRE
--------------------------------------------------------------------------------
O cobre (Cu)) é um mineral essencial ao funcionamento do nosso organismo. Porém, quando aumentado causa intoxicação. A intoxicação por cobre pode pode ocorrer devido a contaminação de cobre na água, absorção através da pele e níveis insuficientes de elementos que competem com o cobre nos locais de absorção intestinal como o zinco e o molibdênio. Na deficiência de zinco, geralmente o cobre encontra-se aumentado. O cobre pode estar aumentado devido ao uso de contraceptivos orais ou ao uso de Dispositivo Intra Uterino com fio de cobre.
Como o cobre deposita-se preferencialmente no cérebro e no fígado os sintomas encontrados são inicialmente decorrentes do comprometimento destes dois órgãos. Sintomas do excesso de cobre ligados as alterações cerebrais incluem: distúrbios emocionais, depressão, nervosismo e irritabilidade, sintomas semelhantes aos do mal de Parkinson e alterações semelhantes a esquizofrenia e a outros distúrbios psiquiátricos. Outras alterações ligadas ao excesso de cobre: fadiga, dores musculares e nas juntas, anemia hemolítica, queda de vitamina A, necrose hepática, icterícia e lesão renal. Além disso, o aumento de cobre está associado ao aumento de radicais livres.
fonte: http://www.medicinacomplementar.com.br/Biblioteca_de_Intoxicacoes.asp
ALUMÍNIO
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A intoxicação por alumínio (Al) tem sido cada vez mais estudada. Tem sido associada à constipação intestinal, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, fadiga, alterações do metabolismo do cálcio (raquitismo), alterações neurológicas com graves danos ao tecido cerebral. Na infância pode causar hiperatividade e distúrbios do aprendizado. Inúmeros estudos consideram que o alumínio tem um papel extremamente importante no agravamento do mal de Alzheimer (demência precoce). O excesso de alumínio interfere com a absorção do selênio e do fósforo.
Os alimentos ácidos aumentam a absorção do alumínio e aumentam a liberação do alumínio das panelas fabricadas com este metal.
Nos casos mais importantes de contaminação por alumínio é muito importante que todas as panelas da casa sejam trocadas por panelas de aço inox (inclusive a panela de pressão que pode ser de inox ou revestida de teflon). Outras fontes de contaminação com alumínio são: medicações anti-ácidas, utensílios de cozinha de alumínio, papel aluminizado, cremes para a pele com alumínio, farinha branca de trigo, fermentos em pó, queijo (o fosfato de alumínio é usado como emulsificante) água gaseificada, tubos de pasta de dente de alumínio e desodorantes anti-perspirantes.
O alumínio pode ser encontrado no leite de mães intoxicadas.
ARSÊNICO
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A toxicidez do arsênico pode causar hálito e suor com odor de alho, desconforto físico, anemia com leucopenia moderada e eosinofilia, problemas digestivos (anorexia, náuseas, vômitos, constipação ou diarréia), circulatórios (vasodilatação leve com aumento da permeabilidade capilar podendo causar nos casos mais graves uma necrose de extremidades conhecida como a doença dos pés pretos), cardíacos (lesão do miocárdio com prolongamento do intervalo QT e ondas T anormais), neurológicos (neuropatia periférica com formigamento e sensação de agulhadas em mãos e pés), musculares (cãibras e fraqueza em pernas e pés podendo haver dificuldade para andar nos casos mais graves) e dermatológicos (hiperpigmentação principalmente no pescoço, pálpebras, mamilos e axilas, vitiligo, hiperqueratose, queda de cabelo, estrias nas unhas e câncer).
A toxidez do arsênico é rapidamente excretada através do rim, assim, se os níveis dos cabelos forem elevados existe uma exposição constante.
Fontes comuns de Arsênico são: inseticidas, poluição do ar, água contaminada, exposição a processos industriais, especialmente em eletrometalização e manufatura de componentes eletrônicos.
Arsênico é um potente antagonista biológico do selênio.
Os níveis de Arsênico nos cabelos são excelentes indicadores de sobrecarga orgânica.
CÁDMIO
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O Cádmio (Cd) é tóxico para os seres humanos e animais. Intoxicações leves por cádmio podem causar: salivação, fadiga, perda de peso, fraqueza muscular e disfunção sexual. Níveis moderadamente altos de cádmio, entre 4 a 8 ppm, podem causar hipertensão, ao passo que níveis muito elevados podem causar hipotensão. cádmio afeta os rins, pulmões, testículos, paredes arteriais, ossos e interfere com muitos sistemas enzimáticos.
Fontes de contaminação: farinha e açúcar refinados contém cádmio e pouco zinco, o que aumenta a absorção do cádmio, fumaça de cigarros contém teores elevados de cádmio, alimentos contaminados: fígado e rins de animais contaminados e alimentos marítimos contaminados.
Falsas elevações de Cd nos cabelos podem ser decorrentes de permanentes, tinturas, branqueamento e alguns pulverizadores para cabelos.
CHUMBO
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O chumbo (Pb) é tóxico para os seres humanos. O nível de chumbo no cabelo é um excelente indicador de sobrecarga de chumbo no organismo. Níveis altos de chumbo afetam a capacidade do organismo para utilizar cálcio, magnésio, zinco e outros minerais.
Fontes:
• produtos para tintura dos cabelos: grecin 2000, HF65, loção Camélia do Brasil, etc...
• tintas: esmaltes
• pigmentos usados em tintas de artistas
• cerâmicas vitrificadas (copos, jarras, pratos)
• galerias de tiro ao alvo
• pesticidas
• cinzas e fumaça de madeira pintadas
• fabricação caseira de baterias
• moradia próxima de fundições
• queima de madeiras pintadas
• alimentos contaminados
A intoxicação por chumbo pode causar inicialmente falta de apetite, gosto metálico na boca, desconforto muscular, mal estar, dor de cabeça e cólicas abdominais fortes. Entretanto, na infância, muitas vezes os sintomas ligados a deposição de chumbo no cérebro são predominantes.
Níveis moderados de chumbo afetam a memória de longo prazo e a função cognitiva na criança. Crianças com mais de 10 ppm de chumbo nos cabelos tem maior dificuldade no aprendizado do que as crianças com taxas menores. Estudos onde crianças de regiões contaminadas por chumbo foram observadas por vários anos demonstraram que as crianças com níveis sangüíneos de Pb superiores a 10 m g/dl apresentavam uma diminuição do QI em relação a crianças com taxas de chumbo inferiores. A simples retirada da fonte de contaminação ou a quelação quando necessária, causam a diminuição das taxas sangüíneas de chumbo e um aumento do QI.
Além da diminuição do QI podendo levar a dificuldades escolares o aumento de chumbo no sangue pode causar hiperatividade.
As crianças apresentam uma absorção intestinal de chumbo maior que a dos adultos e os efeitos tóxicos do chumbo são mais importantes na criança devido ao período de desenvolvimento cerebral.
MERCÚRIO
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O mercúrio (Hg) é tóxico para os seres humanos e animais. O mineralograma capilar é um indicador preciso dos níveis de mercúrio no organismo.
O mercúrio elementar é a mais volátil das formas inorgânicas do metal. Os vapores de mercúrio podem ser liberados a partir das restaurações dentárias de amálgama. O mercúrio é utilizado na indústria eletrônica, fabricação de plásticos, termômetros, fungicidas e germicidas. Estima-se que, no Brasil, aproximadamente 100 toneladas por ano de mercúrio sejam lançadas pelo garimpo na região centro-oeste causando uma contaminação ambiental importante. Além disso, várias contaminações acidentais de rios tem sido notificadas a partir dos anos 70: enseada dos Tainheiros na Bahia, rio Botafogo em Pernambuco e rio Mogi-Guaçu em São Paulo. Os peixes das regiões contaminadas apresentam teores altos de mercúrio
A exposição crônica ao mercúrio causa sintomas gastro intestinais (dor abdominal, gosto metálico na boca, digestão difícil, salivação abundante, náuseas, cólicas intestinais, gengivite), sintomas neurológicos (falta de memória, cefaléia, formigamentos, insônia, tremores, sonolência, alteração da grafia, cãibras, gritos noturnos, alteração do equilíbrio, tontura, vertigem e dificuldade escolar), alterações emocionais (nervosismo, irritabilidade, distúrbios de memória, tristeza, diminuição da atenção, depressão, agressividade, insegurança e medo) e irritação nos olhos, fraqueza muscular, espasmos musculares, borramento visual, zumbido, irritação nasal e diminuição da acuidade visual e auditiva.
Durante a gestação o mercúrio materno passa a barreira placentária causando contaminação do feto.
Tem sido verificada uma considerável variação na sensibilidade de cada indivíduo ao mercúrio. Após o uso de amálgamas dentários, níveis tóxicos de mercúrio podem ser observados por 6 meses a 1ano acompanhados algumas vezes de irritabilidade ou dores de cabeça. Sintomas clínicos mais graves só têm sido raramente relatados nesta circunstância.
Mesmo em quantidades baixas, o mercúrio afeta a atividade biológica do selênio, chegando mesmo a suprimi-la.
NÍQUEL
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O níquel (Ni) em quantidades pequenas tem sido classificado como um elemento importante ao desenvolvimento. Em doses elevadas é tóxico podendo causar: 1 irritação gastro intestinal com náuseas, vômitos e diminuição do apetite; 2. alterações neurológicas: dor de cabeça, vertigem; alterações musculares: fraqueza muscular; 3. alterações cardíacas: palpitações; 4. alergia: dermatite, rinite crônica, asma e outros estados alérgicos. O níquel inibe a ação da enzima superóxido dismutase que participa no processo de metabolização dos radicais livres. O excesso de níquel pode chegar a ter conseqüências graves como necrose e carcinoma do fígado e câncer de pulmão.
Fontes de contaminação:
•alimentos: chocolate, gordura hidrogenada, nozes, feijão, ervilha seca e cereais;
•cigarro: cada cigarro contém de 2 a 6 m g de níquel (As pessoas que fumam ou convivem com a fumaça do cigarro geralmente apresentam taxas aumentadas de Ni.);
•baterias de níquel e cadmium;
•petróleo e indústrias petroquímicas;
•processos metalúrgicos de refinamento de Ni;
•panelas de inox podem liberar Ni durante o cozimento de alimentos ácidos como o tomate.
Tratamento:eliminação da fonte de contaminação, aumento da ingesta de fibras e suplementação com selênio, zinco, L-cisteina, D,L metioninae terapia anti-oxidante.
COBRE
--------------------------------------------------------------------------------
O cobre (Cu)) é um mineral essencial ao funcionamento do nosso organismo. Porém, quando aumentado causa intoxicação. A intoxicação por cobre pode pode ocorrer devido a contaminação de cobre na água, absorção através da pele e níveis insuficientes de elementos que competem com o cobre nos locais de absorção intestinal como o zinco e o molibdênio. Na deficiência de zinco, geralmente o cobre encontra-se aumentado. O cobre pode estar aumentado devido ao uso de contraceptivos orais ou ao uso de Dispositivo Intra Uterino com fio de cobre.
Como o cobre deposita-se preferencialmente no cérebro e no fígado os sintomas encontrados são inicialmente decorrentes do comprometimento destes dois órgãos. Sintomas do excesso de cobre ligados as alterações cerebrais incluem: distúrbios emocionais, depressão, nervosismo e irritabilidade, sintomas semelhantes aos do mal de Parkinson e alterações semelhantes a esquizofrenia e a outros distúrbios psiquiátricos. Outras alterações ligadas ao excesso de cobre: fadiga, dores musculares e nas juntas, anemia hemolítica, queda de vitamina A, necrose hepática, icterícia e lesão renal. Além disso, o aumento de cobre está associado ao aumento de radicais livres.
fonte: http://www.medicinacomplementar.com.br/Biblioteca_de_Intoxicacoes.asp
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Ácidos graxos e depressão
Foi realizado estudo avaliando o tipo de gordura utilizada na culinária e a incidencia de depressão em população da região do mediterrâneo. O estudo envolveu 12.059 individuos espanhois graduados em universidade, inicialmente sem depressão que permaneceram no estudo. No inicio, os participantes preencheram um questionário de frequencia alimentar que foi usado para estimar a ingestão de ácidos graxos saturados, poliinsaturados e trans-insaturados e monoinsaturados. Durante o acompanhamento foram classificados casos de depressão relatados com diagnostico clinico de depressão pelo médico e/ou inicio de uso de droga antidepressiva. O estudo mostrou uma relação dose resposta iinversa quando foram analisados ingestão de ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados. Foi encontrada relação de piora entre ingestão de ácidos graxos totais e risco de depressão. Foi achada uma relação inversa fraca entre ácidos graxos monoinsaturados, poliinsaturados e oleo de oliva e depressão. Os achados sugerem que doença cardiovascular e depressão podem partilhar o mesmo determinante nutricional comum relacionado a subtipos de gordura ingerida.
Fonte: www.sciencehealth.com.br
Fonte: www.sciencehealth.com.br
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Alimentos anti-inflamatórios
Vários alimentos desempenham ação anti-inflamatória em nosso organismo. Temos uma compreensão cada vez maior e mais ampla, sobre o papel dos alimentos na saúde, e na forma como o nosso corpo se comporta quando submetido a agressores diversos, como vírus, bactérias, fungos, fadiga, stress, agentes químicos e muitos outros perigos, visíveis ou invisíveis. Nada mais natural que encarar o cardápio diário como fonte de defesa do organismo, procurando aumentar a resistência e habilidade das nossas células, trilhões delas, e ajudar o nosso sistema imune na árdua tarefa de manter o corpo são.
Inflamação e comida
Inflamação é uma resposta do sistema imunológico a uma irritação local, uma lesão ou infecção, com liberação de histamina, e os sinais clássicos são inchaço, vermelhidão e dor. As pesquisas tem mostrado que comer as comidas erradas também produz inflamação no nosso corpo, com sintomas menos óbvios, menos aparentes, mas que vão se refletir no estado geral, na performance física e mental. Se você estiver em estado inflamatório, vai levar mais tempo para se recuperar de doenças, vai sofrer mais lesões, vai sentir mais cansaço. Por isso, é muito importante prestar atenção no que se coloca no prato e na boca.
Enchendo o tanque
O alimento é o combustível do corpo. Se este combustível não tem qualidade isto vai se refletir no funcionamento do organismo como um todo. O processo inflamatório natural que ocorre no dia a dia, após um evento estressante ou após uma carga intensa de atividade física ou mesmo mental, pode ser agravado por dietas ricas em carboidratos refinados e gorduras trans. A boa noticia é que a comida certa faz toda a diferença na sua vida. Ingerir alimentos anti-inflamatórios com regularidade reduz a inflamação, e ajuda a equilibrar o metabolismo. A diferença é notável a curto prazo, além de ajudar a manter o peso sob controle.
Dando nome aos vilões
Alimentos pró-inflamatórios causam uma alteração no equilíbrio do metabolismo, aumentam a dor e a liberação de substâncias inflamatórias, como as prostaglandinas, leucotrienos, ciclooxigenases e tromboxanos, que retardam a recuperação do corpo, podendo até levar a um processo inflamatório crônico. Este estado inflamatório pode ser medido através de um exame de sangue, a dosagem de proteína C reativa (PCR), um marcador usado para monitorar a evolução e gravidade de doenças cardiovasculares, doenças osteoarticulares, diabetes e obesidade, todas intrinsecamente relacionadas com a inflamação crônica.
Se entupir de comida processada, carnes gordurosas e frituras, açúcar e doces, fast food tipo hambúrguer, batata frita e refrigerante, só vai contribuir para aumentar o problema. Estas comidas estão recheadas com calorias vazias, gorduras do tipo trans e aditivos, como nitritos e monoglutamato de sódio, que acendem um sinal vermelho nos órgãos e sistemas do corpo, e o resultado é o aumento dos processos inflamatórios, obesidade e doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial.
Os anti-inflamatórios naturais
Os alimentos e bebidas que ajudam o corpo a se manter livre de inflamações estão distribuídos em todos os grupos alimentares, incluindo proteínas, carboidratos e gorduras. No reino vegetal temos diversas especiarias e condimentos que são um verdadeiro arsenal anti-inflamatório. Dentre as bebidas, sucos frescos e chás herbais cumprem este papel.
Lembre-se sempre de respeitar sua individualidade bioquímica. Alguns alimentos tem potencial anti-inflamatório para algumas pessoas e ser extremamente inflamatório para você!
Descubra quais alimentos funcionam como anti-inflamatórios e podem melhorar sua energia vital! Agende sua consulta.
http://www.tamaramazaracki.med.br
Inflamação e comida
Inflamação é uma resposta do sistema imunológico a uma irritação local, uma lesão ou infecção, com liberação de histamina, e os sinais clássicos são inchaço, vermelhidão e dor. As pesquisas tem mostrado que comer as comidas erradas também produz inflamação no nosso corpo, com sintomas menos óbvios, menos aparentes, mas que vão se refletir no estado geral, na performance física e mental. Se você estiver em estado inflamatório, vai levar mais tempo para se recuperar de doenças, vai sofrer mais lesões, vai sentir mais cansaço. Por isso, é muito importante prestar atenção no que se coloca no prato e na boca.
Enchendo o tanque
O alimento é o combustível do corpo. Se este combustível não tem qualidade isto vai se refletir no funcionamento do organismo como um todo. O processo inflamatório natural que ocorre no dia a dia, após um evento estressante ou após uma carga intensa de atividade física ou mesmo mental, pode ser agravado por dietas ricas em carboidratos refinados e gorduras trans. A boa noticia é que a comida certa faz toda a diferença na sua vida. Ingerir alimentos anti-inflamatórios com regularidade reduz a inflamação, e ajuda a equilibrar o metabolismo. A diferença é notável a curto prazo, além de ajudar a manter o peso sob controle.
Dando nome aos vilões
Alimentos pró-inflamatórios causam uma alteração no equilíbrio do metabolismo, aumentam a dor e a liberação de substâncias inflamatórias, como as prostaglandinas, leucotrienos, ciclooxigenases e tromboxanos, que retardam a recuperação do corpo, podendo até levar a um processo inflamatório crônico. Este estado inflamatório pode ser medido através de um exame de sangue, a dosagem de proteína C reativa (PCR), um marcador usado para monitorar a evolução e gravidade de doenças cardiovasculares, doenças osteoarticulares, diabetes e obesidade, todas intrinsecamente relacionadas com a inflamação crônica.
Se entupir de comida processada, carnes gordurosas e frituras, açúcar e doces, fast food tipo hambúrguer, batata frita e refrigerante, só vai contribuir para aumentar o problema. Estas comidas estão recheadas com calorias vazias, gorduras do tipo trans e aditivos, como nitritos e monoglutamato de sódio, que acendem um sinal vermelho nos órgãos e sistemas do corpo, e o resultado é o aumento dos processos inflamatórios, obesidade e doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial.
Os anti-inflamatórios naturais
Os alimentos e bebidas que ajudam o corpo a se manter livre de inflamações estão distribuídos em todos os grupos alimentares, incluindo proteínas, carboidratos e gorduras. No reino vegetal temos diversas especiarias e condimentos que são um verdadeiro arsenal anti-inflamatório. Dentre as bebidas, sucos frescos e chás herbais cumprem este papel.
Lembre-se sempre de respeitar sua individualidade bioquímica. Alguns alimentos tem potencial anti-inflamatório para algumas pessoas e ser extremamente inflamatório para você!
Descubra quais alimentos funcionam como anti-inflamatórios e podem melhorar sua energia vital! Agende sua consulta.
http://www.tamaramazaracki.med.br
domingo, 23 de janeiro de 2011
O que é Bisfenol-A e quais são os seus riscos para a saúde?
O Bisfenol-A (BPA) é um monômero de plástico policarbonato, composto químico que serve para fabricação de plásticos rígidos e transparentes. Esse composto está presente em recipientes de alimentos e bebidas, como mamadeiras, embalagens plásticas e copos infantis. Além disso, pode ser encontrado no revestimento interno de enlatados, garrafas reutilizáveis de água (do tipo squeeze) e garrafões de água mineral.
O BPA é um desregulador endócrino, isto é, uma substância química semelhante a um hormônio que promove alterações no sistema endócrino humano. Essa substância apresenta homologia estrutural ao dietilestilbestrol (estrógeno sintético), e exerce efeitos que resultam em mudanças de comportamento, alteração do crescimento infantil e maturação sexual precoce.
Diversos estudos científicos têm encontrado efeitos notáveis da exposição perinatal do BPA, que incluem:
•Alterações no desenvolvimento da próstata e da glândula mamária;
•Hiperplasia intraductal e lesões pré-neoplásicas da glândula mamária na idade adulta;
•Alterações no útero e ovário;
•Alterações ligadas ao dimorfismo sexual no adulto;
•Alterações de comportamento, como hiperatividade e aumento de agressividade;
•Alterações no comportamento sexual;
•Aumento da susceptibilidade ao vício de drogas.
Embora os riscos inerentes à exposição ao BPA sejam no desenvolvimento fetal, bebês, crianças e mulheres grávidas, há também uma grande preocupação com os efeitos dessa substância em adultos. Tem sido relatado em estudos científicos que o bisfenol-A pode estar relacionado com doença cardiovascular, diabetes, obesidade e disfunção hepática.
No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) limita o uso da substância em 0,6 mg para cada quilo de embalagem, já na União Europeia está proibida a fabricação de mamadeiras com o bisfenol-A. Mas atualmente ainda não há um consenso sobre a recomendação no uso desta substância.
fonte: nutritotal.com.br
O BPA é um desregulador endócrino, isto é, uma substância química semelhante a um hormônio que promove alterações no sistema endócrino humano. Essa substância apresenta homologia estrutural ao dietilestilbestrol (estrógeno sintético), e exerce efeitos que resultam em mudanças de comportamento, alteração do crescimento infantil e maturação sexual precoce.
Diversos estudos científicos têm encontrado efeitos notáveis da exposição perinatal do BPA, que incluem:
•Alterações no desenvolvimento da próstata e da glândula mamária;
•Hiperplasia intraductal e lesões pré-neoplásicas da glândula mamária na idade adulta;
•Alterações no útero e ovário;
•Alterações ligadas ao dimorfismo sexual no adulto;
•Alterações de comportamento, como hiperatividade e aumento de agressividade;
•Alterações no comportamento sexual;
•Aumento da susceptibilidade ao vício de drogas.
Embora os riscos inerentes à exposição ao BPA sejam no desenvolvimento fetal, bebês, crianças e mulheres grávidas, há também uma grande preocupação com os efeitos dessa substância em adultos. Tem sido relatado em estudos científicos que o bisfenol-A pode estar relacionado com doença cardiovascular, diabetes, obesidade e disfunção hepática.
No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) limita o uso da substância em 0,6 mg para cada quilo de embalagem, já na União Europeia está proibida a fabricação de mamadeiras com o bisfenol-A. Mas atualmente ainda não há um consenso sobre a recomendação no uso desta substância.
fonte: nutritotal.com.br
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Doença celíaca e problemas da tireóide andam juntos

Estudos mostram uma grande conexão entre a doença celíaca e doenças antoimunes da tireóide como a síndrome de Hashimoto e a doença de Graves. Apesar da conexão nem sempre o diagnóstico é fácil. O problema é que quando um paciente celíaco consome glúten, um processo autoimune é desencadeado e o corpo passa a atacar as vilosidades intestinais o que leva à problemas de absorção e má nutricão. Quando o alvo do ataque é a tireóide, a glândula passa a produzir seus hormônios de forma insuficiente (o que leva à síndrome de Hashimoto e depois ao hipotireoidismo) ou de forma excessiva (como na doença de Graves). A doença celíaca tem como principais sintomas diarréia frequente, perda de peso, produção excessiva de gases, perda de peso e dor abdominal. Tais sintomas são mais frequentes em crianças. Já 70% dos indivíduos mais velhos não apresentam estes sintomas daí a grande dificuldade de diagnóstico da doença. Nestes, o cansaço físico, mudanças frequentes de peso, intestino irritável e até depressão são mais comuns. Além disso, estima-se que metade dos pacientes celíacos também tenha problemas de tireóide. O interessante é que ao seguir uma dieta sem glúten os pacientes não só tem seus anticorpos relacionados à doença celíaca diminuídos mas também os anticorpos contra a tireóide também diminuem. Estudo publicado no Journal of Pediatrics este ano mostrou que 11 em cada 15 crianças celíacas com elevados níveis de hormônio tireoestimulante no momento do diagnóstico, tiveram seus níveis normalizados após 12 a 18 meses de dieta sem glúten. Tais correlações fazem muitos pesquisadores renomados sugerirem a retirada completa do glúten da dieta quando os problemas da tireóide começam a surgir, mesmo que a doença celíaca não tenha sido diagnosticada já que a maioria dos pacientes se sentem bem melhor, menos cansados e conseguem estabilizar o peso.
fonte: www.andreiatorres.blogspot.com
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
FUNÇÃO DOS MINERAIS
Em minhas consultas sempre falo sobre a importância dos minerais para que as funções vitais ocorram de maneira correta em nosso organismo. Hoje vou postar sobre ALGUMAS das principais funções com uma "visão funcional". Prometo postar também sobre as funções das vitaminas!
BORO: mineral importantíssimo para mulheres na menopausa, ajuda a regular a produção hormonal tanto em homens como em mulheres. Sua carência aumenta a excreção urinária de cálcio e magnésio e reduz as concentrações séricas de 17-beta-estradiol e testosterona. É benéfico no tratamento da artrite, síndorme do túnel do carpo, osteoporese, etc. Também está associado com o aumento da musculatura. Visão funcional: doses muito altas pode aumentar os fogachos e risco de CA hormônio-dependentes.
Fontes: alimentos vegetais, frutas não cítricas, vegetais folhosos, nozes, leguminosas. O nível de boro no alimento depende de níveis adequados no solo, como de vários outros minerais.
FERRO: elemento chave para diversas reações enzimáticas e eficiência do sistema imune; regula crescimento celular; necessário para boa cognição e comportamento; envolvido no transporte de oxigênio, componetne essencial da hemoglobina, mioglobina e citocromo. Visão funcional: sintomas comuns: dor de cabeça, fadiga, respiração curta, inchaço e peso nas pernas, estrias verticais nas unhas. Deve ser investigado sobre sangramento oculto, hipocloridria e má absorção.
Fontes: fígado, ostras, rim, carne vermelha, aves e peixes. Os feijões secos e vegetais são as melhores fontes vegetais.
ZINCO: Co-fator de mais de 300 enzimas; promove resistência à infecções; auxilia na cicatrização; diminui as necessidades de insulina; tem efeito anti-inflamatório; contribui para a saúde da próstata; essecial para a divisão celular; essencial para fertilidade e reprodução; melhora paladar e apetite; muito importante para a função da tireóide. O ZINCO É CONSIDERADO O MAIOR ELEMENTO EM ASSEGURAR O FUNCIONAMENTO CORRETO DO ORGANISMO, DESDE O INÍCIO DOS ESTÁGIOS EMBRIÔNICOS ATÉ OS PERÍODOS FINAIS DA VIDA. Visão funcional: sinais clínicos clássicos de deficiência são infecções recorrentes, alterações dermatológicas, alteração nas unhas, baixa cicatrização.
Fontes: ostras, frutos do mar, peixes, fígado, carne vermelha,leguninosas, levedo de cerveja, milho. O zinco de fontes vegetais é menos aprovetável pelo organismo.
COBRE: mineral importante para a produção de energia, importante para a mineralização do esqueleto, envolvido na formação de eritrócitos,ocupa o centro ativo da superóxido dismutase citoplasmática tendo ação antioxidante, aumenta a formação de leucócitos, sintetiza colágeno e melanina(cor do cabelo, pupilas e pele). Visão funcional: uso de antiácidos, digestão ruim e dieta vegetariana causa sua deficiência. É um mineral que está presente nas tubulações de água, anticoncepcional e material dentário podendo se tornar tóxico.
Fonte: ostras,nozes, leguminosas, frutas secas, aves e mariscos, cereais, etc.
SELÊNIO: mineral com excelente função antioxidante. Sua concentração na dieta são extremamente dependentes da concentração no solo; diminui sintomas de asma; importantíssimo para o funcionamento da tireóide (sem selênio não forma T3); necessário para o sistema imunológico; importante para a fertilidade; alivia sintomas da menopausa.Visão funcional: sua deficiência está relacionado com caspa, perda de pigmentação de cabelos e pêlos; diminui a contagem de esperma. Deve ser analisado o status de selênio sobre o solo.
Fonte: castanha-do-paré, atum, arenque, levedo de cerveja, brócolis, couve,repolho, rabanete e tomate.
Manganês: é um componente de alguns metais e pesticidas; essencial para a utilização das vitaminas di complexo B e vit C na saúde da adrenal; é co-fator de enzimas envovidas na produção de energia; importante para o sistema imune (anti-histamínico. Visão funcional: pessoas com falta de energia deve ser investigado o status de Mn. Visão funcional: o excesso de manganês é tóxico com sintomas parecidos com parkinson. Doenças que podem ser tratadas com Mn: arritmias, dores nas costas e articulares, TPM (regula estrógeno e progesterona)
Fonte:sua concentração varia muito nos alimentos, quanto mais alcalino o solo, menos manganes terá no alimento. Melhores fontes são cereais integrais, leguminosas, nozes e chás. Frutas e vegetais são fontes moderadas.
MOLIBIDÊNIO: age como uma coenzima na formação do ácido úrico; coenzima na destoxificação do álcool e usado para destoxificar sulfitos; proteje o dente de cáries. Visão funcional: pessoas com sensibilidade à sulfitos podem estar com deficência de molibidênio; outros sintomas de deficiência são: dor de cabeça, taquicardia, problemas visuais, desorientação e diminuição de ácido úrico na urina. A toxicidade pode estar relacionada com gota, problemas renais e diminuição de cobre.
Fonte:leguminosas,cereais e grãos integrais, vegetais de folhas verde escuras.
SILÍCIO: importante para o desenvolvimento de osso e cartilagem; responsável pela elasticidade do tecido conjuntivo; muito bom para saúde da pele, cabelo e unhas. Visão funcional: sua deficiência está associada com aparecimento precoce de rugas, unhas moles e quebradiças, cabelos finos ou com queda, osteoporose.
CROMO: auxilia na oxidação de gordura e perda de peso, pois aumenta a sensibilidade à insulina e diminui o cortisol. Visão funcional: sua deficiência está associada com aumento da vontade por doces. A deficiência de cromo gera resistência à insulina, fadiga, ansiedade por doces, etc. Grupo de risco para deficiência: idosos, atletas, diabéticos, pessoas com síndrome metabólica e doenças cardiovasculares. O consumo excessivo de alimentos refinados levam à deficiência.
Fontes: levedo de cerveja, ostras, batatas, frutos do mar, grão integral.
VANÁDIO: melhora a sensibilidade à insulina; envolvido no metabolismo de gordura; auxilia na formação de eritrócito. Visão funcional: mineral muito importante para resistência à insulina e obesidade. O vanádio faz parte de uma enzima tireoideana necessária no processo de organificação do Iodo, necessário à síntese dos hormônios tireoideanos. Na deficiência de vanádio ocorre o aumento da tireóide. Sua toxicidade está relacionada com aumento da pressão arterial, pode depletar cromo, lítio e vit C. Pessoas com desordem bipolar podem estar intoxicadas com vanádio.
Fontes:mariscos, cogumelos, salsinha.
IODO: 50% da formação dos neutrófilos dependem do iodo, portanto combate bactérias; envolvido na produção de energia; mantém a saúde das mamas da mulher; necessário para o desenvolvimento e funcionamento da glâncula tireóide; promove crescimento do cabelo e pele; alivia dor e inflamação associada com doença fibrocística da mama. Visão funcional: o consumo excessivo de brássicas e cloro pode prejudicar o aproveitamento do iodo pela tireóide. Sintomas do hipotiroidismo (mesmo subclínico): fadiga, depressão, pele seca, intolerância ao frio, aumento de peso, constipação. Nas infecções bacterianas recorrentes deve-se investigar a deficiência de iodo.
Fontes: O iodo é encontrado em quantidades extremamente variáveis nos alimentos e na água de beber. Os frutos do mar, tais como moluscos bivalves, lagostas, ostras, sardinhas e outros peixes de água salgada são ricos em iodo.
CÁLCIO: é o mineral mais abundante do corpo; responsável por ativar várias enzimas; necessário para a absorção de B12; crucial para transmissão de impulsos nervosos; junto com a vit K é necessário para a coagulação sanguínea; vital para o desenvolvimento de ossos e dentes; usado pelos músculos na produção de energia. Visão funcional: sintoma clássico de deficiência são as cãimbras, espasmos ou aumento da pressão arterial. Histórico de fratura, problemas gastro intestinais ou de coagulação indicam que o cálcio não está sendo absorvido adequadamente e que os níveis sanguíneos estão baixos.
Fontes: couve, repolho, brócolis, tofu, leite e derivados.
MAGNÉSIO: participa de mais de 300 reações enzimáticas; o músculo contém 27% de todo o magnésio do corpo os ossos contém 60%; importante para a função cardíaca; age como anticonvulsivante natural (relaxa o cérebro); é um calmante natural; auxilia na indução do sono; essencial para a vida de todas as células; ajuda a cicatrizar feridas; importantae para o sistema imune; melhora a captação de glicose em células insulino-sensíveis. Visão funcional: a deficiência de magnésio pode causar alterações da personalidade como: ansiedade, irritabilidade, emotividade excessiva, quadros depressivos e agitação. Na infância pode causar hiperatividade. Além dessas alterações pode causar perda de apetite, azia, náuseas, vômitos, cansaço matinal, fadiga, fraqueza muscular, cãibras, tremores, e alteração do sistema nervoso central. O magnésio é indispensável a fixação de cálcio nos ossos, podendo causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.
Fontes: está amplamente distribuído nos alimentos. Seu maior teor é encontrado nos grãos integrais, nas folhas verdes e na banana. Nos grãos processados mais de 80% do magnésio é perdido.
FIM
BORO: mineral importantíssimo para mulheres na menopausa, ajuda a regular a produção hormonal tanto em homens como em mulheres. Sua carência aumenta a excreção urinária de cálcio e magnésio e reduz as concentrações séricas de 17-beta-estradiol e testosterona. É benéfico no tratamento da artrite, síndorme do túnel do carpo, osteoporese, etc. Também está associado com o aumento da musculatura. Visão funcional: doses muito altas pode aumentar os fogachos e risco de CA hormônio-dependentes.
Fontes: alimentos vegetais, frutas não cítricas, vegetais folhosos, nozes, leguminosas. O nível de boro no alimento depende de níveis adequados no solo, como de vários outros minerais.
FERRO: elemento chave para diversas reações enzimáticas e eficiência do sistema imune; regula crescimento celular; necessário para boa cognição e comportamento; envolvido no transporte de oxigênio, componetne essencial da hemoglobina, mioglobina e citocromo. Visão funcional: sintomas comuns: dor de cabeça, fadiga, respiração curta, inchaço e peso nas pernas, estrias verticais nas unhas. Deve ser investigado sobre sangramento oculto, hipocloridria e má absorção.
Fontes: fígado, ostras, rim, carne vermelha, aves e peixes. Os feijões secos e vegetais são as melhores fontes vegetais.
ZINCO: Co-fator de mais de 300 enzimas; promove resistência à infecções; auxilia na cicatrização; diminui as necessidades de insulina; tem efeito anti-inflamatório; contribui para a saúde da próstata; essecial para a divisão celular; essencial para fertilidade e reprodução; melhora paladar e apetite; muito importante para a função da tireóide. O ZINCO É CONSIDERADO O MAIOR ELEMENTO EM ASSEGURAR O FUNCIONAMENTO CORRETO DO ORGANISMO, DESDE O INÍCIO DOS ESTÁGIOS EMBRIÔNICOS ATÉ OS PERÍODOS FINAIS DA VIDA. Visão funcional: sinais clínicos clássicos de deficiência são infecções recorrentes, alterações dermatológicas, alteração nas unhas, baixa cicatrização.
Fontes: ostras, frutos do mar, peixes, fígado, carne vermelha,leguninosas, levedo de cerveja, milho. O zinco de fontes vegetais é menos aprovetável pelo organismo.
COBRE: mineral importante para a produção de energia, importante para a mineralização do esqueleto, envolvido na formação de eritrócitos,ocupa o centro ativo da superóxido dismutase citoplasmática tendo ação antioxidante, aumenta a formação de leucócitos, sintetiza colágeno e melanina(cor do cabelo, pupilas e pele). Visão funcional: uso de antiácidos, digestão ruim e dieta vegetariana causa sua deficiência. É um mineral que está presente nas tubulações de água, anticoncepcional e material dentário podendo se tornar tóxico.
Fonte: ostras,nozes, leguminosas, frutas secas, aves e mariscos, cereais, etc.
SELÊNIO: mineral com excelente função antioxidante. Sua concentração na dieta são extremamente dependentes da concentração no solo; diminui sintomas de asma; importantíssimo para o funcionamento da tireóide (sem selênio não forma T3); necessário para o sistema imunológico; importante para a fertilidade; alivia sintomas da menopausa.Visão funcional: sua deficiência está relacionado com caspa, perda de pigmentação de cabelos e pêlos; diminui a contagem de esperma. Deve ser analisado o status de selênio sobre o solo.
Fonte: castanha-do-paré, atum, arenque, levedo de cerveja, brócolis, couve,repolho, rabanete e tomate.
Manganês: é um componente de alguns metais e pesticidas; essencial para a utilização das vitaminas di complexo B e vit C na saúde da adrenal; é co-fator de enzimas envovidas na produção de energia; importante para o sistema imune (anti-histamínico. Visão funcional: pessoas com falta de energia deve ser investigado o status de Mn. Visão funcional: o excesso de manganês é tóxico com sintomas parecidos com parkinson. Doenças que podem ser tratadas com Mn: arritmias, dores nas costas e articulares, TPM (regula estrógeno e progesterona)
Fonte:sua concentração varia muito nos alimentos, quanto mais alcalino o solo, menos manganes terá no alimento. Melhores fontes são cereais integrais, leguminosas, nozes e chás. Frutas e vegetais são fontes moderadas.
MOLIBIDÊNIO: age como uma coenzima na formação do ácido úrico; coenzima na destoxificação do álcool e usado para destoxificar sulfitos; proteje o dente de cáries. Visão funcional: pessoas com sensibilidade à sulfitos podem estar com deficência de molibidênio; outros sintomas de deficiência são: dor de cabeça, taquicardia, problemas visuais, desorientação e diminuição de ácido úrico na urina. A toxicidade pode estar relacionada com gota, problemas renais e diminuição de cobre.
Fonte:leguminosas,cereais e grãos integrais, vegetais de folhas verde escuras.
SILÍCIO: importante para o desenvolvimento de osso e cartilagem; responsável pela elasticidade do tecido conjuntivo; muito bom para saúde da pele, cabelo e unhas. Visão funcional: sua deficiência está associada com aparecimento precoce de rugas, unhas moles e quebradiças, cabelos finos ou com queda, osteoporose.
CROMO: auxilia na oxidação de gordura e perda de peso, pois aumenta a sensibilidade à insulina e diminui o cortisol. Visão funcional: sua deficiência está associada com aumento da vontade por doces. A deficiência de cromo gera resistência à insulina, fadiga, ansiedade por doces, etc. Grupo de risco para deficiência: idosos, atletas, diabéticos, pessoas com síndrome metabólica e doenças cardiovasculares. O consumo excessivo de alimentos refinados levam à deficiência.
Fontes: levedo de cerveja, ostras, batatas, frutos do mar, grão integral.
VANÁDIO: melhora a sensibilidade à insulina; envolvido no metabolismo de gordura; auxilia na formação de eritrócito. Visão funcional: mineral muito importante para resistência à insulina e obesidade. O vanádio faz parte de uma enzima tireoideana necessária no processo de organificação do Iodo, necessário à síntese dos hormônios tireoideanos. Na deficiência de vanádio ocorre o aumento da tireóide. Sua toxicidade está relacionada com aumento da pressão arterial, pode depletar cromo, lítio e vit C. Pessoas com desordem bipolar podem estar intoxicadas com vanádio.
Fontes:mariscos, cogumelos, salsinha.
IODO: 50% da formação dos neutrófilos dependem do iodo, portanto combate bactérias; envolvido na produção de energia; mantém a saúde das mamas da mulher; necessário para o desenvolvimento e funcionamento da glâncula tireóide; promove crescimento do cabelo e pele; alivia dor e inflamação associada com doença fibrocística da mama. Visão funcional: o consumo excessivo de brássicas e cloro pode prejudicar o aproveitamento do iodo pela tireóide. Sintomas do hipotiroidismo (mesmo subclínico): fadiga, depressão, pele seca, intolerância ao frio, aumento de peso, constipação. Nas infecções bacterianas recorrentes deve-se investigar a deficiência de iodo.
Fontes: O iodo é encontrado em quantidades extremamente variáveis nos alimentos e na água de beber. Os frutos do mar, tais como moluscos bivalves, lagostas, ostras, sardinhas e outros peixes de água salgada são ricos em iodo.
CÁLCIO: é o mineral mais abundante do corpo; responsável por ativar várias enzimas; necessário para a absorção de B12; crucial para transmissão de impulsos nervosos; junto com a vit K é necessário para a coagulação sanguínea; vital para o desenvolvimento de ossos e dentes; usado pelos músculos na produção de energia. Visão funcional: sintoma clássico de deficiência são as cãimbras, espasmos ou aumento da pressão arterial. Histórico de fratura, problemas gastro intestinais ou de coagulação indicam que o cálcio não está sendo absorvido adequadamente e que os níveis sanguíneos estão baixos.
Fontes: couve, repolho, brócolis, tofu, leite e derivados.
MAGNÉSIO: participa de mais de 300 reações enzimáticas; o músculo contém 27% de todo o magnésio do corpo os ossos contém 60%; importante para a função cardíaca; age como anticonvulsivante natural (relaxa o cérebro); é um calmante natural; auxilia na indução do sono; essencial para a vida de todas as células; ajuda a cicatrizar feridas; importantae para o sistema imune; melhora a captação de glicose em células insulino-sensíveis. Visão funcional: a deficiência de magnésio pode causar alterações da personalidade como: ansiedade, irritabilidade, emotividade excessiva, quadros depressivos e agitação. Na infância pode causar hiperatividade. Além dessas alterações pode causar perda de apetite, azia, náuseas, vômitos, cansaço matinal, fadiga, fraqueza muscular, cãibras, tremores, e alteração do sistema nervoso central. O magnésio é indispensável a fixação de cálcio nos ossos, podendo causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.
Fontes: está amplamente distribuído nos alimentos. Seu maior teor é encontrado nos grãos integrais, nas folhas verdes e na banana. Nos grãos processados mais de 80% do magnésio é perdido.
FIM
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