Todo suplemento deve ser prescrito por um profissional qualificado.
Boa leitura!
"Pesquisadores canadenses publicaram na revista científica Cancer um estudo que comprovou os benefícios da suplementação de ácidos graxos ômega-3 em aumentar a eficácia da quimioterapia em pacientes com câncer de pulmão, contribuindo para aumento da sobrevida.
Trata-se de um ensaio clínico, aberto, controlado por placebo que avaliou 46 pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas. Este tipo de câncer ocorre em 75% dos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão e corresponde a um grupo heterogêneo composto de três tipos histológicos principais e distintos (carcinoma epidermóide, adenocarcinoma e carcinoma de grandes células). Mais de 65% dos casos de câncer de pulmão de células não pequenas avançado não respondem à quimioterapia de primeira linha e as taxas de sobrevivência em um ano são baixas.
Neste sentido, os pequisadores trabalharam a hipótese de que a suplementação com óleo de peixe (fonte de ácidos graxos ômega-3) durante a quimioterapia de primeira linha iria aumentar as taxas de resposta ao tratamento.
Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo controle (n=31), que recebeu quimioterapia padrão (carboplatina com vinorelbina ou gemcitabina) + placebo; e o grupo suplementação (n=15), que recebeu também a quimioterapia padrão + 2,5 g de ômega-3/dia, sendo 2,2 g de EPA (ácido eicosapentaenoico) e 240 mg de DHA (ácido docosahexaenoico).
O grupo que recebeu a suplementação apresentou melhor taxa de resposta à quimioterapia (p = 0,008) e maior benefício clínico quando comparado ao grupo placebo (p = 0,02). Além disso, os pacientes que receberam a suplementação tiveram uma tendência ao aumento de um ano de sobrevida em relação ao grupo placebo (p = 0,15).
Os pesquisadores afirmam que este é o primeiro estudo que avaliou e comprovou que a adição de 2,5g de ômega-3 aumenta a sobrevida e as taxas de resposta à quimioterapia de primeira linha em pacientes com câncer de pulmão.
“A suplementação de ômega-3 pode representar uma abordagem segura e não tóxica para melhorar o tratamento de pacientes com câncer de pulmão. A diferença observada nas taxas de resposta entre os grupos foi impressionante, mesmo com um número pequeno de pacientes. No entanto, reconhecemos que existe a necessidade de confirmação por meio de mais ensaios clínicos randomizados para confirmar esses achados”, concluem.
Referência(s)
Murphy RA, Mourtzakis M, Chu QS, Baracos VE, Reiman T, Mazurak VC. Supplementation with fish oil increases first-line chemotherapy efficacy in patients with advanced nonsmall cell lung cancer. Cancer. 2011;117(16):3774-80.
fonte: nutritotal.com.br
Quem sou eu
- Andréa Gigliotti Moreira Costa
- *Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838
sábado, 29 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Quais são as estratégias nutricionais para pacientes com síndrome dos ovários policísticos?
Estudos que avaliaram as intervenções dietéticas para pacientes com síndrome dos ovários policísticos (SOP) têm demonstrado benefícios com o controle do peso corporal, por meio de restrição de calorias. Entretanto, embora a dieta hipocalórica seja reconhecidamente favorável para melhorar a composição corporal e, consequentemente, para o tratamento da SOP, a composição de macro e micronutrientes específicos ainda não está totalmente esclarecida.
De um modo geral, diversas diretrizes indicam que a dieta e exercícios físicos representam o tratamento de primeira linha, devido à melhora da resistência à insulina e retorno dos ciclos ovulatórios, mesmo na ausência de perda de peso.
A SOP é uma doença endócrina que afeta entre 5 a 10% das mulheres em idade reprodutiva. As características clássicas dessa síndrome incluem: oligomenorréia ou amenorréia, anovulação, infertilidade, hirsutismo (crescimento excessivo de pêlos com características masculinas), acne e queda de cabelo.
A resistência à insulina, com hiperinsulinemia compensatória, tem sido identificada como um componente chave na fisiopatologia da SOP, tanto em mulheres com peso normal ou obesas, sendo este fator relacionado com o aumento de risco para diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Com isso, o tratamento dietético da SOP deve se concentrar também na melhora da sensibilidade à insulina, por meio de dieta com baixo teor de gordura saturada, rica em fibras e alimentos com baixo índice glicêmico. As fibras dietéticas, especialmente as solúveis, são componentes importantes para a modulação hormonal, pois estudos observaram que dietas com baixo teor de fibras levam ao aumento das concentrações de estrogênios e androgênios circulantes. Assim, a inclusão desses alimentos na dieta das mulheres com SOP pode apresentar efeitos benéficos. Phelan et al (2011), verificou que a suplementação de ácidos graxos ômega-3 (1,9 g/dia) foi benéfica em mulheres com SOP para modulação hormonal e do perfil lipídico.
Bibliografia (s)
Jeanes YM, Barr S, Smith K, Hart KH. Dietary management of women with polycystic ovary syndrome in the United Kingdom: the role of dietitians. J Hum Nutr Diet. 2009;22(6):551-8.
Marsh K, Brand-Miller J. The optimal diet for women with polycystic ovary syndrome? Br J Nutr. 2005;94(2):154-65.
Barr S, Hart K, Reeves S, Sharp K, Jeanes YM. Habitual dietary intake, eating pattern and physical activity of women with polycystic ovary syndrome. Eur J Clin Nutr. 2011;65(10):1126-32.
Phelan N, O'Connor A, Kyaw Tun T, Correia N, Boran G, Roche HM, Gibney J. Hormonal and metabolic effects of polyunsaturated fatty acids in young women with polycystic ovary syndrome: results from a cross-sectional analysis and a randomized, placebo-controlled, crossover trial. Am J Clin Nutr. 2011;93(3):652-62.
fonte: nutritotal.com.br
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Estudo mostra bactéria Lactobacillus reuteri promove a saúde
"Há um grande interesse no impacto de bactérias do ácido lático sobre a nossa saúde. Agora um novo estudo da Faculdade de Saúde e Sociedade, da Universidade de Malmö, na Suécia, mostra que a ocorrência de Lactobacillus reuteri no organismo promove a saúde.
Os seres humanos têm usado bactérias do ácido láctico durante milhares de anos para conservar e melhorar o valor nutricional dos alimentos sensíveis. Cepas hoje vários de lactobacilos e bifidobactérias são adicionados a muitos alimentos.
A pesquisa mostrou que vários tipos diferentes de Lactobacillus reuteri ter um efeito positivo sobre a saúde, incluindo vários tipos de distúrbios gastrointestinais e saúde oral. Acredita-se também que os lactobacilos desempenham um papel no desenvolvimento de alergias.
Na década de 1960, quando a bactéria foi descoberta, L. reuteri ocorreu naturalmente nos corpos de 30-40 por cento da população. Hoje é encontrada em 10-20 por cento.
"Nós relacionamos essa queda às mudanças no estilo de vida. Nós não comem alimentos fermentados, como chucrute, da mesma forma como antes e usar preservativos, que matam as bactérias nos alimentos e no corpo", diz Gabriela Sinkiewicz, um pesquisador na Faculdade de Saúde e Sociedade, da Universidade de Malmö, que em breve apresentará sua dissertação sobre L. reuteri.
Gabriela Sinkiewicz é um dos primeiros pesquisadores a determinar que a bactéria ocorre naturalmente no leite materno em algumas mulheres de países geograficamente diversificada. Ela comparou a ocorrência de L. reuteri no leite materno das mulheres em sete países em diferentes continentes.
"Em média, uma das sete mulheres tinham a bactéria em seu leite. No Japão e na Coréia, no entanto, as mulheres tinham maiores concentrações de lactobacilos", diz Sinkiewicz, que diz que a prevalência de L. reuteri no leite materno é importante, pois ajuda o sistema intestinal do bebê a amadurecer e sua defesa imunológica para se desenvolver. Ela também afirma que isso afeta o risco de desenvolver alergias.
Gabriela Sinkiewicz também estudou como L. reuteri afeta a saúde oral e estabeleceu que a ocorrência de ambas as placas e sangramento da gengiva diminuiu após apenas duas semanas de uso de goma de mascar contendo determinadas estirpes de L. reuteri".
"Estudos mostram que L. reuteri é altamente eficaz. Temos vários estudos em andamento que tratam diretamente da saúde bucal e alergias."
Fonte: http://dspace.mah.se/handle/2043/10570
Os seres humanos têm usado bactérias do ácido láctico durante milhares de anos para conservar e melhorar o valor nutricional dos alimentos sensíveis. Cepas hoje vários de lactobacilos e bifidobactérias são adicionados a muitos alimentos.
A pesquisa mostrou que vários tipos diferentes de Lactobacillus reuteri ter um efeito positivo sobre a saúde, incluindo vários tipos de distúrbios gastrointestinais e saúde oral. Acredita-se também que os lactobacilos desempenham um papel no desenvolvimento de alergias.
Na década de 1960, quando a bactéria foi descoberta, L. reuteri ocorreu naturalmente nos corpos de 30-40 por cento da população. Hoje é encontrada em 10-20 por cento.
"Nós relacionamos essa queda às mudanças no estilo de vida. Nós não comem alimentos fermentados, como chucrute, da mesma forma como antes e usar preservativos, que matam as bactérias nos alimentos e no corpo", diz Gabriela Sinkiewicz, um pesquisador na Faculdade de Saúde e Sociedade, da Universidade de Malmö, que em breve apresentará sua dissertação sobre L. reuteri.
Gabriela Sinkiewicz é um dos primeiros pesquisadores a determinar que a bactéria ocorre naturalmente no leite materno em algumas mulheres de países geograficamente diversificada. Ela comparou a ocorrência de L. reuteri no leite materno das mulheres em sete países em diferentes continentes.
"Em média, uma das sete mulheres tinham a bactéria em seu leite. No Japão e na Coréia, no entanto, as mulheres tinham maiores concentrações de lactobacilos", diz Sinkiewicz, que diz que a prevalência de L. reuteri no leite materno é importante, pois ajuda o sistema intestinal do bebê a amadurecer e sua defesa imunológica para se desenvolver. Ela também afirma que isso afeta o risco de desenvolver alergias.
Gabriela Sinkiewicz também estudou como L. reuteri afeta a saúde oral e estabeleceu que a ocorrência de ambas as placas e sangramento da gengiva diminuiu após apenas duas semanas de uso de goma de mascar contendo determinadas estirpes de L. reuteri".
"Estudos mostram que L. reuteri é altamente eficaz. Temos vários estudos em andamento que tratam diretamente da saúde bucal e alergias."
Fonte: http://dspace.mah.se/handle/2043/10570
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Enxaqueca
Excelente texto!!!! Para quem sofre deste mal vale a pena ler e colocar em prática as dicas.
Prof. Dr. José de Felippe Junior
A enxaqueca é a dor provocada pela dilatação de vasos sanguíneos do encéfalo. Se esses vasos sanguíneos primeiro se contraem, o paciente inicialmente experimenta mudança na visão, frequentemente referida como " aura" e a dor de cabeça é chamada de enxaqueca clássica. A dor começa quando os vasos dilatam, sendo tipicamente pulsátil, frequentemente só de um lado da cabeça. Pode estar associada com náuseas e vômitos, e à sensibilidade a luz e sons altos. A dor pode ser tão severa, que incapacita o paciente, forçando-o a deitar-se num quarto escuro e silencioso, até a dor desaparecer.
O resultado das dietas de eliminação tem se mostrado animador, pois muitos pacientes melhoram dos sintomas, levando-nos ao seguinte pensamento: "A enxaqueca é uma alergia alimentar?"
Por causa dos seus ingredientes específicos, certos alimentos podem provocar enxaqueca. Aqui estão seis ingredientes que são mais frequentemente incriminados:
1. Aminas vasoativas: São substâncias capazes de dilatar os vasos sanguíneos. Elas incluem a tiramina e feniletilamina. A tiramina pode ser encontrada em queijos envelhecidos, fígado de galinha, creme azedo e vinho tinto (especialmente Chianti). A feniletilamina pode ser encontrada em queijos e chocolates.
2. Nitritos: são substâncias adicionadas às carnes como preservativos, e que as tornam mais vermelhas, podendo provocar enxaquecas em pessoas susceptíveis. Os nitritos são encontrados em salsichas e carnes embutidas.
3. Lactose: pode causar enxaquecas em pessoas com deficiência da lactase.
4. Cafeina: quanto maior a ingestão de cafeina, mais altas são as chances de se ter enxaqueca. Os usuários de cafeina têm 30% mais chances de apresentarem crises de enxaqueca. Pode ser encontrada no café, refrigerantes cola ou não cola e chás.
5. Cobre: este elemento está envolvido no metabolismo das aminas vasoativas e seu metabolismo pode ser anormal nos enxaquecosos. Alimentos que possuem alto conteúdo de cobre ou afetam a absorção ou o transporte do cobre no corpo, podem provocar enxaqueca. Os alimentos ricos em cobre são: chocolates, fígado de boi, ostra, semente de gergilim, castanha de cajú, semente de girassol, castanha do Pará e pistache. Frutas cítricas também aumentam a absorção de cobre. Um aditivo alimentar que transporta o cobre é o glutamato monossódico.
Em linhas gerais, evite chocolate, queijo, frutas cítricas, moluscos marinhos e álcool. Estes alimentos contêm aminas vasoativas, como a tiramina, que pode causar vasodilatação cerebral. Eles também são alergenos alimentares comuns. Algumas pessoas que sofrem de enxaqueca são deficientes nas enzimas que metabolizam estas aminas. Outros alimentos que contêm estas aminas são abacates, bananas, repolhos, beringela, abacaxi, batata, peixe em lata, carne curada, extrato de levedura, iogurte, figos em lata, cebolas e pasta de amendoim.
Evite aspartame ( encontrado no Nutra-sweet , Finn , Zero Cal). Este químico em especial foi implicado em vários estudos como um indutor de enxaqueca.
Alimentar-se de diversas refeições leves pode ajudar a inibir as ocilações de açúcar sangüíneo e a hipoglicemia.. Aqui está um dos diagnósticos diferenciais que não podemos no esquecer: a hipoglicemia. É muito frequente o paciente ser rotulado como portador de enxaqueca e na verdade sofrer de hipoglicemia. Roberts em 1971, analisando 421 pacientes com diagnóstico de enxaqueca severa e outros tipos de cefaléia de origem vascular, refratários à terapia habitual constatou que 54% apresentavam na realidade hipoglicemia funcional , através de teste de tolerância a glicose com 5 horas de duração . Não adianta fazer testes de curta duração .
Nitratos e glutamato monossódico são considerados indutores de enxaqueca. Verifique os ingredientes dos alimentos e em restaurantes.
Suplementos nutricionais recomendados Ginkgo biloba e matricária: Estas ervas apresentam ações interessantes na oxigenação das células cerebrais e funcionam como agentes antioxidantes poderosos. Estudos mostram que a matricária acalma a musculatura lisa das veias do cérebro. Ginkgo também estimula a oxigenação e age como um varredor de radicais livres.
Cálcio e magnésio: O cálcio ajuda a acalmar o sistema nervoso central e pode ajudar a controlar a dor. Falta de magnésio foi detectada em pessoas que sofriam de enxaqueca, e a suplementação com magnésio apresentou efeitos positivos no sistema vascular cerebral.
Vitamina B6: Testes mostram que pessoas que sentiam dores de cabeça como efeito colateral de medicamentos podem ser ajudadas aumentando os níveis de vitamina B6.
Lecitina: A lecitina contém um composto chamado colina que é muito importante para a atividade adequada da célula nervosa. Testes descobriram que os níveis de colina no sangue eram baixos em pessoas com dores de cabeça (enxaqueca) do tipo cluster.
Ácidos graxos omega-3 e omega-6: Testes concluiram que mesmo a enxaqueca grave pode ser tratada com ácidos graxos omega-3. O próprio cérebro é composto de ácidos graxos insaturados. Dose sugerida: Ingerir como recomendado usando a combinação de ácidos omega-3 e omega-6. Use óleo de peixe ou de sementes de linhaça e óleos da prímula da noite ou de borragem. Mantenha refrigerado.
Niacina: Um vasodilatador natural que tem sido usado tradicionalmente para a enxaqueca, a niacina ajuda a aumentar o fluxo sangüíneo para o cérebro. Não é recomendado para a enxaqueca do tipo cluster. Dose sugerida: Ingerir como recomendado, apesar de poder ser ingerido a cada duas ou três horas durante os períodos de dor. Conte com vermelhidão e tonturas , se você não usar a forma "no flush". A ingestão após as refeições minimiza a vermelhidão.
Capsicum: Resultados de testes indicam que a capsaicina intranasal ( um composto chave no capsicum) pode ser uma nova opção terapêutica para o tratamento de enxaquecas. Dose sugerida: Esta é uma maneira relativamente nova para aplicar o capsicum e não deve ser aplicada sem a supervisão de um profissional da saúde. A capsaicina pode causar uma intensa sensação de queimação. Ela é extraída da pimenta vermelha.
Gengibre: Esta erva carminativa aliviou enxaquecas em testes clínicos. Dose sugerida: Ingerir duas cápsulas a cada duas horas durante a enxaqueca. Procure produtos com potência garantida.
Combinação de ervas: Esta combinação deve incluir córtex de chorão branco, blue vervain, folhas de Chrysanthemum pathenium , folhas de alecrim, Scutellaria lateriflora e algas marinhas ( Fucus vesiculosus ).
Chorão branco : Esta erva contém uma substância chamada salicina e alguns acreditam que seja convertida em ácido salicílico, o principal componente da aspirina, no organismo. Enquanto alivia a dor, a salicina não "afina" o sangue nem irrita o estômago.
Blue vervain: A blue vervain é reconhecida na Europa e em outros lugares pela sua habilidade de reduzir a inflamação e a dor. Também ajuda a reduzir os espasmos musculares. Promove a perspiração, aumentando a limpeza promovida pelo chorão branco.
Chrysanthemum parthenium: Enquanto outras ações eram estudada, notou-se que alguns dos indivíduos sentiam um alívio da enxaqueca. Desde então foi analisada clinicamente quanto aos efeitos na enxaqueca e mostrou ser efetiva, especialmente em condições crônicas e em casos em que outros medicamentos falharam. Acredita-se que ela funcione contra a enxaqueca pela redução da inflamação nas regiões onde a dor é gerada.
Folhas de alecrim: O alecrim desempenha dois papéis nesta fórmula: alivia os espasmos doloridos e auxilia na redução da dor associada à enxaqueca. O alecrim também melhora a função hepática, promove a produção de bile e auxilia a digestão. Scutellaria lateriflora: A scutellaria ganhou reconhecimento em muitas partes do mundo. Suas duas principais funções são o alívio da tensão nervosa e a sedação. Dores de cabeça devido à tensão ou à deficiência de sono melhoram frequentemente com a scutellaria.
Algas marinhas: O armazém de nutrientes das algas marinhas auxilia muitos processos metabólicos no organismo. Fornece eletrólitos que podem ajudar a prevenir o edema. O edema e a inflamação estão associados à enxaqueca. As algas marinhas contém também algina, um laxante leve que acalma o trato gastro-intestinal.
Outros nutrientes
DL-Fenilalanina: Este aminoácido tem a capacidade de reduzir a dor em algumas pessoas. Dose sugerida: Ingerir como recomendado com o estômago vazio e com suco de frutas. Não use este aminoácido se tiver pressão alta ou estiver ingerindo alguma droga antidepressiva.
St. John's wort: Esta substância natural aumenta a produção de serotonina no cérebro e pode ajudar no tratamento e na prevenção da enxaqueca. Cuidado pode provocar lesão hepática.
Gaultéria, hortelã e capsicum: Podem ajudar a dissipar as dores de cabeça através do efeito carminativo e estimulante. A gaultéria e o hortelã também podem ser usados na forma de óleo essencial para a aromaterapia e para a massagem .
Outras terapias de Apoio
Quiropraxia: Há algumas indicações que os tratamentos quiropráticos não necessariamente reduzem a enxaqueca, mas podem ajudar com a redução da dor durante um ataque.
Relaxamento e Biofeedback: Muitos estudos sugerem que o biofeedback eletrotérmico pode reduzir a frequência e a severidade da enxaqueca.
TENS (Transcutaneous electrical stimulation - Estímulo elétrico transcutâneo): Se ele for adequadamente administrado, reduz significativamente a enxaqueca e outras dores de cabeça que são o resultado da tensão muscular.
Acupuntura : Há algumas evidências sugerindo que a acupuntura pode reduzir a frequência das dores da enxaqueca. Após o tratamento de acupuntura tradicional, pacientes com enxaqueca podem aprender a usar a acupressão - do-in - para abortar a crise de enxaqueca. Muitos médicos recomendam a acupuntura no tratamento da enxaqueca. É uma alternativa que, diferentemente das drogas, não apresenta efeitos colaterais e pode ser valiosa.
Fatos Científicos de Realce
Ingerir muitos analgésicos é considerado uma causa ( frequentemente não reconhecida) das dores de cabeça crônicas. Em muitos casos, quando os barbitúricos, acetaminofeno e narcóticos foram suspensos, as dores diminuíram dramaticamente. Este fenômeno em particular é referido como o efeito "analgesic rebound" e pode contribuir no agravamento da enxaqueca. Eliminar a cafeína e o uso de aspartame ( Nutra-sweet) também foram reconhecidos como benéficos na enxaqueca. Afastar hipoglicemia reativa é fundamental.
Referências bibliográficas
1- Paula Vicenti, DM .Enxaqueca.Revista da MBRL , 1(3):21,1995
2- Roberts, HJ . The causes, ecology and prevention of traffic accidents. Springfield,Illinois,1971.
3- Felippe Jr J. Estados Hipoglicemicos . In: Pronto Socorro: fisiopatologia, diagnóstico e tratamento. Ed. Guanabara Koogan ,540-544,1990
Prof. Dr. José de Felippe Junior
A enxaqueca é a dor provocada pela dilatação de vasos sanguíneos do encéfalo. Se esses vasos sanguíneos primeiro se contraem, o paciente inicialmente experimenta mudança na visão, frequentemente referida como " aura" e a dor de cabeça é chamada de enxaqueca clássica. A dor começa quando os vasos dilatam, sendo tipicamente pulsátil, frequentemente só de um lado da cabeça. Pode estar associada com náuseas e vômitos, e à sensibilidade a luz e sons altos. A dor pode ser tão severa, que incapacita o paciente, forçando-o a deitar-se num quarto escuro e silencioso, até a dor desaparecer.
O resultado das dietas de eliminação tem se mostrado animador, pois muitos pacientes melhoram dos sintomas, levando-nos ao seguinte pensamento: "A enxaqueca é uma alergia alimentar?"
Por causa dos seus ingredientes específicos, certos alimentos podem provocar enxaqueca. Aqui estão seis ingredientes que são mais frequentemente incriminados:
1. Aminas vasoativas: São substâncias capazes de dilatar os vasos sanguíneos. Elas incluem a tiramina e feniletilamina. A tiramina pode ser encontrada em queijos envelhecidos, fígado de galinha, creme azedo e vinho tinto (especialmente Chianti). A feniletilamina pode ser encontrada em queijos e chocolates.
2. Nitritos: são substâncias adicionadas às carnes como preservativos, e que as tornam mais vermelhas, podendo provocar enxaquecas em pessoas susceptíveis. Os nitritos são encontrados em salsichas e carnes embutidas.
3. Lactose: pode causar enxaquecas em pessoas com deficiência da lactase.
4. Cafeina: quanto maior a ingestão de cafeina, mais altas são as chances de se ter enxaqueca. Os usuários de cafeina têm 30% mais chances de apresentarem crises de enxaqueca. Pode ser encontrada no café, refrigerantes cola ou não cola e chás.
5. Cobre: este elemento está envolvido no metabolismo das aminas vasoativas e seu metabolismo pode ser anormal nos enxaquecosos. Alimentos que possuem alto conteúdo de cobre ou afetam a absorção ou o transporte do cobre no corpo, podem provocar enxaqueca. Os alimentos ricos em cobre são: chocolates, fígado de boi, ostra, semente de gergilim, castanha de cajú, semente de girassol, castanha do Pará e pistache. Frutas cítricas também aumentam a absorção de cobre. Um aditivo alimentar que transporta o cobre é o glutamato monossódico.
Em linhas gerais, evite chocolate, queijo, frutas cítricas, moluscos marinhos e álcool. Estes alimentos contêm aminas vasoativas, como a tiramina, que pode causar vasodilatação cerebral. Eles também são alergenos alimentares comuns. Algumas pessoas que sofrem de enxaqueca são deficientes nas enzimas que metabolizam estas aminas. Outros alimentos que contêm estas aminas são abacates, bananas, repolhos, beringela, abacaxi, batata, peixe em lata, carne curada, extrato de levedura, iogurte, figos em lata, cebolas e pasta de amendoim.
Evite aspartame ( encontrado no Nutra-sweet , Finn , Zero Cal). Este químico em especial foi implicado em vários estudos como um indutor de enxaqueca.
Alimentar-se de diversas refeições leves pode ajudar a inibir as ocilações de açúcar sangüíneo e a hipoglicemia.. Aqui está um dos diagnósticos diferenciais que não podemos no esquecer: a hipoglicemia. É muito frequente o paciente ser rotulado como portador de enxaqueca e na verdade sofrer de hipoglicemia. Roberts em 1971, analisando 421 pacientes com diagnóstico de enxaqueca severa e outros tipos de cefaléia de origem vascular, refratários à terapia habitual constatou que 54% apresentavam na realidade hipoglicemia funcional , através de teste de tolerância a glicose com 5 horas de duração . Não adianta fazer testes de curta duração .
Nitratos e glutamato monossódico são considerados indutores de enxaqueca. Verifique os ingredientes dos alimentos e em restaurantes.
Suplementos nutricionais recomendados Ginkgo biloba e matricária: Estas ervas apresentam ações interessantes na oxigenação das células cerebrais e funcionam como agentes antioxidantes poderosos. Estudos mostram que a matricária acalma a musculatura lisa das veias do cérebro. Ginkgo também estimula a oxigenação e age como um varredor de radicais livres.
Cálcio e magnésio: O cálcio ajuda a acalmar o sistema nervoso central e pode ajudar a controlar a dor. Falta de magnésio foi detectada em pessoas que sofriam de enxaqueca, e a suplementação com magnésio apresentou efeitos positivos no sistema vascular cerebral.
Vitamina B6: Testes mostram que pessoas que sentiam dores de cabeça como efeito colateral de medicamentos podem ser ajudadas aumentando os níveis de vitamina B6.
Lecitina: A lecitina contém um composto chamado colina que é muito importante para a atividade adequada da célula nervosa. Testes descobriram que os níveis de colina no sangue eram baixos em pessoas com dores de cabeça (enxaqueca) do tipo cluster.
Ácidos graxos omega-3 e omega-6: Testes concluiram que mesmo a enxaqueca grave pode ser tratada com ácidos graxos omega-3. O próprio cérebro é composto de ácidos graxos insaturados. Dose sugerida: Ingerir como recomendado usando a combinação de ácidos omega-3 e omega-6. Use óleo de peixe ou de sementes de linhaça e óleos da prímula da noite ou de borragem. Mantenha refrigerado.
Niacina: Um vasodilatador natural que tem sido usado tradicionalmente para a enxaqueca, a niacina ajuda a aumentar o fluxo sangüíneo para o cérebro. Não é recomendado para a enxaqueca do tipo cluster. Dose sugerida: Ingerir como recomendado, apesar de poder ser ingerido a cada duas ou três horas durante os períodos de dor. Conte com vermelhidão e tonturas , se você não usar a forma "no flush". A ingestão após as refeições minimiza a vermelhidão.
Capsicum: Resultados de testes indicam que a capsaicina intranasal ( um composto chave no capsicum) pode ser uma nova opção terapêutica para o tratamento de enxaquecas. Dose sugerida: Esta é uma maneira relativamente nova para aplicar o capsicum e não deve ser aplicada sem a supervisão de um profissional da saúde. A capsaicina pode causar uma intensa sensação de queimação. Ela é extraída da pimenta vermelha.
Gengibre: Esta erva carminativa aliviou enxaquecas em testes clínicos. Dose sugerida: Ingerir duas cápsulas a cada duas horas durante a enxaqueca. Procure produtos com potência garantida.
Combinação de ervas: Esta combinação deve incluir córtex de chorão branco, blue vervain, folhas de Chrysanthemum pathenium , folhas de alecrim, Scutellaria lateriflora e algas marinhas ( Fucus vesiculosus ).
Chorão branco : Esta erva contém uma substância chamada salicina e alguns acreditam que seja convertida em ácido salicílico, o principal componente da aspirina, no organismo. Enquanto alivia a dor, a salicina não "afina" o sangue nem irrita o estômago.
Blue vervain: A blue vervain é reconhecida na Europa e em outros lugares pela sua habilidade de reduzir a inflamação e a dor. Também ajuda a reduzir os espasmos musculares. Promove a perspiração, aumentando a limpeza promovida pelo chorão branco.
Chrysanthemum parthenium: Enquanto outras ações eram estudada, notou-se que alguns dos indivíduos sentiam um alívio da enxaqueca. Desde então foi analisada clinicamente quanto aos efeitos na enxaqueca e mostrou ser efetiva, especialmente em condições crônicas e em casos em que outros medicamentos falharam. Acredita-se que ela funcione contra a enxaqueca pela redução da inflamação nas regiões onde a dor é gerada.
Folhas de alecrim: O alecrim desempenha dois papéis nesta fórmula: alivia os espasmos doloridos e auxilia na redução da dor associada à enxaqueca. O alecrim também melhora a função hepática, promove a produção de bile e auxilia a digestão. Scutellaria lateriflora: A scutellaria ganhou reconhecimento em muitas partes do mundo. Suas duas principais funções são o alívio da tensão nervosa e a sedação. Dores de cabeça devido à tensão ou à deficiência de sono melhoram frequentemente com a scutellaria.
Algas marinhas: O armazém de nutrientes das algas marinhas auxilia muitos processos metabólicos no organismo. Fornece eletrólitos que podem ajudar a prevenir o edema. O edema e a inflamação estão associados à enxaqueca. As algas marinhas contém também algina, um laxante leve que acalma o trato gastro-intestinal.
Outros nutrientes
DL-Fenilalanina: Este aminoácido tem a capacidade de reduzir a dor em algumas pessoas. Dose sugerida: Ingerir como recomendado com o estômago vazio e com suco de frutas. Não use este aminoácido se tiver pressão alta ou estiver ingerindo alguma droga antidepressiva.
St. John's wort: Esta substância natural aumenta a produção de serotonina no cérebro e pode ajudar no tratamento e na prevenção da enxaqueca. Cuidado pode provocar lesão hepática.
Gaultéria, hortelã e capsicum: Podem ajudar a dissipar as dores de cabeça através do efeito carminativo e estimulante. A gaultéria e o hortelã também podem ser usados na forma de óleo essencial para a aromaterapia e para a massagem .
Outras terapias de Apoio
Quiropraxia: Há algumas indicações que os tratamentos quiropráticos não necessariamente reduzem a enxaqueca, mas podem ajudar com a redução da dor durante um ataque.
Relaxamento e Biofeedback: Muitos estudos sugerem que o biofeedback eletrotérmico pode reduzir a frequência e a severidade da enxaqueca.
TENS (Transcutaneous electrical stimulation - Estímulo elétrico transcutâneo): Se ele for adequadamente administrado, reduz significativamente a enxaqueca e outras dores de cabeça que são o resultado da tensão muscular.
Acupuntura : Há algumas evidências sugerindo que a acupuntura pode reduzir a frequência das dores da enxaqueca. Após o tratamento de acupuntura tradicional, pacientes com enxaqueca podem aprender a usar a acupressão - do-in - para abortar a crise de enxaqueca. Muitos médicos recomendam a acupuntura no tratamento da enxaqueca. É uma alternativa que, diferentemente das drogas, não apresenta efeitos colaterais e pode ser valiosa.
Fatos Científicos de Realce
Ingerir muitos analgésicos é considerado uma causa ( frequentemente não reconhecida) das dores de cabeça crônicas. Em muitos casos, quando os barbitúricos, acetaminofeno e narcóticos foram suspensos, as dores diminuíram dramaticamente. Este fenômeno em particular é referido como o efeito "analgesic rebound" e pode contribuir no agravamento da enxaqueca. Eliminar a cafeína e o uso de aspartame ( Nutra-sweet) também foram reconhecidos como benéficos na enxaqueca. Afastar hipoglicemia reativa é fundamental.
Referências bibliográficas
1- Paula Vicenti, DM .Enxaqueca.Revista da MBRL , 1(3):21,1995
2- Roberts, HJ . The causes, ecology and prevention of traffic accidents. Springfield,Illinois,1971.
3- Felippe Jr J. Estados Hipoglicemicos . In: Pronto Socorro: fisiopatologia, diagnóstico e tratamento. Ed. Guanabara Koogan ,540-544,1990
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Nutrição pode contribuir para bom funcionamento da tireóide
Achei o texto muito interessante por isso estou compartilhando.
Tenho vários pacientes com hipotiroidismo subclínico que após a retirada de metais tóxicos, dieta e suplementação a tireóide fica com seu funcionamento ótimo.
"A tireóide é uma glândula que desempenha um importante papel no funcionamento do organismo. Da rapidez com que seu coração bate à como eficazmente você queima calorias, esta glândula regula todos os aspectos de seu metabolismo, pela liberação dos hormônios - T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).
E quando a tireóide desacelera - problema conhecido como hipotireoidismo - todo o corpo fica preguiçoso. Com a diminuição no metabolismo geral, há uma verdadeira pane e, ainda, a tendência a engordar aumenta.
Alguns Sintomas do Hipotireoidismo:
Fadiga está entre as queixas mais comuns dos pacientes com baixa função da tireóide. Além disso, ganho de peso, alterações de humor, pele seca, unhas e cabelos quebradiços, problemas de memória, constipação, infertilidade e doenças cardíacas.
Como é feito o Diagnóstico?
Normalmente os médicos avaliam a função da tireóide utilizando exames de sangue que medem o nível do hormônio estimulante da tireóide (TSH) e do hormônio T4. Em geral, os pacientes com altos níveis de TSH e baixos de T4 são considerados como tendo hipotireoidismo. O tratamento é feito por meio de reposição hormonal.
Algumas pessoas cujos níveis hormonais não cairam dentro dos limites clínicos, também se queixam dos sintomas. O hipotireoidismo subclínico pode representar uma falência inicial da glândula tireóide. Marcado por níveis normais de T3 e T4, mas, maior do que o normal de TSH, ele afeta cerca de 10% dos norte-americanos, de acordo com a American Thyroid Association.
Fique de olho no prato!
Nos casos subclínicos, a alimentação pode ser extremamente benéfica para melhora dos sintomas. E quando a doença é confirmada, a dieta correta também ajuda o organismo a assimilar o medicamento! À falta de minerais como selênio, zinco e iodo pode atrapalhar o bom funcionamento da tireóide, que precisa deles para trabalhar direito.
• Oleaginosas (castanhas, nozes): ricas em selênio, mineral importante, pois atua na homeostase da glândula tireóide. Estudos apontam que a deficiência de selênio resulta em baixos níveis plasmáticos de T3;
• Frutos do mar, semente de abóbora, gergelim e leguminosas como feijões e lentilha: contém boas quantidades de zinco, importante para o metabolismo dos hormônios tireoidianos;
• Algas marinhas (spirulina, chorella, agar agar, nori, etc.) são fontes de iodo, q9ue é indispensável para que a glândula tireóide possa sintetizar e liberar na circulação os seus dois hormônios, triiodotironina (T3) e tiroxina (T4);
• As vitaminas A, C e E são excelentes antioxidantes que auxiliam na proteção contra as doenças cardíacas, que podem ter o risco aumentado nos casos de hipotireoidismo. Podem ser encontradas na cenoura, acerola e óleos vegetais respectivamente, ou, ainda, em cápsulas;
• Peixes, óleos de peixe e linhaça são ricos em ômega-3, tipo de gordura insaturada que protege o cérebro e o coração;
• Vitaminas do complexo B (B1, B6, B12 e ácido fólico) ajudam a prevenir problemas cognitivos e de humor que, muitas vezes, acompanham a disfunção da tireóide.
Outra questão relevante é o excesso de metais tóxicos como chumbo, mercúrio e cádmio, que atrapalham o metabolismo da glândula. Nos quadros subclínicos, há a melhora dos sintomas só com a eliminação dos metais tóxicos e a suplementação dos minerais que estão em falta!
Dica da nutricionista: como cada indivíduo pode ter uma carência específica e, de diferentes minerais, o ideal é fazer exames que identifiquem qual é a deficiência, para uma reposição adequada.
O glúten também deve ser evitado. Estudos têm feito associação entre ele e o desenvolvimento de doenças auto-imunes como a tireoidite de Hashimoto!
Mexa-se!
Só porque sua tireóide é lenta não significa que você tem que ser. Atividade física regular pode melhorar o humor, a função cardíaca, e, ainda, acelerar o metabolismo. Mas comece devagar, já que o desequilíbrio da tireóide pode afetar o funcionamento normal do coração. Por isso, é importante ter o acompanhamento de um profissional, para escolher o tipo de exercício mais adequado.
No Stress...
O estresse crônico pode piorar a função da tireóide. É comum pacientes que já experimentaram traumas emocionais como divórcio ou perda de emprego, apresentarem baixa função na tireóide. Para ajudar a acalmar-se e aliviar a ansiedade, técnicas de relaxamento como a meditação podem ajudar".
Fonte: Flavia Figueiredo – nutricionista da rede Mundo Verde.
Tenho vários pacientes com hipotiroidismo subclínico que após a retirada de metais tóxicos, dieta e suplementação a tireóide fica com seu funcionamento ótimo.
"A tireóide é uma glândula que desempenha um importante papel no funcionamento do organismo. Da rapidez com que seu coração bate à como eficazmente você queima calorias, esta glândula regula todos os aspectos de seu metabolismo, pela liberação dos hormônios - T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).
E quando a tireóide desacelera - problema conhecido como hipotireoidismo - todo o corpo fica preguiçoso. Com a diminuição no metabolismo geral, há uma verdadeira pane e, ainda, a tendência a engordar aumenta.
Alguns Sintomas do Hipotireoidismo:
Fadiga está entre as queixas mais comuns dos pacientes com baixa função da tireóide. Além disso, ganho de peso, alterações de humor, pele seca, unhas e cabelos quebradiços, problemas de memória, constipação, infertilidade e doenças cardíacas.
Como é feito o Diagnóstico?
Normalmente os médicos avaliam a função da tireóide utilizando exames de sangue que medem o nível do hormônio estimulante da tireóide (TSH) e do hormônio T4. Em geral, os pacientes com altos níveis de TSH e baixos de T4 são considerados como tendo hipotireoidismo. O tratamento é feito por meio de reposição hormonal.
Algumas pessoas cujos níveis hormonais não cairam dentro dos limites clínicos, também se queixam dos sintomas. O hipotireoidismo subclínico pode representar uma falência inicial da glândula tireóide. Marcado por níveis normais de T3 e T4, mas, maior do que o normal de TSH, ele afeta cerca de 10% dos norte-americanos, de acordo com a American Thyroid Association.
Fique de olho no prato!
Nos casos subclínicos, a alimentação pode ser extremamente benéfica para melhora dos sintomas. E quando a doença é confirmada, a dieta correta também ajuda o organismo a assimilar o medicamento! À falta de minerais como selênio, zinco e iodo pode atrapalhar o bom funcionamento da tireóide, que precisa deles para trabalhar direito.
• Oleaginosas (castanhas, nozes): ricas em selênio, mineral importante, pois atua na homeostase da glândula tireóide. Estudos apontam que a deficiência de selênio resulta em baixos níveis plasmáticos de T3;
• Frutos do mar, semente de abóbora, gergelim e leguminosas como feijões e lentilha: contém boas quantidades de zinco, importante para o metabolismo dos hormônios tireoidianos;
• Algas marinhas (spirulina, chorella, agar agar, nori, etc.) são fontes de iodo, q9ue é indispensável para que a glândula tireóide possa sintetizar e liberar na circulação os seus dois hormônios, triiodotironina (T3) e tiroxina (T4);
• As vitaminas A, C e E são excelentes antioxidantes que auxiliam na proteção contra as doenças cardíacas, que podem ter o risco aumentado nos casos de hipotireoidismo. Podem ser encontradas na cenoura, acerola e óleos vegetais respectivamente, ou, ainda, em cápsulas;
• Peixes, óleos de peixe e linhaça são ricos em ômega-3, tipo de gordura insaturada que protege o cérebro e o coração;
• Vitaminas do complexo B (B1, B6, B12 e ácido fólico) ajudam a prevenir problemas cognitivos e de humor que, muitas vezes, acompanham a disfunção da tireóide.
Outra questão relevante é o excesso de metais tóxicos como chumbo, mercúrio e cádmio, que atrapalham o metabolismo da glândula. Nos quadros subclínicos, há a melhora dos sintomas só com a eliminação dos metais tóxicos e a suplementação dos minerais que estão em falta!
Dica da nutricionista: como cada indivíduo pode ter uma carência específica e, de diferentes minerais, o ideal é fazer exames que identifiquem qual é a deficiência, para uma reposição adequada.
O glúten também deve ser evitado. Estudos têm feito associação entre ele e o desenvolvimento de doenças auto-imunes como a tireoidite de Hashimoto!
Mexa-se!
Só porque sua tireóide é lenta não significa que você tem que ser. Atividade física regular pode melhorar o humor, a função cardíaca, e, ainda, acelerar o metabolismo. Mas comece devagar, já que o desequilíbrio da tireóide pode afetar o funcionamento normal do coração. Por isso, é importante ter o acompanhamento de um profissional, para escolher o tipo de exercício mais adequado.
No Stress...
O estresse crônico pode piorar a função da tireóide. É comum pacientes que já experimentaram traumas emocionais como divórcio ou perda de emprego, apresentarem baixa função na tireóide. Para ajudar a acalmar-se e aliviar a ansiedade, técnicas de relaxamento como a meditação podem ajudar".
Fonte: Flavia Figueiredo – nutricionista da rede Mundo Verde.
sábado, 27 de agosto de 2011
Diminua o contato com as toxinas ambientais no seu dia!
Evite o uso de embalagens de plástico na cozinha quando possível, pois esta embalagem exige muita energia para a sua produção e há risco de migração de substâncias tóxicas para os alimentos. Prefira as embalagens de vidro, pois além de serem mais ecológicas, diminuem o contato do organismo com toxinas ambientais.
Dica retirada do site: vponline.com.br
Dica retirada do site: vponline.com.br
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Benefícios do Magnésio
O magnésio está envolvido em muitas reações enzimáticas, pois sua principal função está associada à ativação de inúmeras enzimas. De acordo com o Institute of Medicine (IOM), a ingestão dietética recomendada (RDA) de magnésio é de 400 mg para homens com idade maior ou igual a 19 anos e 310 mg para mulheres, também com idade superior a 19 anos. A deficiência de magnésio é relativamente comum no Brasil em função da população consumir uma dieta rica em alimentos industrializados e pobre em alimentos in natura que são importantes fontes desse mineral.
As principais fontes de magnésio são: aveia, arroz integral, tofu, milho, lentilhas, oleaginosas com destaque para pistache, avelãs e amêndoas, vegetais folhosos verdes escuros e semente de abóbora.
Magnésio x Depressão, Insônia e Hiperatividade
O magnésio é um mineral fundamental para a formação de serotonina, neurotransmissor relacionado à sensação de prazer, bem estar e regularização do sono. Na deficiência de magnésio é muito comum ocorrer alterações de humor levando a quadros de ansiedade, irritabilidade, nervosismo, hiperatividade e insônia. Além disso, a queda da produção de serotonina pode contribuir para um quadro de depressão.
Magnésio x Osteoporose
O magnésio é necessário à formação óssea, a deficiência deste nutriente é encontrada com freqüência em indivíduos com osteoporose. A deficiência de magnésio está relacionada à formação óssea inadequada, colaborando com a perda da massa óssea.
Magnésio x Doenças Cardiovasculares
O magnésio desempenha papel fundamental na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, pois atua inibindo a agregação plaquetária e promovendo relaxamento dos vasos sanguíneos, o que facilita o controle da pressão arterial.
Magnésio x Hipertensão Arterial
O magnésio participa da formação do óxido nítrico que apresenta ação vasodilatadora, promovendo diminuição da pressão arterial. A deficiência deste mineral reduz a ativação do óxido nítrico, o que conseqüentemente pode provocar aumento na pressão arterial.
O zumbido ininterrupto no ouvido também é um sintoma muito comum em hipertensos, pois o aumento da pressão arterial faz com que o fluxo sanguíneo se modifique provocando zumbido.
Magnésio x Diabetes Mellitus
A deficiência de magnésio está relacionada ao aumento da resistência periférica à ação da insulina, o que compromete o metabolismo da glicose.
Magnésio x Envelhecimento
A deficiência de magnésio leva a uma diminuição da multiplicação de células, o que está relacionado ao envelhecimento precoce.
Magnésio x Contração Muscular
O magnésio está relacionado não só a contração muscular no exercício físico, mas também a contração que envolve vários órgãos como o coração. Se a contração não ocorrer de forma adequada o funcionamento do órgão também será afetado negativamente.
A deficiência de magnésio também afeta a parte neuromuscular, um sintoma clássico de deficiência de magnésio é o tremor nos olhos. O formigamento exacerbado é resultado de déficit de magnésio e de vitaminas do complexo B.
Magnésio x Tensão Pré-Menstrual
Estudos apontam que a suplementação de magnésio, que normalmente é deficiente em mulheres com TPM, melhora sensivelmente o humor e os sintomas desagradáveis deste período.
Fonte: Thais Souza
Nutricionista da Rede Mundo Verde
As principais fontes de magnésio são: aveia, arroz integral, tofu, milho, lentilhas, oleaginosas com destaque para pistache, avelãs e amêndoas, vegetais folhosos verdes escuros e semente de abóbora.
Magnésio x Depressão, Insônia e Hiperatividade
O magnésio é um mineral fundamental para a formação de serotonina, neurotransmissor relacionado à sensação de prazer, bem estar e regularização do sono. Na deficiência de magnésio é muito comum ocorrer alterações de humor levando a quadros de ansiedade, irritabilidade, nervosismo, hiperatividade e insônia. Além disso, a queda da produção de serotonina pode contribuir para um quadro de depressão.
Magnésio x Osteoporose
O magnésio é necessário à formação óssea, a deficiência deste nutriente é encontrada com freqüência em indivíduos com osteoporose. A deficiência de magnésio está relacionada à formação óssea inadequada, colaborando com a perda da massa óssea.
Magnésio x Doenças Cardiovasculares
O magnésio desempenha papel fundamental na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, pois atua inibindo a agregação plaquetária e promovendo relaxamento dos vasos sanguíneos, o que facilita o controle da pressão arterial.
Magnésio x Hipertensão Arterial
O magnésio participa da formação do óxido nítrico que apresenta ação vasodilatadora, promovendo diminuição da pressão arterial. A deficiência deste mineral reduz a ativação do óxido nítrico, o que conseqüentemente pode provocar aumento na pressão arterial.
O zumbido ininterrupto no ouvido também é um sintoma muito comum em hipertensos, pois o aumento da pressão arterial faz com que o fluxo sanguíneo se modifique provocando zumbido.
Magnésio x Diabetes Mellitus
A deficiência de magnésio está relacionada ao aumento da resistência periférica à ação da insulina, o que compromete o metabolismo da glicose.
Magnésio x Envelhecimento
A deficiência de magnésio leva a uma diminuição da multiplicação de células, o que está relacionado ao envelhecimento precoce.
Magnésio x Contração Muscular
O magnésio está relacionado não só a contração muscular no exercício físico, mas também a contração que envolve vários órgãos como o coração. Se a contração não ocorrer de forma adequada o funcionamento do órgão também será afetado negativamente.
A deficiência de magnésio também afeta a parte neuromuscular, um sintoma clássico de deficiência de magnésio é o tremor nos olhos. O formigamento exacerbado é resultado de déficit de magnésio e de vitaminas do complexo B.
Magnésio x Tensão Pré-Menstrual
Estudos apontam que a suplementação de magnésio, que normalmente é deficiente em mulheres com TPM, melhora sensivelmente o humor e os sintomas desagradáveis deste período.
Fonte: Thais Souza
Nutricionista da Rede Mundo Verde
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