Quem sou eu
- Andréa Gigliotti Moreira Costa
- *Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Firmicutes e bacteriodetes
No Congresso Internacional de Nutrição Funcional ano passado foi falado sobre os firmicutes e os bacteriodetes, bactérias intestinais ligadas ao aumento de peso corporal. Essa teoria demonstra a importânia de termos um intestino saudável rico em bactérias probióticas para manter o peso saudável.
Abaixo um texto interessante do médico Wilson Randó Jr.
"Firmicutes e bacteriodetes atuam no processo digestivo de alguns animais e já criaram fama por conta de uma nova teoria que tenta ligá-las à obesidade. Para os pesquisadores, quando estão em desequilíbrio, havendo predominância das firmicutes, é certo que haverá aumento de peso.
A razão é simples: as firmicutes podem converter carboidratos complexos, que usualmente não digerimos, em açúcares simples como a glicose. Com isso, o alimento que eliminaríamos sem ser digerido é absorvido e utilizado para gerar mais gordura.
A teoria foi testada em cobaias - um grupo com bactérias intestinais normais, outro sem firmicutes. Os ratinhos submeteram-se a dieta rica em gordura e açúcares e os resultados surpreenderam: os pequenos roedores sem firmicutes permaneceram esbeltos. Conclusão óbvia: as firmicutes ajudam a elaborar um excesso de calorias que irá se depositar como gordura.
É esperar para ver A supressão de bactérias intestinais “engordativas” poderia ser uma arma contra a crescente onda de obesidade, mas ainda não sabemos os efeitos colaterais que surgiriam. Até alguém decifrar com segurança vantagens e riscos de novos métodos, esse é o modo inteligente de emagrecer com saúde: dieta adequada ao tipo metabólico, menor ingestão de carboidratos de maneira geral, limitar gorduras e fazer exercícios. Se você já está ligado, vá em frente. É receita de saúde".
domingo, 7 de agosto de 2011
EFEITO DOS ADOÇANTES ARTIFICIAIS NO PESO CORPORAL
No dia 11/05/11, o site UOL Notícias publicou, no setor Ciências e Saúde, a matéria “Refrigerantes com zero caloria não ajudam a emagrecer”, na qual demonstrou que os refrigerantes adoçados com adoçantes artificiais não favorecem a saciedade e ainda podem aumentar o consumo alimentar no indivíduo, contribuindo para o aumento de peso. A matéria ainda afirma que o aumento do peso corporal pode ocorrer devido a mecanismos biológicos, que envolvem, além da diminuição da saciedade, costume do paladar e maior absorção de nutrientes na digestão, e a fatores psicológicos, de compensação de calorias não ingeridas pelos adoçantes, aumentando o consumo de outros alimentos.
De fato, a literatura comprova a maior parte dessas afirmações por meio de estudos englobando a administração de adoçantes artificiais, tanto em ratos quanto em indivíduos. O fator mais observado na maioria dos estudos é a direta relação entre aumento de peso e o consumo de adoçantes artificiais, tanto inserido em bebidas quanto em alimentos semissólidos, como o iogurte. Tal relação pode também ser observada em estudos populacionais americanos, onde observamos que o aumento do consumo de adoçantes artificiais coincide com o aumento do número de indivíduos obesos (IMC > 30).
De acordo com a literatura, a principal razão para a ocorrência do aumento de peso seria um aumento na ingestão de alimentos, mas ainda não se sabe ao certo como isto ocorre. Algumas hipóteses tem sido levantadas e uma delas seria que os adoçantes artificiais promoveriam este aumento através da falha na diminuição da atividade do hipotálamo (centro da fome no cérebro) e da baixa ativação do sistema dopaminérgico mesolímbico, reponsável pela sensação de satisfação, após a ingestão de algum alimento. Assim, a falta da saciedade, juntamente com a constante estimulação da fome, manteria o comportamento por procura de alimento no indivíduo, aumentando sua ingestão alimentar.
Outra hipótese estaria relacionada com a desregulação da ativação da fase cefálica da digestão. Normalmente, quando ingerimos um alimento com açúcar, o sabor doce deste promove a ativação do que chamamos de fase cefálica da digestão, que consta na preparação do corpo para a chegada de tal alimento, incluindo tanto a liberação de enzimas e outras substâncias que participam da digestão quanto a regulação energética corpórea. No entanto, o alto consumo de adoçantes artificiais em preparações não calóricas (ex: refrigerantes, café, e outras bebidas) promoveria uma desregulação na capacidade do sabor doce de ativar tal fase cefálica, resultando em um prejuízo da regulação energética, principalmente quando forem consumidos alimentos doces e calóricos, e levando a um aumento da ingestão calórica.
Os tipos de adoçantes que foram mais correlacionados com este efeito no aumento de peso são a sacarina sódica e o acessulfame de potássio. Em relação à estévia, os resultados são controversos, já que há poucos estudos realizados a fim de certificar tal efeito; em um estudo, os autores afirmam que não há relação entre o consumo de estévia antes da refeição e o aumento de consumo de alimentos durante a mesma. Porém, em outro estudo, observa-se que a estévia tem efeito similar ao da sacarina no aumento de peso. Já para o aspartame, foi observado um interessante resultado: uma vez encapsulado e administrado em adultos saudáveis, não foi observado um ganho de peso. Porém, se administrado na forma de pó, onde os indivíduos conseguem sentir o sabor doce, há um aumento considerável no peso corporal, por meio do aumento da fome e da ingestão de alimentos. Isto, talvez, fundamente as hipóteses citadas acima, já que ambas são acionadas a partir da sensação do sabor doce.
Alguns estudos ainda observaram que tanto a falta de saciedade quanto a desregulação da fase cefálica, provocados pelos adoçantes artificias, se prolongam por certo tempo após a retirada do adoçante da dieta do indivíduo. Isto mostra que tais alterações metabólicas, promovidas pelo alto consumo de adoçantes, não são dependentes da presença dos mesmos para se manterem e, também, não se sabe quanto tempo o corpo leva para reverter tal situação.
A partir da literatura revisada, podemos então afirmar que a escolha de bebidas e preparações adoçadas com açúcar é melhor do que as adoçadas com adoçantes artificiais? Não. O açúcar é um alimento altamente calórico e que não possui quase nenhum nutriente, podendo seu excesso gerar uma série de doenças. Além disso, alguns estudos verificam a hipótese de que o açúcar apresenta um potencial viciante, já que ao ser ingerido desencadeia uma série de alterações neuroquímicas no corpo, similares à administação de drogas, como morfina, que promovem a liberação de opioides e dopaminas, as quais levam ao vício.
E qual seria a solução para tal impasse? Reduzir a utilização de açúcares e adoçantes artificiais em bebidas, bem como a ingestão de bebidas industrializadas já adoçadas. Tal medida visaria modificar os costumes do indivíduo a fim de diminuir a preferência deste por alimentos e bebidas altamente doces. Como substituto ao açúcar, bem como aos adoçantes, o mel tem sido cotado como melhor opção. Estudos que o compararam com o açúcar, observaram que ele promove um menor ganho de peso, diminuição na taxa sanguínea de triglicérides e, ainda, diminui a adiposidade. Desta forma, através da reeducação alimentar, pode-se reduzir o consumo de alimentos adoçados e optar por soluções mais saudáveis no momento de substituir o açúcar ou adoçante, evitando um possível ganho de peso e contribuindo para uma melhora na qualidade de vida e na saúde da população.
texto retirado do site: www.vponline.com.br
De fato, a literatura comprova a maior parte dessas afirmações por meio de estudos englobando a administração de adoçantes artificiais, tanto em ratos quanto em indivíduos. O fator mais observado na maioria dos estudos é a direta relação entre aumento de peso e o consumo de adoçantes artificiais, tanto inserido em bebidas quanto em alimentos semissólidos, como o iogurte. Tal relação pode também ser observada em estudos populacionais americanos, onde observamos que o aumento do consumo de adoçantes artificiais coincide com o aumento do número de indivíduos obesos (IMC > 30).
De acordo com a literatura, a principal razão para a ocorrência do aumento de peso seria um aumento na ingestão de alimentos, mas ainda não se sabe ao certo como isto ocorre. Algumas hipóteses tem sido levantadas e uma delas seria que os adoçantes artificiais promoveriam este aumento através da falha na diminuição da atividade do hipotálamo (centro da fome no cérebro) e da baixa ativação do sistema dopaminérgico mesolímbico, reponsável pela sensação de satisfação, após a ingestão de algum alimento. Assim, a falta da saciedade, juntamente com a constante estimulação da fome, manteria o comportamento por procura de alimento no indivíduo, aumentando sua ingestão alimentar.
Outra hipótese estaria relacionada com a desregulação da ativação da fase cefálica da digestão. Normalmente, quando ingerimos um alimento com açúcar, o sabor doce deste promove a ativação do que chamamos de fase cefálica da digestão, que consta na preparação do corpo para a chegada de tal alimento, incluindo tanto a liberação de enzimas e outras substâncias que participam da digestão quanto a regulação energética corpórea. No entanto, o alto consumo de adoçantes artificiais em preparações não calóricas (ex: refrigerantes, café, e outras bebidas) promoveria uma desregulação na capacidade do sabor doce de ativar tal fase cefálica, resultando em um prejuízo da regulação energética, principalmente quando forem consumidos alimentos doces e calóricos, e levando a um aumento da ingestão calórica.
Os tipos de adoçantes que foram mais correlacionados com este efeito no aumento de peso são a sacarina sódica e o acessulfame de potássio. Em relação à estévia, os resultados são controversos, já que há poucos estudos realizados a fim de certificar tal efeito; em um estudo, os autores afirmam que não há relação entre o consumo de estévia antes da refeição e o aumento de consumo de alimentos durante a mesma. Porém, em outro estudo, observa-se que a estévia tem efeito similar ao da sacarina no aumento de peso. Já para o aspartame, foi observado um interessante resultado: uma vez encapsulado e administrado em adultos saudáveis, não foi observado um ganho de peso. Porém, se administrado na forma de pó, onde os indivíduos conseguem sentir o sabor doce, há um aumento considerável no peso corporal, por meio do aumento da fome e da ingestão de alimentos. Isto, talvez, fundamente as hipóteses citadas acima, já que ambas são acionadas a partir da sensação do sabor doce.
Alguns estudos ainda observaram que tanto a falta de saciedade quanto a desregulação da fase cefálica, provocados pelos adoçantes artificias, se prolongam por certo tempo após a retirada do adoçante da dieta do indivíduo. Isto mostra que tais alterações metabólicas, promovidas pelo alto consumo de adoçantes, não são dependentes da presença dos mesmos para se manterem e, também, não se sabe quanto tempo o corpo leva para reverter tal situação.
A partir da literatura revisada, podemos então afirmar que a escolha de bebidas e preparações adoçadas com açúcar é melhor do que as adoçadas com adoçantes artificiais? Não. O açúcar é um alimento altamente calórico e que não possui quase nenhum nutriente, podendo seu excesso gerar uma série de doenças. Além disso, alguns estudos verificam a hipótese de que o açúcar apresenta um potencial viciante, já que ao ser ingerido desencadeia uma série de alterações neuroquímicas no corpo, similares à administação de drogas, como morfina, que promovem a liberação de opioides e dopaminas, as quais levam ao vício.
E qual seria a solução para tal impasse? Reduzir a utilização de açúcares e adoçantes artificiais em bebidas, bem como a ingestão de bebidas industrializadas já adoçadas. Tal medida visaria modificar os costumes do indivíduo a fim de diminuir a preferência deste por alimentos e bebidas altamente doces. Como substituto ao açúcar, bem como aos adoçantes, o mel tem sido cotado como melhor opção. Estudos que o compararam com o açúcar, observaram que ele promove um menor ganho de peso, diminuição na taxa sanguínea de triglicérides e, ainda, diminui a adiposidade. Desta forma, através da reeducação alimentar, pode-se reduzir o consumo de alimentos adoçados e optar por soluções mais saudáveis no momento de substituir o açúcar ou adoçante, evitando um possível ganho de peso e contribuindo para uma melhora na qualidade de vida e na saúde da população.
texto retirado do site: www.vponline.com.br
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O que é sensibilidade ao glúten?
A sensibilidade ao glúten consiste em uma condição clínica em que os indivíduos apresentam alguns sinais e sintomas após a ingestão de alimentos que contenham glúten, como dor abdominal, fadiga (sintoma muito frequente), dores de cabeça, dentre outros.
Diferentemente da doença celíaca e da alergia ao trigo, a sensibilidade ao glúten não envolve mecanismos alérgicos ou autoimunes, por isso seus sintomas são menos graves. Na sensibilidade ao glúten, os pacientes são incapazes de tolerar o glúten e desenvolvem uma reação adversa que normalmente não leva a danos no intestino delgado. Além disso, os indivíduos podem apresentar melhora significativa com a exclusão do glúten da dieta. O glúten está presente em alimentos como trigo, aveia, centeio, cevada e malte.
Normalmente, o diagnóstico é feito por exclusão: com a retirada e reintrodução monitorada dos alimentos que contêm glúten. Assim, primeiramente são descartadas as hipóteses de doença celíaca, alergia ao trigo, diabetes tipo 1, doenças inflamatórias intestinais e infecção por Helicobacter pylori. Posteriormente, relaciona-se que os sintomas foram desencadeados pela exposição ao glúten e aliviados por sua exclusão.
O estudo de Sapone e colaboradores buscou compreender as semelhanças e diferenças entre a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten. Os autores avaliaram a expressão de genes humanos associados com a função de barreira intestinal, bem como a imunidade inata e adaptativa nessas duas condições clínicas. Os pesquisadores observaram que a doença celíaca e a sensibilidade ao glúten são condições clínicas distintas causadas por diferentes respostas da mucosa intestinal ao glúten.
Esta pesquisa mostrou também que a doença celíaca é uma condição mais complexa, em que ocorre interação entre o aumento da permeabilidade intestinal, lesão da mucosa, fatores ambientais associados com exposição ao glúten e predisposição genética. As lesões típicas intestinais da doença celíaca são mediadas por vias efetoras da resposta imune inata e adaptativa. De maneira diferente, a sensibilidade ao glúten está associada com ativação predominante da resposta imune inata, com ausência de alterações detectáveis na função de barreira da mucosa intestinal.
texto retirado do site nutritotal.com.br
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Congresso Consulfarma
Estive presente no final de semana do dia 08/07/2011 no 6º Congresso Internacional da Consulfarma. Foi apresentado as últimas novidades na área dos nutracêuticos.
Dentre eles o Fosfolipídios do Caviar Ártico
Assim como no corpo humano, os fosfolipídios do caviar são componentes gordurosos formados por ácidos graxos combinados com o fósforo, encontrados em grande quantidade nas proteínas das membranas celulares (onde facilitam a passagem de gorduras para dentro e para fora da célula) e no sangue (onde atuam no transporte de gorduras). Logo, quando eles se associam aos fosfolipídios das células humanas, os fosfolipídios do Caviar Ártico potencializam toda a estrutura de defesa da membrana celular que, por conseqüência, resulta em benefícios à pele:
• Reduzem o processo inflamatório em peles envelhecidas e expostas à radiação ultravioleta;
• Reduzem o processo inflamatório clínico e a resposta imunológica no processo de psoríase;
• Melhoram a hidratação cutânea;
• Promovem o equilíbrio hídrico da pele;
• Apresentam efeito imunomodulatório;
• Podem melhorar condições cutâneas como dermatite atópica, acne e rosácea, psoríase e outras desordens inflamatórias e autoimunes da pele.
fonte: http://biotecdermo.com.br/blog/?tag=fosfolipideos-do-caviar
Dentre eles o Fosfolipídios do Caviar Ártico
Assim como no corpo humano, os fosfolipídios do caviar são componentes gordurosos formados por ácidos graxos combinados com o fósforo, encontrados em grande quantidade nas proteínas das membranas celulares (onde facilitam a passagem de gorduras para dentro e para fora da célula) e no sangue (onde atuam no transporte de gorduras). Logo, quando eles se associam aos fosfolipídios das células humanas, os fosfolipídios do Caviar Ártico potencializam toda a estrutura de defesa da membrana celular que, por conseqüência, resulta em benefícios à pele:
• Reduzem o processo inflamatório em peles envelhecidas e expostas à radiação ultravioleta;
• Reduzem o processo inflamatório clínico e a resposta imunológica no processo de psoríase;
• Melhoram a hidratação cutânea;
• Promovem o equilíbrio hídrico da pele;
• Apresentam efeito imunomodulatório;
• Podem melhorar condições cutâneas como dermatite atópica, acne e rosácea, psoríase e outras desordens inflamatórias e autoimunes da pele.
fonte: http://biotecdermo.com.br/blog/?tag=fosfolipideos-do-caviar
As consequências do leite de vaca
Recebi este e-mail e estou compartilhando com vocês.
Muitas informações contidas neste texto são comprovadas por artigos científicos. Outras são comprovadas pelo melhor teste que existe e que supera os melhores artigos científicos: A PRÁTICA CLÍNICA! Esta é sem dúvida a melhor prova que temos quando suspeitamos se um alimentos nos faz mal.
"Tudo o que você sabe sobre leite de vaca e laticínios é, provavelmente, parte do MITO da indústria leiteira. O leite de vaca é um fluido insalubre de animais doentes que contém uma gama ampla de substâncias perigosas e causadoras de doenças e que tem efeito cumulativo prejudicial sobre todos os que o consomem.
Conteúdo básico:
TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. (O leite da vaca pode conter resíduos de tudo o que a vaca come... inclusive coisas como
restos radiativos de testes nucleares - não esqueçam o problema do estrôncio-90 na década de 50).
As principais causas de morte ( http://webapp.cdc.gov/sasweb/ncipc/leadcaus.html - 1998) são, nos Estados Unidos:
1. 724.859 doenças coronarianas (pensem em gordura e colesterol: carne,
laticínios)
2. 541.532 neoplasias malignas (câncer: pensem em toxinas, leite,laticínios)
2a. 250.000 sistema médico (drogas, remédios etc. Pensem em ignorância /incompetência)
3. 158.448 problemas cérebro-vasculares (pensem em carne, leite, laticínios)
4. 112.584 bronquite, enfizema, asma (pensem em toxinas, leite, laticínios)
5. 97.835 injeções não intencionais e efeitos colaterais
6. 91.871 pneumonia e gripe (pensem em sistema imunológico enfraquecido e
muco)
7. 64.751 diabete (pensem em leite/laticínios)
7a. 40.000+ atropelamentos (homens, mulheres e crianças)
8. 30.575 suicídios (pensem em distúrbios comportamentais)
9. 26.182 nefrite (doença de Bright: inflamação dos rins)
10. 25.192 doenças do fígado (pensem em álcool e outras toxinas)
(2a e 7a adicionados para completar os dados)
COMBUSTÍVEL DO CÂNCER
Daqueles 59 hormônios do leite, um é um poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico entre vacas e seres humanos. Considere que este hormônio serve de "combustível" para qualquer câncer... (o mundo médico diz que IGF-1 é um fator-chave no
crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon, e suspeitamos que, provavelmente, deve promover TODOS os cânceres).
IGF-1 é parte normal de TODO leite... espera-se que o recém-nascido cresça com rapidez! Por que os 50% de consumidores americanos que são obesos pensam que precisam crescer MAIS? Os consumidores não pensam nada a esse respeito,porque não têm a mínima idéia do problema... assim como seus médicos. (Ver em http://www.notmilk.com/igf1time.txt uma cronologia.)
QUANTIDADE
Cada mordida de queijo duro tem DEZ VEZES mais do que havia naquele gole de
leite, porque são necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. Cada mordida no sorvete tem 12 vezes... e cada passada de manteiga,21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura de um gole de leite.
MONSANTO E rbGH (Posilac)
A indústria química Monsanto, fabricante de belos venenos como DDT, agente
laranja, Roundup e outros, gastou cerca de meio bilhão de dólares para
inventar uma injeção que fizesse as vacas produzir MAIS leite (para um
mercado já estupidamente subsidiado pelo contribuinte americano).
Infelizmente, criaram CINCO erros em seu Posilac (rbGH) injetável que
afetaram diretamente todos os animais usados nos testes, mas o importante
relatório que os descrevia (Richard, Odaglia & Deslex, 1989) foi oculto de
todos pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam ler
este relatório (antes que fosse roubado), o bastante para proibir o rbGH em
seu país.
O Posilac da Monsanto cria mais IGF-1 no leite: até 80% mais.
A FDA (Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos) insiste que
o IGF-1 é destruído no estômago. Se isso for verdade, a FDA acaba de provar
que amamentar não pode dar certo. O bom senso diz que sua "descoberta" é
ridícula, porque este fator de crescimento FAZ o bezerro crescer (com
rapidez, como pretendia a mãe natureza). Visite o Comitê de Educação sobre
Laticínios, em http://www.notmilk.com/deb/100399.html para ler um estudo
sobre LATICÍNIOS que confirma que a FDA há anos mente sobre isso.
AUMENTO DO IGF-1
Este estudo foi realizado com dois grupos. Um consumia 360g de leite por
dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária
dos Estados Unidos) de 720g (três xícaras). Neste estudo observou-se que os
participantes que consumiam 360g de leite pro dia TIVERAM UM AUMENTO DE 10%
NO NÍVEL DE IGF-1 NO SORO SANGÜÍNEO! Agora, considere que POR DIA, de TODAS as fontes, o consumidor típico de leite e laticínios ingere cerca de 39% de sua dieta em leite... e que os 10% de aumento tornam-se "a ponta do
iceberg". Não temos NENHUMA idéia sobre a diferença entre nenhum laticínio e
muito laticínio, mas levando em conta as taxas de câncer ela deve ser
significativa.
GORDURA
Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura.
Leite a "2%": 35% das calorias vêm da gordura.
Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura.
Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.
Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura. Muita gente não tem idéia
de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios. Talvez os 54%
de americanos obesos precisem entender que leite, sorvete, queijo, iogurte e
todos os OUTROS produtos que usam derivados do leite (caseína, soro,
lactose, colostro) são provavelmente uma causa importante de seus problemas
de peso e saúde.
CÁLCIO
Cálcio? Onde é que as vacas arranjam cálcio para seus ossos enormes? Sim,
das plantas! O cálcio que consomem das plantas têm boa quantidade de
magnésio, necessário para que o corpo absorva e USE o cálcio.
O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil, porque o leite tem conteúdo
insuficiente de magnésio (as nações com mais alto nível de consumo de leite
e laticínios também têm o maior nível de osteoporose. Prova? Que tal um
estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?)
Leia mais a respeito (em inglês) em:
http://www.notmilk.com/deb/030799.html Artigo sobre o estudo das 78,000
enfermeiras
http://www.notmilk.com/deb/092098.html CÁLCIO E DOENÇAS DOS OSSOS
http://www.notmilk.com/badbones.html QUEM FICA COM OSSOS DOENTES?
http://www.notmilk.com/bonehead.txt (mais recente) OSSOS QUE ALEIJAM
http://www.notmilk.com/calcium/index.html Informações reunidas
O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Não importa;
nenhum dos dois é muito útil, porque para ser absorvido e utilizado PRECISA
haver quantidade igual de MAGNÉSIO (como existe nas folhas verdes que as
vacas comem para conseguir todo o cálcio de que precisam para seus ossos
enormes). O leite só tem magnésio suficiente para que se aborvam cerca de
11% do cálcio (33mg por xícara).
Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:
Cálcio, Ca - 291,336 mg
Magnésio, Mg - 32,794 mg
A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias
recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio é utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1... só 98,38mg do cálcio é aproveitável.
PROTEÍNA
O leite pode ser considerado "carne líquida" por causa de seu alto conteúdo
de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR
cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite
e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.
O MITO DA PROTEÍNA COMPLETA
Leite: 87% do leite é água. Uma água MUITO cara.
Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é:
água: 87%
gordura: 3,25%
caseína: 4%
outras proteínas: 1%
outras substâncias: 4,75%
80% da proteína do leite é caseína. A caseína é um aglutinante poderoso, um
polímero usado para fazer plásticos, e uma cola ótima para mobílias
resistentes ou para colar rótulos de cerveja. É usada como aglutinante em
milhares de alimentos industrializados, como "caseinato de alguma coisa".
Caseína é um alérgeno poderoso, uma histamina que cria grande quantidade de
muco. O único remédio encontrado no corpo da atleta olímpica Flo-Jo (que
faleceu há alguns anos) era Benadryl, um anti-histamínico poderoso que ela
usou para combater sua última refeição: pizza. Ver a história toda em
http://www.notmilk.com/deb/092198.html ,
http://www.notmilk.com/deb/111598.html e
http://www.notmilk.com/deb/112398.html .
BACTÉRIAS
Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de
bactérias. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de
chagar à sua mesa - a cada vez por apenas 15 segundos a 72°C.
Para esterilizar a água, exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários
minutos. Que disparidade!
Não esqueça que à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA
a cada 20 minutos. Não admira que o leite azede tão depressa.
PUS
UM centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células
somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser
retirado do mercado.
Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões
de células de pus por litro.
1 xícara = 236,5882 c3 ~ 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias
720g (3 xícaras) = 532.323.450 células de pus e 14.220.000 bactérias
(ingestão diária "recomendada")
A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus por
litro.
Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a este nível e ainda
assim estar na SUA mesa.
COLESTEROL
O conteúdo de colesterol daquelas três xícaras de leite é igual ao de 53
fatias de bacon. Conhece algum médico que aprove essa quantidade de bacon
por dia?
KOSHER
Leite e laticínios são "kosher" (aprovados pela lei judaica)? Pense nisso:
"D-3 é sempre derivada de um animal. A reação à luz do sol que converte 7-dehidroicolesterol em vitamina D-3 é uma reação química "pura" que acontece em determinadas células da sua pele."
"A pró-vitamina conhecida como 7-dehidrocolesterol é extraída e isolada da pele de mamíferos, e purificada." (Marian Herbert, da Workshop de Vitamina D da Universidade da Califórnia).
A vitamina D-3 vem de quatro fontes diferentes: pele de porco, pele de ovelha, fígado de peixe cru e cérebro de porcos. Na maior parte dos casos, a vitamina D-3 é extraída da pele de porcos e vendida a fábricas de laticínios.
Resposta curta a "leite é kosher?": Provavelmente não.
MAIS ALGUNS FATOS
Gordura e colesterol. Montes deles. Na "pirâmide alimentar" pró-laticínios da USDA, em conjunto o leite, os laticínios e a carne não deveriam representar mais do que 8% da dieta. Estatisticamente, pelo volume de vendas num país com 281 milhões de americanos, acontece que quase 40% da dieta consistem de LEITE E LATICÍNIOS... sem contar a carne.
O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie. Há lactoferrinas e imunoglobulinas especiais (imunizantes específicos da vaca) que servem de alérgenos para seres humanos.
LEUCEMIA
60% das vacas leiteiras dos Estados Unidos têm o vírus da leucemia.
DIABETES
A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes (e razão fundamental para NÃO dar leite de vaca a lactentes.)
MAL DE CROHN
A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como "Mal de Johne". Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização. Às vezes, as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a síndrome do intestino sensível ou doença de Crohn.
DOENÇA DA VACA LOUCA
Também pode haver príons no leite e na carne. Príons são uma substância cristalina que age como um vírus, com período de incubação de 5 a 30 anos. O resultado final é a DOENÇA DA VACA LOUCA.
HOMOGENEIZAÇÃO
Moléculas grandes de gordura não podem passar para a corrente sangüínea através da parede instestinal. O creme não cresce mais quando é batido porque a homogeneização quebra essas moléculas grandes em pedaços menores que PASSAM para a corrente sangüínea! Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.)
chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.
EFEITOS CUMULATIVOS
Como isso afeta seres humanos que consomem leite de vaca e laticínios?
Obesidade (mais de 50% dos americanos, e a proporção não pára de crescer), doenças cardíacas, câncer, alergias, problemas digestivos, diabetes, asma, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e a ingestão constante de dioxinas, herbicidas, inseticidas (e tudo o mais que a vaca come e que não é bom para as pragas), fazendo com que tudo isso acabe armazenado na
gordura HUMANA... Nada disso pode ser saudável.
Os que resistem a acreditar na verdade deveriam entender que A MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose do leite de vaca. Até 95% da população negra, cerca de 53% dos hispânicos etc. Chega disso de o leite de vaca ser "o alimento perfeito da natureza" para seres humanos! A mãe natureza sabe bem o que faz.
Questão de bom senso: Onde estava esta campanha maciça de "o leite é o máximo" antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa?
Quando as vacas só davam de meio a dois litros de leite por dia, ele era rapidamente transformado em MANTEIGA e queijo! Agora que as mesmas vacas foram "bombadas" com injeções de Posilac para produzir até 26kg ou mais de leite por dia... durante o ano quase todo... de repente ele se torna um "alimento básico" cotidiano. COMO É QUE É?
RESPOSTAS A ALGUMAS PERGUNTAS:
P: O que é SORO?
O soro é o que sobra quando se retira a GORDURA e a CASEÍNA do leite. Ao fazer queijo, a parte talhada se transforma no queijo.
Os principais componentes do soro são a albumina sérica bovina e a lactalbumina. Há outros hormônios contidos no soro.
P: O que acontece com os 59 hormônios, vários alérgenos, herbicidas, pesticidas, dioxinas, até 52 antibióticos, quando se fabrica queijo?
R: Tudo se concentra.
P: E quando se faz manteiga?
R: Os alérgenos se perdem; mas dioxinas, pesticidas e antibióticos permanecem na gordura.
P: E no sistema digestivo?
R: Os hormônios esteróides sobrevivem, assim como dioxinas e antibióticos.
No leite homogeneizado, os hormônios proteicos sobrevivem. Dependendo do pH gástrico, alguns hormônios proteicos do queijo sobrevivem, mas não todos.
Onze hormônios esteróides sobrevivem
P: E aí, o que acontece?
R: Às vezes, tudo se decompõe, mas não antes que os mensageiros químicos (hormônios) "entreguem sua mensagem".
Cada um desses hormônios e proteínas funciona de maneira diferente e tem taxas diferentes de degradação. No fim das contas, todos sobrevivem até certo ponto, e os efeitos são cumulativos.
As respostas são uma cortesia do NotMilkMan ( notmilkman@notmilk.com)
LEITE: Que surpresa!
Citação:
"Não é natural para seres humanos beber leite de vaca. O leite humano é para
seres humanos. O leite de vaca é para bezerros. Você precisa tanto de leite
de vaca quanto precisa de leite de rata, leite de égua ou leite de elefante.
O leite de vaca é um fluido com alto teor de gordura projetado para
transformar um bezerrinho recém-nascido de 35 quilos numa vaca de 200. É
para isso que serve o leite de vaca!"
Dr. Michael Klaper, médico
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Pela tradução,
Beatriz Medina
Rio de Janeiro, Brasil
terça-feira, 5 de julho de 2011
Vitamina E – conheça a importância desta vitamina.
A vitamina E está entre um dos nutrientes de maior função antioxidante no organismo.
Sua ingestão adequada diminui o processo de envelhecimento das células e atua na proteção contra doenças crônicas como as cardiovasculares, câncer e diabetes. Diminui, ainda, os efeitos das toxinas ambientais.
As principais fontes de vitamina E são os óleos vegetais, gérmen de trigo, sementes e oleaginosas, cereais integrais, abacate, frutas vermelhas, aspargos, vegetais folhosos verdes escuros e tomates.
Vitamina E x Câncer
Devido a sua ação antioxidante, atuando no combate e/ou neutralização da ação dos radicais livres, a vitamina E tem uma potente atividade anticancerígena, inibindo a proliferação de células epiteliais pré-neoplásicas e neoplásicas. Os estudos realizados com a vitamina E sugerem redução significante da incidência do câncer de próstata com a ingestão deste nutriente.
Vitamina E x Doenças Cardiovasculares
Estudos sugerem que a vitamina E exerce papel importante na redução do risco de infarto. Isso ocorre devido ao seu potente efeito antioxidante. A vitamina E evita a agregação plaquetária, prevenindo contra aterosclerose e aumento do LDL-colesterol (colesterol ruim).
Vitamina E x Exercício Físico
Para praticantes de atividades físicas, a vitamina E associada a outros antioxidantes, é capaz de reduzir os danos dos radicais livres produzidos durante o exercício e permite a manutenção das defesas antioxidantes.
Vitamina E x Diabetes
A suplementação de vitamina E tem demonstrado ação antiinflamatória e antioxidante em pacientes diabéticos.
Vitamina E x Mal de Parkinson
O consumo de vitamina E pode proteger o organismo contra o desenvolvimento do mal de Parkinson devido a seu efeito neuroprotetor.
Diversas pesquisas realizadas com a vitamina E sugerem outras funções no organismo, entre elas: melhora da circulação sanguínea, auxiliar no alívio dos sintomas da TPM, na prevenção de catarata e cãibras, febre reumática, artrite, distúrbios menstruais, displasias mamárias, aborto espontâneo e esterilidade.
Para garantir adequada absorção de vitamina E, seu consumo deve ser associado às gorduras na dieta (preferencialmente os óleos vegetais), por se tratar de uma vitamina lipossolúvel, ou seja, solúvel em gordura.
Referências bibliográficas:
Paschoal, V. Suplementação Funcional Magistral: dos nutrientes aos compostos bioativos. São Paulo: Valeria Paschoal Editora LTDA., 2008.
Carreiro, D. Entendendo a importância do processo alimentar.
Fonte: Bruna Murta – Nutricionista da rede Mundo Verde.
Sua ingestão adequada diminui o processo de envelhecimento das células e atua na proteção contra doenças crônicas como as cardiovasculares, câncer e diabetes. Diminui, ainda, os efeitos das toxinas ambientais.
As principais fontes de vitamina E são os óleos vegetais, gérmen de trigo, sementes e oleaginosas, cereais integrais, abacate, frutas vermelhas, aspargos, vegetais folhosos verdes escuros e tomates.
Vitamina E x Câncer
Devido a sua ação antioxidante, atuando no combate e/ou neutralização da ação dos radicais livres, a vitamina E tem uma potente atividade anticancerígena, inibindo a proliferação de células epiteliais pré-neoplásicas e neoplásicas. Os estudos realizados com a vitamina E sugerem redução significante da incidência do câncer de próstata com a ingestão deste nutriente.
Vitamina E x Doenças Cardiovasculares
Estudos sugerem que a vitamina E exerce papel importante na redução do risco de infarto. Isso ocorre devido ao seu potente efeito antioxidante. A vitamina E evita a agregação plaquetária, prevenindo contra aterosclerose e aumento do LDL-colesterol (colesterol ruim).
Vitamina E x Exercício Físico
Para praticantes de atividades físicas, a vitamina E associada a outros antioxidantes, é capaz de reduzir os danos dos radicais livres produzidos durante o exercício e permite a manutenção das defesas antioxidantes.
Vitamina E x Diabetes
A suplementação de vitamina E tem demonstrado ação antiinflamatória e antioxidante em pacientes diabéticos.
Vitamina E x Mal de Parkinson
O consumo de vitamina E pode proteger o organismo contra o desenvolvimento do mal de Parkinson devido a seu efeito neuroprotetor.
Diversas pesquisas realizadas com a vitamina E sugerem outras funções no organismo, entre elas: melhora da circulação sanguínea, auxiliar no alívio dos sintomas da TPM, na prevenção de catarata e cãibras, febre reumática, artrite, distúrbios menstruais, displasias mamárias, aborto espontâneo e esterilidade.
Para garantir adequada absorção de vitamina E, seu consumo deve ser associado às gorduras na dieta (preferencialmente os óleos vegetais), por se tratar de uma vitamina lipossolúvel, ou seja, solúvel em gordura.
Referências bibliográficas:
Paschoal, V. Suplementação Funcional Magistral: dos nutrientes aos compostos bioativos. São Paulo: Valeria Paschoal Editora LTDA., 2008.
Carreiro, D. Entendendo a importância do processo alimentar.
Fonte: Bruna Murta – Nutricionista da rede Mundo Verde.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Influências nutricionais na psoríase.
Resumo:
ARAUJO, Maria Lúcia Diniz; BURGOS, Maria Goretti P. de A. and MOURA, Isis Suruagy Correia. Influências nutricionais na psoríase. An. Bras. Dermatol. [online]. 2009, vol.84, n.1, pp. 90-92. ISSN 0365-0596. doi: 10.1590/S0365-05962009000100016.
A psoríase é uma doença inflamatória de pele, mediada por células T, hereditária, que sofre influência ambiental. Ingestão elevada de ômega-3, jejum, dietas hipocalóricas e vegetarianas mostram efeitos benéficos. Alguns pacientes que apresentam anticorpos antigliadina IgA/IgG, com sensibilidade ao glúten, melhoram após a retirada deste. O calcitriol é usado no tratamento tópico. Ingestão de álcool pode exacerbar a doença. Neste trabalho, analisam-se fatores dietéticos e descrevem-se seus benefícios na psoríase.
Keywords : Ácidos graxos ômega-3; Antioxidantes; Bebidas alcoólicas; Dieta; Glúten; Psoríase.
ARAUJO, Maria Lúcia Diniz; BURGOS, Maria Goretti P. de A. and MOURA, Isis Suruagy Correia. Influências nutricionais na psoríase. An. Bras. Dermatol. [online]. 2009, vol.84, n.1, pp. 90-92. ISSN 0365-0596. doi: 10.1590/S0365-05962009000100016.
A psoríase é uma doença inflamatória de pele, mediada por células T, hereditária, que sofre influência ambiental. Ingestão elevada de ômega-3, jejum, dietas hipocalóricas e vegetarianas mostram efeitos benéficos. Alguns pacientes que apresentam anticorpos antigliadina IgA/IgG, com sensibilidade ao glúten, melhoram após a retirada deste. O calcitriol é usado no tratamento tópico. Ingestão de álcool pode exacerbar a doença. Neste trabalho, analisam-se fatores dietéticos e descrevem-se seus benefícios na psoríase.
Keywords : Ácidos graxos ômega-3; Antioxidantes; Bebidas alcoólicas; Dieta; Glúten; Psoríase.
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