Quem sou eu

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*Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838

segunda-feira, 21 de março de 2011

PASTA DE RICOTA VEGETAL COM TOMATE SECO E ORÉGANO

Ingredientes:

1 copo americano de amêndoas
3 copos americanos de água
4 unidades de tomate seco
1 colher de chá de sal marinho
1 ½ colher de chá de orégano

Modo de Preparo:

Deixe as amêndoas de molho por 12 horas. Despreze essa água e bata as amêndoas no liquidificador com 3 copos americanos de água. Em seguida, coe. O líquido extraído é o leite de amêndoas. Já a parte sólida é a ricota vegetal. Bata no liquidificador a ricota vegetal, o tomate seco, o sal e o orégano.


receita retirada do site: vponline.com.br

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ovos de páscoa sem leite, glúten e açúcar!!!

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Aos meus pacientes e leitores que não podem consumir leite, glúten ou açúcar: a farmácia Manipulis de Araçatuba venderá nesta páscoa ovos de páscoa para este público! Façam suas encomendas pois serão poucas unidades...
Mais informações: 18 3622-2933

Um grande beijo a todos!

Andréa

quinta-feira, 17 de março de 2011

ÓLEO DE CÁRTAMO

Texto muito bom! Retirado do site vponline.com.br


Óleo de cártamos: o milagre da vez!

A população e, em especial, as mulheres estão sempre em busca de um novo milagre que as faça emagrecer de maneira rápida e fácil. Nos últimos tempos, o milagre da vez para auxiliar no emagrecimento tem sido o oléo de cártamo. A revista Woman’s Health recentemente publicou uma reportagem sobre este primo do gergelim, que tem sido vendido em cápsulas com a promessa de acelerar o gasto energético, diminuir o depósito de gorduras, aumentar a queima do estoque de gordura já existente, atenuar a celulite, inibir o apetite, aumentar a massa muscular, além de ajudar na redução do colesterol. Não seria nada mal se tudo fosse verdade, não é mesmo? Mas, infelizmente, os resultados das pesquisas não são tão promissores.

O óleo de cártamo surgiu no mercado com o propósito de substituir o CLA (ácido linoleico conjugado), o qual era muito utilizado para auxiliar no emagrecimento, especialmente na redução da gordura corporal e aumento da massa muscular. Por não haver comprovação de sua segurança e eficácia, em 2007 a ANVISA proibiu sua comercialização no Brasil. Desde então, o óleo de cártamo tem sido vendido como fonte natural de CLA.

Entretanto, segundo a ANVISA, o óleo de cártamo não possui CLA em sua composição. Na verdade, o óleo de cártamo é utilizado como matéria prima para a produção sintética de CLA, já que contém elevados teores (cerca de 80%) de ácido linoleico, o ômega-6. O que alguns fabricantes têm feito é adicionar CLA ilegalmente nas cápsulas de óleo de cártamo. Alguns lotes importados de óleo de cártamo já foram, inclusive, interditados pela ANVISA, pois continham mais de 70% de CLA em sua composição.

Apesar de alguns estudos em animais demonstrarem efeitos positivos do CLA na redução da gordura corporal, muitos ainda não comprovam este benefício. Além disso, alguns estudos demonstram efeitos colaterais após a utilização do CLA, como por exemplo, aumento da resistência insulínica, aumento da glicose e insulina de jejum, e redução dos níveis de HDL colesterol.

Quanto ao óleo de cártamo sem a adição (ilegal) de CLA, até o momento não existem estudos que comprovem sua eficácia no emagrecimento. E esqueça aquela velha história de que, se bem não faz, mal não fará! Qualquer nutriente em excesso pode gerar um desequilíbrio orgânico. O óleo de cártamo, como citado anteriormente, é rico em ácido linoleico, o ômega-6. Apesar de ser essencial para o organismo, este tipo de ácido graxo normalmente está presente em excesso na nossa alimentação. Quando consumido em demasia, o ômega-6 pode favorecer a inflamação subclínica no organismo – aquela que muitas vezes não apresenta sinais e sintomas, mas em compensação, pode desencadear sérios prejuízos à saúde como resistência insulínica, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e, inclusive, a obesidade!

Portanto, devemos ter muita cautela e senso crítico com promessas milagrosas para a perda de peso. O ideal é procurar um profissional capacitado para auxiliar na busca do equilíbrio do seu organismo, o que, consequentemente, levará a uma perda de peso saudável e uma maior qualidade de vida.

Gluten Free Internacional

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Acesse:glutenfreebrasil.com

domingo, 13 de março de 2011

Pós Graduação em Ortomolecular

Esse final de semana (12/03) iniciei uma pós graduação em Ortomolecular pela FAPES, São Paulo. Tivemos aula muito interessante com o famoso Efrain olszewer. Dentre as novidades foi citado o poder do Policosanol para modular as taxas de colesterol, inibindo o LDL oxidado e aumentando o HDL.
O policosanol é um fitoterápico da folha da cana-de-açúcar.

Abaixo o resumo de um trabalho que demonstra esses benefícios (retirado so site: care.diabetesjournals.org

Treatment of hypercholesterolemia in NIDDM with policosanol.
O Torres, A J Agramonte, J Illnait, R Más Ferreiro, L Fernández and J C
Fernández

Abstract
OBJECTIVE--To determine whether elevated levels of cholesterol and low-density lipoprotein (LDL) cholesterol in non-insulin-dependent diabetes mellitus (NIDDM) patients could be decreased by policosanol, a new cholesterol-lowering drug. NIDDM predisposes patients to coronary artery disease (CAD) through the direct action of hyperglycemia on the arteries as well as the dyslipidemia induced by NIDDM. RESEARCH DESIGN AND METHODS--This double-blind placebo-controlled trial was performed in 29 patients with NIDDM and hypercholesterolemia. After stable glycemic control was achieved by diet and/or oral hypoglycemic drugs, patients were instructed to follow a cholesterol-lowering diet for 6 weeks. Patients who met entry criteria received, under double-blind conditions, policosanol (5 mg) or placebo tablets twice a day for 12 weeks. RESULTS--Policosanol (10 mg/day) significantly reduced total cholesterol by 17.5% and LDL cholesterol by 21.8% compared with baseline and placebo. Furthermore, high-density lipoprotein (HDL) cholesterol was raised by 11.3% (not significant), and triglycerides showed a statistically nonsignificant decrease of 6.6%. These changes in lipid profile were similar to those induced by policosanol in nondiabetic patients with type II hyperlipoproteinemia. CONCLUSIONS--Glycemic control was unaffected by treatment. No clinically or biochemically adverse effects attributable to treatment were observed. Only one patient (placebo) withdrew from the trial because of an adverse experience (erythema). We concluded that policosanol is effective and safe in patients with NIDDM and hypercholesterolemia.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Benefícios da Romã



Os gregos antigos faziam oferendas à deusa Afrodite - a deusa do amor - com romãs, porque acreditavam que a fruta alimentava o amor. Outros a consideram símbolo da sorte e comem romãs na passagem de ano, guardando algumas sementes na carteira, para ter sorte o ano todo. Além de amor e sorte, a romã é a fruta da saúde, tantos são seus efeitos benéficos.

Os constituintes da fruta que tem propriedades terapêuticas vêm sendo intensamente estudados.

Os ácidos gálico, elágico e protocatequínico presentes na romã, barram moléculas que danificam a estrutura celular, desencadeando o câncer. Além deles, há doses concentradas de antocianinas, substâncias reconhecidamente anticancerígenas que lhe conferem a cor avermelhada.

Uma publicação recente no periódico científico Atherosclerosis, da Sociedade Européia de Aterosclerose, diz que a romã ajuda a reduzir os teores de colesterol. Médicos examinaram os níveis da gordura no sangue de 20 voluntários, antes e após o consumo diário do suco da fruta, e, assim, notaram que houve uma significativa queda do LDL, a fração do colesterol associada ao entupimento dos vasos.

E, ainda, os antioxidantes existentes na fruta são bastante eficientes para proteger o organismo dos radicais livres, os grandes agentes de envelhecimento da pele. Pesquisas realizadas na Universidade Hallym, na Coréia do Sul, apontaram que as células da pele tratadas com o extrato da romã, sentiram menos os efeitos da radiação ultravioleta.

Para usufruir de tantos predicados, a romã pode ser usada em sucos, salpicada em saladas ou como ingrediente de molhos ou sobremesas. Com a casca, é possível fazer chá, que preserva os benefícios da fruta e, ainda auxilia na redução dos sintomas da menopausa, já que possui ação similar ao estrogênio - hormônio cuja produção é diminuída com o envelhecimento, causando os sintomas desagradáveis nesse período.

Vale lembrar que os estudos não são conclusivos no que diz respeito à quantidade de consumo da fruta. A sugestão é incluí-la como parte de uma dieta saudável, associada a bons hábitos de vida. Sua safra ocorre entre os meses de fevereiro e abril, quando é possível encontrar mais oferta da fruta.


Fonte: Mundo Verde

sábado, 26 de fevereiro de 2011

DOENÇA CELÍACA

Alguns pacientes com hipersensibilidade ao glúten me perguntam se podem ter a Doença Celíaca. Eu acredito que alguns dos meus pacientes são sim celíacos, pois se encaixam nos sintomas atípicos da doença e com a dieta de eliminação apresentam melhora significativa de todos os sintomas. Mas, para o diagnóstico é necessário além dos exames de sangue uma biópsia intestinal para confirmação.
Resolvi postar sobre o assunto porque as dúvidas são muito frequentes.



A doença celíaca é uma intolerância permanente ao Glúten que acomete indivíduos com
predisposição genética.

Geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e o terceiro ano de vida (na introdução de alimentação à base de papinhas engrossadas com cereais proibidos, com bolachas, pão, sopinhas de macarrão...), podendo
surgir em qualquer idade, inclusive no adulto.

O glúten é uma proteína presente no TRIGO, na AVEIA, na CEVADA (no subproduto
da cevada, que é o MALTE) e no CENTEIO e em todos os
alimentos e produtos preparados com esses cereais.

O Glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos.

A fração tóxica do Glúten encontrada no TRIGO é chamada de Gliadina.

O Glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado prejudicando
a absorção dos nutrientes dos alimentos.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa. O quadro clínico mais comum é caracterizado por diarréia crônica acompanhada de barriga inchada e perda de peso, além de vômitos, anemia, atraso no crescimento, irritabilidade e apatia.

FORMA CLÁSSICA:

- Diarréia Crônica;

FORMA ATÍPICA:

- Baixa estatura;


- Anemia por deficiência de ferro refratária à ferroterapia oral, anemia por deficiência de folato e vitamina B12;


- Osteoporose;


- Hipoplasia do esmalte dentário;


- Artralgias ou artrites;


- Constipação intestinal refratária ao tratamento;


- Atraso puberal, irregularidade do ciclo menstrual;


- Esterilidade;


- Aborto de repetição;


- Ataxia, epilepsia (isolada ou associada a calcificação cerebral), neuropatia periférica, miopatia;


- Manifestações psiquiátricas (depressão, autismo, esquizofrenia);


- Úlcera aftosa recorrente;


- Elevação das enzimas hepáticas sem causa aparente;


- Fraqueza ou perda de peso sem causa aparente;


- Edema de aparição abrupta após infecção ou cirurgia;


GRUPOS DE RISCO:

- Familiares de primeiro grau de pacientes com doença celíaca;


- Anemia por deficiência de ferro refratária à ferroterapia oral;


- Redução da densidade mineral óssea;


- Atraso puberal ou baixa estatura sem causa aparente;


- Portadores de doenças auto-imunes como diabetes melito insulino dependente, tireoidite auto-imune, deficiência seletiva de IgA, síndrome de Sjögren, colestase auto-imune, miocardite auto-imune;


- Síndrome de Down;


- Síndrome de Turner;


- Síndrome de Williams;


- Infertilidade;


- História de aborto espontâneo;


- Dermatite herpetiforme

Informações retiradas do site: http://www.semgluten.com.br