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*Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Doença celíaca e problemas da tireóide andam juntos


Estudos mostram uma grande conexão entre a doença celíaca e doenças antoimunes da tireóide como a síndrome de Hashimoto e a doença de Graves. Apesar da conexão nem sempre o diagnóstico é fácil. O problema é que quando um paciente celíaco consome glúten, um processo autoimune é desencadeado e o corpo passa a atacar as vilosidades intestinais o que leva à problemas de absorção e má nutricão. Quando o alvo do ataque é a tireóide, a glândula passa a produzir seus hormônios de forma insuficiente (o que leva à síndrome de Hashimoto e depois ao hipotireoidismo) ou de forma excessiva (como na doença de Graves). A doença celíaca tem como principais sintomas diarréia frequente, perda de peso, produção excessiva de gases, perda de peso e dor abdominal. Tais sintomas são mais frequentes em crianças. Já 70% dos indivíduos mais velhos não apresentam estes sintomas daí a grande dificuldade de diagnóstico da doença. Nestes, o cansaço físico, mudanças frequentes de peso, intestino irritável e até depressão são mais comuns. Além disso, estima-se que metade dos pacientes celíacos também tenha problemas de tireóide. O interessante é que ao seguir uma dieta sem glúten os pacientes não só tem seus anticorpos relacionados à doença celíaca diminuídos mas também os anticorpos contra a tireóide também diminuem. Estudo publicado no Journal of Pediatrics este ano mostrou que 11 em cada 15 crianças celíacas com elevados níveis de hormônio tireoestimulante no momento do diagnóstico, tiveram seus níveis normalizados após 12 a 18 meses de dieta sem glúten. Tais correlações fazem muitos pesquisadores renomados sugerirem a retirada completa do glúten da dieta quando os problemas da tireóide começam a surgir, mesmo que a doença celíaca não tenha sido diagnosticada já que a maioria dos pacientes se sentem bem melhor, menos cansados e conseguem estabilizar o peso.



fonte: www.andreiatorres.blogspot.com

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

FUNÇÃO DOS MINERAIS

Em minhas consultas sempre falo sobre a importância dos minerais para que as funções vitais ocorram de maneira correta em nosso organismo. Hoje vou postar sobre ALGUMAS das principais funções com uma "visão funcional". Prometo postar também sobre as funções das vitaminas!

BORO: mineral importantíssimo para mulheres na menopausa, ajuda a regular a produção hormonal tanto em homens como em mulheres. Sua carência aumenta a excreção urinária de cálcio e magnésio e reduz as concentrações séricas de 17-beta-estradiol e testosterona. É benéfico no tratamento da artrite, síndorme do túnel do carpo, osteoporese, etc. Também está associado com o aumento da musculatura. Visão funcional: doses muito altas pode aumentar os fogachos e risco de CA hormônio-dependentes.
Fontes: alimentos vegetais, frutas não cítricas, vegetais folhosos, nozes, leguminosas. O nível de boro no alimento depende de níveis adequados no solo, como de vários outros minerais.

FERRO: elemento chave para diversas reações enzimáticas e eficiência do sistema imune; regula crescimento celular; necessário para boa cognição e comportamento; envolvido no transporte de oxigênio, componetne essencial da hemoglobina, mioglobina e citocromo. Visão funcional: sintomas comuns: dor de cabeça, fadiga, respiração curta, inchaço e peso nas pernas, estrias verticais nas unhas. Deve ser investigado sobre sangramento oculto, hipocloridria e má absorção.
Fontes: fígado, ostras, rim, carne vermelha, aves e peixes. Os feijões secos e vegetais são as melhores fontes vegetais.

ZINCO: Co-fator de mais de 300 enzimas; promove resistência à infecções; auxilia na cicatrização; diminui as necessidades de insulina; tem efeito anti-inflamatório; contribui para a saúde da próstata; essecial para a divisão celular; essencial para fertilidade e reprodução; melhora paladar e apetite; muito importante para a função da tireóide. O ZINCO É CONSIDERADO O MAIOR ELEMENTO EM ASSEGURAR O FUNCIONAMENTO CORRETO DO ORGANISMO, DESDE O INÍCIO DOS ESTÁGIOS EMBRIÔNICOS ATÉ OS PERÍODOS FINAIS DA VIDA. Visão funcional: sinais clínicos clássicos de deficiência são infecções recorrentes, alterações dermatológicas, alteração nas unhas, baixa cicatrização.
Fontes: ostras, frutos do mar, peixes, fígado, carne vermelha,leguninosas, levedo de cerveja, milho. O zinco de fontes vegetais é menos aprovetável pelo organismo.

COBRE: mineral importante para a produção de energia, importante para a mineralização do esqueleto, envolvido na formação de eritrócitos,ocupa o centro ativo da superóxido dismutase citoplasmática tendo ação antioxidante, aumenta a formação de leucócitos, sintetiza colágeno e melanina(cor do cabelo, pupilas e pele). Visão funcional: uso de antiácidos, digestão ruim e dieta vegetariana causa sua deficiência. É um mineral que está presente nas tubulações de água, anticoncepcional e material dentário podendo se tornar tóxico.
Fonte: ostras,nozes, leguminosas, frutas secas, aves e mariscos, cereais, etc.

SELÊNIO: mineral com excelente função antioxidante. Sua concentração na dieta são extremamente dependentes da concentração no solo; diminui sintomas de asma; importantíssimo para o funcionamento da tireóide (sem selênio não forma T3); necessário para o sistema imunológico; importante para a fertilidade; alivia sintomas da menopausa.Visão funcional: sua deficiência está relacionado com caspa, perda de pigmentação de cabelos e pêlos; diminui a contagem de esperma. Deve ser analisado o status de selênio sobre o solo.
Fonte: castanha-do-paré, atum, arenque, levedo de cerveja, brócolis, couve,repolho, rabanete e tomate.

Manganês: é um componente de alguns metais e pesticidas; essencial para a utilização das vitaminas di complexo B e vit C na saúde da adrenal; é co-fator de enzimas envovidas na produção de energia; importante para o sistema imune (anti-histamínico. Visão funcional: pessoas com falta de energia deve ser investigado o status de Mn. Visão funcional: o excesso de manganês é tóxico com sintomas parecidos com parkinson. Doenças que podem ser tratadas com Mn: arritmias, dores nas costas e articulares, TPM (regula estrógeno e progesterona)
Fonte:sua concentração varia muito nos alimentos, quanto mais alcalino o solo, menos manganes terá no alimento. Melhores fontes são cereais integrais, leguminosas, nozes e chás. Frutas e vegetais são fontes moderadas.


MOLIBIDÊNIO: age como uma coenzima na formação do ácido úrico; coenzima na destoxificação do álcool e usado para destoxificar sulfitos; proteje o dente de cáries. Visão funcional: pessoas com sensibilidade à sulfitos podem estar com deficência de molibidênio; outros sintomas de deficiência são: dor de cabeça, taquicardia, problemas visuais, desorientação e diminuição de ácido úrico na urina. A toxicidade pode estar relacionada com gota, problemas renais e diminuição de cobre.
Fonte:leguminosas,cereais e grãos integrais, vegetais de folhas verde escuras.


SILÍCIO: importante para o desenvolvimento de osso e cartilagem; responsável pela elasticidade do tecido conjuntivo; muito bom para saúde da pele, cabelo e unhas. Visão funcional: sua deficiência está associada com aparecimento precoce de rugas, unhas moles e quebradiças, cabelos finos ou com queda, osteoporose.

CROMO: auxilia na oxidação de gordura e perda de peso, pois aumenta a sensibilidade à insulina e diminui o cortisol. Visão funcional: sua deficiência está associada com aumento da vontade por doces. A deficiência de cromo gera resistência à insulina, fadiga, ansiedade por doces, etc. Grupo de risco para deficiência: idosos, atletas, diabéticos, pessoas com síndrome metabólica e doenças cardiovasculares. O consumo excessivo de alimentos refinados levam à deficiência.
Fontes: levedo de cerveja, ostras, batatas, frutos do mar, grão integral.


VANÁDIO: melhora a sensibilidade à insulina; envolvido no metabolismo de gordura; auxilia na formação de eritrócito. Visão funcional: mineral muito importante para resistência à insulina e obesidade. O vanádio faz parte de uma enzima tireoideana necessária no processo de organificação do Iodo, necessário à síntese dos hormônios tireoideanos. Na deficiência de vanádio ocorre o aumento da tireóide. Sua toxicidade está relacionada com aumento da pressão arterial, pode depletar cromo, lítio e vit C. Pessoas com desordem bipolar podem estar intoxicadas com vanádio.
Fontes:mariscos, cogumelos, salsinha.

IODO: 50% da formação dos neutrófilos dependem do iodo, portanto combate bactérias; envolvido na produção de energia; mantém a saúde das mamas da mulher; necessário para o desenvolvimento e funcionamento da glâncula tireóide; promove crescimento do cabelo e pele; alivia dor e inflamação associada com doença fibrocística da mama. Visão funcional: o consumo excessivo de brássicas e cloro pode prejudicar o aproveitamento do iodo pela tireóide. Sintomas do hipotiroidismo (mesmo subclínico): fadiga, depressão, pele seca, intolerância ao frio, aumento de peso, constipação. Nas infecções bacterianas recorrentes deve-se investigar a deficiência de iodo.
Fontes: O iodo é encontrado em quantidades extremamente variáveis nos alimentos e na água de beber. Os frutos do mar, tais como moluscos bivalves, lagostas, ostras, sardinhas e outros peixes de água salgada são ricos em iodo.

CÁLCIO: é o mineral mais abundante do corpo; responsável por ativar várias enzimas; necessário para a absorção de B12; crucial para transmissão de impulsos nervosos; junto com a vit K é necessário para a coagulação sanguínea; vital para o desenvolvimento de ossos e dentes; usado pelos músculos na produção de energia. Visão funcional: sintoma clássico de deficiência são as cãimbras, espasmos ou aumento da pressão arterial. Histórico de fratura, problemas gastro intestinais ou de coagulação indicam que o cálcio não está sendo absorvido adequadamente e que os níveis sanguíneos estão baixos.
Fontes: couve, repolho, brócolis, tofu, leite e derivados.


MAGNÉSIO:
participa de mais de 300 reações enzimáticas; o músculo contém 27% de todo o magnésio do corpo os ossos contém 60%; importante para a função cardíaca; age como anticonvulsivante natural (relaxa o cérebro); é um calmante natural; auxilia na indução do sono; essencial para a vida de todas as células; ajuda a cicatrizar feridas; importantae para o sistema imune; melhora a captação de glicose em células insulino-sensíveis. Visão funcional: a deficiência de magnésio pode causar alterações da personalidade como: ansiedade, irritabilidade, emotividade excessiva, quadros depressivos e agitação. Na infância pode causar hiperatividade. Além dessas alterações pode causar perda de apetite, azia, náu­seas, vômitos, cansaço matinal, fadiga, fraqueza muscular, cãibras, tremores, e alteração do sistema nervoso central. O magnésio é indispensável a fixação de cálcio nos ossos, podendo causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.
Fontes: está amplamente distribuído nos alimentos. Seu maior teor é encontrado nos grãos integrais, nas folhas verdes e na banana. Nos grãos processados mais de 80% do magnésio é perdido.


FIM

sábado, 27 de novembro de 2010

Leite de vaca - alergia e intolerância

Mais de quarenta sintomas são decorrentes da alergia e intolerância ao leite de vaca. Cólica, diarréia, asma, bronquite, conjuntivite, irritabilidade, dermatite, baixo rendimento escolar e depressão são apenas alguns deles.

O leite materno, sem dúvida, é a melhor opção para a alimentação de lactentes.

É o melhor alimento para o lactente até pelo menos aos seis meses de vida, não sendo necessária nem a suplementação com outros alimentos. Depois, podem-se introduzir alimentos apropriados para a idade, com a continuação do aleitamento materno. As vantagens do aleitamento materno são indiscutíveis, incluindo as imunológicas, nutricionais, fisiológicas, odontológicas, e psicológicas.

Entretanto, as proteínas do leite de vaca podem causar maiores problemas às crianças de pouca idade.

A seguir, o Dr. Douglas Carignani Jr., especialista em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e Titular da Sociedade Brasileira de Nutrologia esclarece as principais dúvidas sobre alergia e intolerância ao leite de vaca.

O que é alergia às proteínas do leite?

A alergia às proteínas envolve princípios completamente diferentes da intolerância à lactose. Não existe alergia à lactose, pois, sendo um açúcar, a lactose não apresenta alergenicidade. Diversas proteínas podem causar alergia, incluindo as do leite, do ovo, do trigo e do amendoim, dentre outras. Entretanto, as proteínas do leite e as dos ovos são as que causam maiores problemas às crianças de pouca idade.

O que causa a alergia?

A alergia é causada em crianças por proteínas que não existem normalmente no leite humano e que são introduzidas na nova alimentação do bebê. O uso exclusivo do leite humano até aos seis meses de vida reduz significantemente a incidência cumulativa de alergia ao leite de vaca, durante os primeiros 18 meses de vida.

É muito comum a alergia às proteínas do leite?

A alergia ao leite de vaca é uma das alergias mais comuns em crianças, talvez porque o leite de vaca usualmente é o veículo para a primeira proteína estranha ser introduzida no estômago das crianças.

Embora o leite de vaca esteja implicado com problemas de alergia, cerca de 50% das crianças apresentam alergia simultânea às proteínas de outros alimentos, incluindo ovos, soja, amendoim, achocolatados, laranja, peixes e trigo. Cerca de 50 a 80 % das crianças que apresentam alergia ao leite também podem apresentar alergia a inalantes alergênicos, como pólen, pêlos (de gato, por exemplo), mofo, poeira de carpetes, etc.

Por que a prevalência da alergia ao leite é maior na infância?

A alergia surge basicamente devido a dois fatores: predisposição genética (do pai ou da mãe) e introdução de alimentos potencialmente alergênicos antes dos seis meses de vida. Quando nascem, os bebês têm um sistema imunológico imaturo e dependem muito dos anticorpos do leite da mãe. O sistema digestivo não está preparado para substâncias que não venham do leite da mãe. O fator principal que causa a alergia é a introdução precoce na alimentação de substâncias que causam alergias. As reações alérgicas ocorrem menos quando o leite de vaca é introduzido na alimentação após os seis meses de vida.

Os sintomas da alergia podem ser classificados em seis tipos:

. Sistema Gastrointestinal: cólica, vômito, diarréia, sangue nas fezes, constipação, gases, colite e náusea.

. Sistema Respiratório: nariz escorrendo, espirros, tosse, asma, congestão, bronquite, coceira no nariz, sintomas de gripe, respiração pela boca e respiração difícil.

. Olhos: olhos lacrimejantes, vermelhos, círculos escuros, coceira e
conjuntivite.

. Sistema Nervoso Central: irritabilidade, perda de sono, tontura prolongada e cansaço.

. Pele: eczema, dermatite, urticária, vermelhidão, vermelhidão no reto, coceira, inchamento dos lábios, boca, língua e garganta.

. Outros sintomas: infecção no ouvido, perda de peso, suar em excesso, baixo rendimento escolar, dificuldade de convivência, depressão e choque anafilático.

Os sintomas da alergia podem surgir imediatamente ou até várias horas ou dias após a ingestão do alimento.

Quais são os alimentos que podem causar alergia com mais freqüência?

O leite, ovo, crustáceos, peixes, nozes, trigo, frutas cítricas e amendoim são os alimentos que causam a maioria dos problemas de alergia. A alergia ao leite pode começar em qualquer idade, mas é mais comum em crianças com problemas de alergia na família.

Quais são os tipos de alimentos que uma criança comprovadamente alérgica pode consumir?

Fórmulas com caseína e proteínas do soro hidrolisadas; fórmulas com outras proteínas hidrolisadas (carne e soja); fórmula com proteína de soja; fórmulas com carne de frango triturada e fórmula completa com aminoácidos misturados.

www.saude.com.br

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A nutrição das unhas

Muito bom este texto! Demonstra a importância de uma boa alimentação para a ter unhas fortes e bonitas!


Uma boa alimentação, rica em vitaminas, minerais e proteína, reflete em unhas fortes e bonitas. É extremamente necessário beber água, muita água. Assim como a falta crônica de água deixa nosso corpo desidratado, o mesmo acontecerá com as unhas: secas e sem nenhuma hidratação.

Os elementos essenciais para unhas perfeitas

Biotina
O que é: vitamina que faz parte da família B.
Para que serve: essencial para manter as unhas fortes e agilizar o seu crescimento.
Sinais de deficiência da Biotina no organismo: unhas fracas que descamam com facilidade. Quem sofre de dermatite seborreica e queda de cabelo, deve caprichar na ingestão da biotina.
Onde encontrar: na gema dos ovos, couve, tomate, alface, cenoura, amêndoas, levedo de cerveja, cogumelos, cebola, salmão, peito de frango e de peru, fígado bovino, espinafre, couve-flor, repolho, pepino, leite de vaca e de cabra, queijos, morango, aveia, nozes.


Vitamina A
O que é: vitamina antioxidante
Para que serve: ajuda a manter a visão, a função imunológica, o metabolismo ósseo e a saúde da pele, cabelos e unhas.
Sinais de deficiência da Vitamina A no organismo: unhas que demorar a crescer. Se a sua pele tem tendência à dermatite, a deficiência dessa vitamina pode ser a causa.
Onde encontrar: vegetais e frutas de cor amarela, laranja e verde-escura, como brócolis, espinafre, couve, cenoura, abóbora, batata doce, melão, manga, laranja, e no leite, queijo, manteiga, fígado de galinha, óleo de peixe, pescados, frutos do mar, ovos.


Ferro
O que é: é um sal mineral
Para que serve: está diretamente envolvido no transporte do oxigênio pelas hemácias, as células vermelhas do sangue.
Sinais de deficiência do Ferro no organismo: anemia, dor nas pernas, cansaço, queda de cabelos, unhas fracas e quebradiças. Linhas verticais aparecem nas unhas e existe uma palidez no leito ungueal.
Onde encontrar: carne bovina, frango, atum, salmão, fígado e outras vísceras, carne de porco e carneiro, ovos, todos os feijões, pão integral, germe de trigo, açaí, beterraba, vegetais folhosos de cor verde-escura, uva-passa.


Zinco
O que é: mineral da imunidade
Para que serve: ele participa de reações químicas em centenas de enzimas que regulam a função corporal (síntese de proteínas, reprodução celular, cicatrização de feridas). Por ser de difícil absorção, conseguimos absorver, de modo geral, apenas 30% do zinco nos alimentos que consumimos.
Sinais de deficiência do Zinco no organismo: unhas ficam fracas, descamam com facilidade, demorar a crescer e apresentam manchas brancas.
Onde encontrar: ostras, frutos do mar, peixes, levedo de cerveja, ovos, carne vermelha, aves, grãos integrais, nozes e sementes.


Cálcio
Para que serve: é importante para a saúde dos ossos e dentes assim como as unhas também precisam de cálcio.
Sinais de deficiência de Cálcio no organismo: as unhas perdem a força e dureza, ficam ressecadas e podem apresentar fendas verticais que se abrem sempre no mesmo lugar.
Onde encontrar: vegetais de folhas verde-escuro, como couve, brócolis, agrião, rúcula, bertalha, espinafre, repolho, quiabo, algas, sementes de gergelim, queijo tofu


Enxofre
O que é: mineral mais abundante no corpo humano e perde apenas para o cálcio e fósforo
Para que serve: é essencial para a síntese de colágeno, um componente vital para a saúde e flexibilidade das unhas, pele, cabelos, articulações, ossos e tendões. Sua reputação é de mineral da beleza, justamente pela sua ação direta na produção de colágeno. Também tem papel importante no metabolismo das vitaminas do complexo B, incluindo a biotina. Estimula a imunidade e luta contra os radicais livres.
Sinais de deficiência do Enxofre organismo: as unhas ficam duras, secas e sem flexibilidade, quebrando com facilidade bem rente à pele.
Onde encontrar: cebola, alho, repolho, couve, alface, algas, nozes, ovos, leite, carne, frutos do mar, aves.


Proteínas
O que é: compostos orgânicos
Para que serve: uma dieta rica em proteínas ajuda a ter unhas fortes. Como a unha é feita de queratina (um tipo de proteína) ela precisa ser reposta para manter a força e a capacidade de crescimento. O colágeno forma a matriz do qual os sais minerais já citados anteriormente se fixam para deixar as unhas fortes e resistentes. Quando mais colágeno disponível, maior será a fixação destes minerais essenciais e, conseqüentemente, ocorre uma melhora no aspecto e crescimento das unhas.
Sinais de deficiência do Enxofre organismo: as unhas ficam duras, secas e sem flexibilidade, quebrando com facilidade bem rente à pele.
Onde encontrar: carne, aves, pescados e frutos do mar, ovos, leite, gelatina ou colágeno em pó, grãos integrais, quinua.

texto retirado do site: http://unhabonita.virgula.uol.com.br/unhas-fortes-e-saudveis/

terça-feira, 2 de novembro de 2010

BENEFÍCIOS DA FARINHA DE MAÇÃ


a Farinha de maçã é elaborado a partir de maçãs vermelhas, maduras, desidratadas e moídas, através de um processo tecnológico que preserva todo o seu valor nutricional e terapêutico.

Ela é rica em fibras solúveis e insolúveis que estimulam a formação de uma flora bacteriana saudável e auxiliam no tratamento da disbiose intestinal e da prisão de ventre, e também no processo de desintoxicação.

Aumenta a sensação de saciedade pós alimentar e reduz o apetite, auxiliando na perda de peso, e ainda, auxilia na redução do colesterol e dos triglicerídeos, reduz o risco de doenças cardiovasculares.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

12 aditivos sintéticos mais comuns, que devem ter um consumo restrito ou evitado e seus riscos para a saúde humana:

1- Gorduras Hidrogenadas: riscos de doenças cardiovasculares e obesidade.
2- Corantes Artificiais para alimentos: alergias, asma, hiperarividade, possibilidade de serem substâncias carcinogênicos (que induzem o aparecimento de cânceres).
3- Nitritos e Nitratos: essas substâncias podem gerar nitrosaminas no organismo, que podem ser cancerígenas.
4- Sulfitos (dióxido de enxofre, metabisulfito, e outros): reações alérgicas e asmáticas.
5- Açúcares e Adoçantes: obesidade, cáries, diabetes, hipoglicemia, incremento de triglicerídeos (gordura na corrente sanguínea) ou candidíase.
6- Adoçantes artificiais (Aspartame, Acesulfame K e Sacarina): problemas de comportamento, hiperativiade, alergias e possivelmente carcinogênicos. O governo desaconselha o uso de adoçantes artificiais para crianças e mulheres grávidas. Qualquer pessoa com fenilcetonúria (com incapacidade para metabolizar o aminoácido "fenilalanina" presente nas proteínas) não deve usar o aspartame.
7- Glutamato monosódico: alergias e reações como dores de cabeça e depressão, também pode agir como uma neurotoxina.
8- Conservantes (Butil Hidroxitolueno – BHT; Butil Hidroxianisol – BHA; Cálcio Dissódico – EDTA, entre outros): reações alérgicas, hiperatividade, possibilidade de causar câncer. O BHT pode ser tóxico para o sistema nervoso.
9- Flavorizantes Artificiais: alergias e alterações no comportamento.
10- Farinhas refinadas: baixo teor de calorias, desbalanceamento de carbohidratos, alterações na produção de insulina.
11- Sal (excesso): retenção de líquidos no corpo e aumento da pressão arterial.
12- Olestra (um tipo de gordura artificial): diarréia e distúrbios digestivos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Bebidas com adoçantes artificiais causam ganho de peso


Estudos epidemiológicos têm encontrado correlação positiva entre o uso de adoçantes artificiais e ganho de peso. Além disso, estudos de intervenção sugerem que os adoçantes artificiais não ajudam a reduzir o peso quando usados isoladamente.

Um estudo prospectivo que acompanhou 166 crianças em idade escolar durante um ano descobriu que o aumento do consumo de refrigerantes com adoçantes artificiais está associado com a elevação no IMC (índice de massa corporal). Outro grande estudo que envolveu 11.654 crianças de 9 a 14 anos também relatou associação positiva entre refrigerantes diet e ganho de peso, em que para cada dose diária da bebida diet foi encontrado o aumento de 0,16 kg/m2 no IMC.

Evidências também mostram que tanto a ingestão de refrigerantes diet ou com açúcar estão associados com o aumento da ingestão calórica diária total, foi o que concluiu o estudo realizado pelo National Institute of Health (NIH), Estados Unidos. Este trabalho acompanhou 2.371 meninas com idade entre 9 a 19 anos durante 10 anos, no entanto, a correlação entre refrigerante dietético e IMC não foi significativa.

Estudos que buscaram investigar a perda de peso em indivíduos com sobrepeso ou obesidade com o uso de adoçantes artificiais não encontraram resultados satisfatórios. Um ensaio clínico controlado e randomizado, que substituíram bebidas adoçadas com açúcar por bebidas com adoçantes artificiais, não foi capaz de diminuir o IMC após 25 semanas de substituição.

Pesquisadores também vêm descobrindo que a ingestão de aspartame pode estar associada com o aumento do consumo total de energia, sugerindo uma maior compensação das calorias reduzidas.

Estudos experimentais descobriram que quanto maior o consumo de alimentos de sabor doce, tanto fornecido pelo açúcar quanto por adoçantes artificiais, podem levar ao aumento do apetite. Evidências também sugerem que o aspartame pode, de alguma forma ainda não esclarecida, aumentar a fome e/ou consumo de energia, resultando em maior ingestão calórica e aumento de risco para obesidade. Estes estudos apresentam a hipótese de que existe uma compensação entre o gosto doce e o conteúdo calórico. No entanto, os resultados ainda são inconclusivos.

Está bem esclarecido que o açúcar oferece grande quantidade de carboidratos, que são rapidamente absorvíveis e levam à ingestão excessiva de calorias, conseqüentemente ao ganho de peso. Portanto, é necessária a restrição do seu consumo do açúcar. No entanto, a sua substituição por adoçantes artificiais deve ser cautelosa. Embora ainda não esteja completamente claro o papel das bebidas diet no peso corporal, os estudos sugerem que haja limitações quanto ao seu consumo, para que não haja compensação através do aumento no consumo de outros alimentos de alto teor calórico