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*Graduada em Nutrição, Araçatuba 2007. Especialista em Nutrição Funcional (VP São Paulo, 2010), Nutrição Ortomolecular (FAPES, São Paulo 2012) e Fitoterapia Funcional (VP Campinas, 2014). Participação ativa em Congressos e Cursos da área Funcional. *Atendimento em consultório desde 2008. Clínica Portinari - 18 3305-5838

domingo, 6 de outubro de 2013

Propriedades e aplicações do colágeno hidrolisado

O colágeno hidrolisado é obtido a partir da hidrólise enzimática da gelatina ou da fibra de colágeno. A ingestão de peptídeos de colágeno hidrolisado melhora a função da epiderme e da derme, aumentando o diâmetro e a densidade das fibras de colágeno na derme, pela melhoria da força mecânica da pele. A força mecânica exercida sobre o fibroblasto desenvolve efeitos estimulatórios sobre a síntese de colágeno celular.

Diversos estudos demonstram que a ingestão de colágeno hidrolisado pode auxiliar na deficiência de cálcio e aumentar a densidade óssea, contribuindo para a prevenção da osteoporose. Além disso, as pesquisas também verificam que o colágeno hidrolisado reduz a dor em pacientes que sofrem de osteoartrite e tem potencial para redução de radicais livres e atividade anti-hipertensiva.

O colágeno é a mais abundante proteína animal, constituída principalmente pelos aminoácidos glicina, prolina e lisina, sendo o principal elemento fibroso da pele, ossos, tendões e dentes. Está presente em quantidades variáveis em quase todos os órgãos e contribui para exercer ação de suporte na estrutura geral dos tecidos. Entretanto, a ingestão oral mais eficiente ocorre na forma hidrolisada. A biodisponibilidade da proteína no colágeno hidrolisado é maior, quando comparado ao não hidrolisado, devido ao reduzido tamanho das cadeias peptídicas, o que facilita a absorção.

Proksch e colaboradores realizaram um estudo com o objetivo de avaliar a eficácia do colágeno hidrolisado em parâmetros relacionados com o envelhecimento cutâneo. O estudo foi do tipo duplo-cego, controlado por placebo, que avaliou 69 mulheres com idade entre 35-55 anos. Os pesquisadores observaram que a suplementação de 2,5 g ou 5,0 g de colágeno hidrolisado uma vez ao dia durante oito semanas melhorou significativamente a elasticidade da pele das mulheres participantes. Entretanto, os pesquisadores ressaltam que a formação de colágeno na pele e os benefícios associados com a ingestão do colágeno hidrolisado é dependente da ingestão de outros nutrientes, como a vitamina C e silício.

Estudo realizado por Bruyère e colaboradores demonstrou, em 200 pacientes acima de 50 anos de idade com dor articular, que a suplementação com 1200 mg/dia de colágeno hidrolisado durante seis meses melhorou os resultados clínicos e reduziu as queixas de dores nas articulações.

Outro estudo, realizado com 147 atletas que relatavam dores articulares, demonstrou que a suplementação com 10 g de colágeno hidrolisado durante vinte e quatro semanas melhorou significativamente os sintomas. De acordo com os autores, os resultados desse estudo têm implicações para o uso do colágeno hidrolisado para melhorar a saúde das articulações e, possivelmente, reduzir o risco de deterioração das articulações em atletas.

Apesar dos inúmeros benefícios associados com o uso de colágeno hidrolisado, ainda existe a necessidade de mais estudos clínicos que fundamentem as alegações e aplicações clínicas.

texto retirado do site: nutritotal.com.br

domingo, 11 de agosto de 2013

Yacon - Super saboroso e saudável adoçante

 
O xarope de Yacon é uma excelente forma de sustituir o açúcar comum... ainda não encontramos facilmente, mas acredito que em pouco tempo estará disponível em muitas casas de produtos naturais.
 
 
"Espremido ao natural da raíz, o xarope deste tubérculo é um verdadeiro presente da natureza utilizado desde há séculos pelos povos dos Andes peruanos.
O Yacon tem uma fibra especial chamada frutooligossacarídeos (FOS) que é considerada prebiótico uma vez que promove selectivamente o crescimento de probióticos como Acidophillus e Bifidus. Essa característica faz com que os FOS promovam uma série de benefícios à saúde humana, tais como a redução do colesterol, redução da obstipação e fortalecimento do sistema imunológico entre outros.
O Yacon contem quantidades significativas de potássio e antioxidantes que auxiliam na redução dos danos por radicais livres, em especial no cólon. Ajuda igualmente a gerir os níveis de colesterol e triglicéridos no corpo, assim como o metabolismo das gorduras em geral. A frutose do Yacon é adequada para diabéticos".
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Dieta X qualidade do sono



Estudos epidemiológicos têm demonstrado ligações entre a duração do sono e dieta. A privação do sono pode modificar as escolhas alimentares, e essas últimas influenciam a qualidade e duração do sono. A duração reduzida do sono, por sua vez, tem sido associada com transtornos metabólicos e aumento da prevalência de obesidade.

O sono é considerado adequado quando não há sonolência diurna ou disfunção durante o sono. A quantidade de sono que um indivíduo precisa varia individualmente e depende de vários fatores, especialmente a idade. A maioria dos adultos necessita de cerca de 7 a 8 horas de sono por dia.

Estudo publicado na revista Appetite demonstrou que os indivíduos que apresentam uma dieta nutricionalmente equilibrada e variada estavam mais propensos a fazer parte do grupo que dormia oito horas. Por outro lado, os indivíduos que apresentavam dieta desequilibrada apresentaram maior chance de estar no grupo de pessoas que dormiam pouco. Outro estudo demonstrou que o alto consumo de alimentos ricos em gorduras está associado com o aumento da sonolência diurna.

Tanaka e colaboradores (2013) verificaram que a baixa ingestão de proteína (<16 16="" 50="" a="" al="" alta="" associada="" baixa="" br="" carboidratos="" com="" comparado="" de="" dificuldade="" disso="" do="" e="" em="" energ="" enquanto="" foi="" ingest="" iniciar="" m="" maior="" manter="" na="" o="" pior="" prote="" qualidade="" que="" sono.="" sono="" tico="" total="" valor="" vet="">
Existem também estudos indicando que algumas frutas, como cerejas, promovem melhor qualidade do sono. Um estudo piloto duplo cego demonstrou que o suco natural de cereja, consumido duas vezes ao dia, reduziu a insônia em 15 idosos, e o tempo necessário para adormecer foi reduzido em 17 minutos. Entretanto, ainda são necessários mais estudos para confirmar esses resultados e os mecanismos ainda precisam ser esclarecidos.

Deficiências de vitaminas do complexo B e minerais podem perturbar o sono, por reduzir a secreção da melatonina, um hormônio secretado especialmente à noite, que influencia a regulação do sono.

De maneira geral, o sono adequado é positivamente associado com comportamentos relacionados à saúde, como a adoção de uma dieta saudável. Evidências sugerem que os indivíduos que dormem menos são mais propensos a consumir alimentos ricos em energia, obter maior proporção de calorias provenientes de gorduras ou carboidratos refinados, consumir menor proporção de legumes e frutas, ter padrões de refeição mais irregulares, além de consumir alimentos do tipo fast-food mais frequentemente do que aqueles que dormem mais.


Texto escrito por Rita de Cássia Borges de Castro, retirado do site: nutritotal.com.br

domingo, 19 de maio de 2013

Alimentação da nutriz

Durante o período de amamentação a mãe deve manter uma dieta balanceada, equilibrada e individualizada para evitar reações como gases, cólicas, irritabilidade e reações alérgicas em seu bebê.

A mãe deve procurar orientação de um profissional nutricionista para fazer as adequações em sua dieta, estas orientações devem ser o mais individual possível, porém vou destacar algumas orientações gerais que podem ajudar as mamães neste período:

- A mãe deve ingerir de 3 a 4 litros de água ao dia, esta é uma orientação que deve ser levada a risca para as mães que estão amamentando!!

- Manter uma alimentação rica em nutrientes com muitos legumes, verduras e frutas;

- Evitar o máximo possível o consumo de alimentos industrializados como enlatados, embutidos, fast food, excesso de açúcar, refrigerantes e alimentos que a mãe sente que aumenta a produção de gases;

- Consumir cereais integrais;

- Realizar 6 refeições ao dia;

- Não consumir bebidas alcoólicas e cigarro;

- Evitar o consumo de alimentos estimulantes como café e alguns chás;

- Observar as reações do bebê quando a mãe consumir alimentos que que tendem a fermentar e casusar cólica como: brócolis, couve flor, repolho, nabo, couve-de-bruxelas;

- O leite e derivados (queijo, iogurte, manteiga, etc) podem causar reações alérgicas em alguns bebês. Os sintomas podem aparecer em minutos ou até horas após a mamada. Podem aparecer como diarreia, reações na pele, gases, coriza ou congestão nasal e tosse;

- O chocolate pode causar irritabilidade e aumentar o peristaltismo  intestinal do bebê;

- As leguminosas (feijões, grãos, favas e lentilhas) são ricas em nutrientes, mas podem causar a formação de gases em certos bebês. Caso isso ocorra, a nutriz pode, inicialmente, variar a qualidade, reduzir a quantidade e fracionar entre as refeições o consumo dos alimentos deste grupo;

- Alimentos que mais frequentemente causam alergia em bebês são: leite e seus derivados, trigo, frutas cítricas, milho, nozes, avelãs, amendoins, amêndoas e mariscos. No caso de reações evidentes, a nutriz deve cortar o consumo dos referidos alimentos e receber orientações específicas acerca da substituição deste alimento ou grupo de alimentos por outros.


Além destas orientações é fundamental que a nutriz descanse durante os períodos de sono do recém nascido. Isto prolonga o tempo da amamentação e colabora para a melhor produção de leite.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Relação entre depressão e dieta

Várias evidências sugerem que os fatores relacionados com o estilo de vida, como a qualidade da dieta contribuem para a prevenção e o tratamento da depressão. Um estudo observacional realizado com 1.046 mulheres demonstrou que um padrão dietético alimentar saudável foi associado com um risco reduzido de distúrbios depressivos clinicamente diagnosticados, enquanto que um padrão dietético rico em alimentos processados e gorduras saturadas foram associados ao aumento de sintomas da depressão.

Diversos estudos demonstram que a depressão compartilha mecanismos fisiopatológicos comuns com a síndrome metabólica, obesidade e doenças cardiovasculares. Os processos metabólicos e inflamatórios, como a redução da sensibilidade à insulina, aumento dos níveis sanguíneos de homocisteína, aumento da produção de citocinas pró-inflamatórias e disfunção endotelial podem ser os fatores responsáveis pela ligação entre a depressão e distúrbios cardiometabólicos.

Por essa razão, padrões dietéticos que reduzem a obesidade e o risco para doenças cardiovasculares podem estar relacionados com a prevenção e contribuir com o tratamento da depressão. Estudos de coorte têm sugerido um papel promissor entre a dieta mediterrânea e prevenção primária da depressão. O estudo de Sánchez-Villegas, em 2009, demonstrou que a maior aderência ao padrão da dieta mediterrânea foi associada com uma redução substancial do risco de depressão.

Outros estudos identificaram que o consumo excessivo de ácidos graxos trans e alimentos do tipo “fast-food” podem estar associados com o aumento do risco de depressão, enquanto que os ácidos graxos ômega-3 e a ingestão de azeite de oliva podem reduzir esse risco.



Texto editado e retirado do site: www.nutrital.com.br

quarta-feira, 17 de abril de 2013

ALIMENTOS PROTETORES CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

* Texto elaborado pelo depto. científico da VP Consultoria Nutricional
 
 
 
Um dos tumores mais incidentes no mundo masculino, o câncer de próstata, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), fez 60 mil vítimas em 2012, e um total de 12.778 mortes no ano de 2010. O câncer é caracterizado como enfermidade multicausal crônica constituída por um crescimento desorganizado de células que tendem a perder sua diferenciação e sua prevenção, seja ele de qualquer tipo, tem sido cada vez mais estudada no campo científico. Este crescimento anormal de células de forma progressiva pode ir além de seus limites habituais e invadir tecidos adjacentes, levando ao acometimento de outros órgãos, processo este chamado de metástase, responsável pela principal causa de morte destes pacientes.
Uma reportagem publicada recentemente online no site IG, nos remete a uma entrevista que mostra os dez alimentos comprovados cientificamente que tem influência na prevenção do câncer de próstata: tomate, brócolis, linhaça, goiaba, cenoura, repolho, soja, mamão, couve-flor e melancia. Deste modo, fica evidente a preocupação da população masculina no que refere a este assunto – mas será que apenas estes estão relacionados a uma quimioproteção, ou é um conjunto de fatores que aliados interferem na progressão e prevenção deste tipo de câncer?
No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não melanoma), sendo o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, e representa cerca de 10% do total de cânceres. Segundo o INCA a maior parte dos casos de câncer de próstata tem ocorrido em homens acima de 65 anos e é caracterizado por um crescimento lento e silencioso que ocorre com o passar dos anos.
Fatores genéticos e ambientais (físicos, biológicos e químicos) estão relacionados ao desenvolvimento de uma célula tumorosa, formada inicialmente a partir da mutação ou por alguma ativação anormal de genes que controlam o crescimento e mitose celulares, chamados por sua vez de oncogenes. A ação destes genes específicos acarreta em uma proliferação desordenada da célula, seguida por uma série de mutações de genes. Estas células que sofrem mutação nem sempre levam ao câncer, podendo ser destruídas pelo sistema imune do indivíduo.
Evidências têm mostrado que entre outros fatores, a alimentação tem um papel importante nos estágios de iniciação, promoção e propagação do câncer, sendo que uma dieta adequada poderia prevenir de três a quatro milhões de casos novos de cânceres a cada ano. Diante disso, componentes dietéticos podem sim ser efetivos agentes quimioprotetores, ao reduzir o desenvolvimento do câncer por meio de vários mecanismos em diferentes fases da carcinogênese.
Dos carotenoides que não exercem atividade pró-vitamina A, o licopeno tem um importante efeito protetor, especialmente no câncer de próstata, sendo que a maior fonte deste composto é o tomate, que quando cozido apresenta maior disponibilidade. Alguns estudos mostram que o consumo de tomate revelou reduzir do risco de câncer de próstata em indivíduos acompanhados por vários anos com aplicação de questionário alimentar. Um estudo realizado nos Estados Unidos identificou a concentração de licopeno no plasma sanguíneo e revelou que indivíduos com mais de 65 anos apresentavam uma relação inversa entre níveis de licopeno e risco de câncer de próstata, o que evidencia um provável efeito protetor do mesmo neste tipo de câncer.
Além do licopeno, a vitamina E se mostra quimioprotetora do câncer de próstata conforme algumas pesquisas atuais. Um estudo com homens finlandeses revelou uma redução significativa dos casos de câncer de próstata nos indivíduos que receberam Vitamina E. Assim sendo, alimentos ricos em vitamina E como o gérmen de trigo (fonte mais importante), óleos de soja, arroz, algodão, milho e girassol, amêndoas, nozes e castanhas poderiam estar contribuindo para uma possível redução de risco destes tipos de câncer. Outra potente aliada contra o câncer de próstata segundo alguns estudos é a vitamina D, cujos estudos mostram que a deficiência pode levar a um aumento do risco de câncer de próstata.
Cultivados em solos ricos em selênio, os cereais integrais, castanha do Brasil, farelo de trigo, sementes de girassol e leguminosas, também podem conferir proteção contra certos tipos de cânceres, entre eles o de próstata, pois este mineral atua como antioxidante contra danos da integridade de membrana e da redução da hipermetilação do DNA. Outro possível aliado na proteção contra o câncer de próstata é o resveratrol, importante polifenol, encontrado principalmente nas cascas e sementes das uvas escuras, que pode agir em diferentes fases da carcinogênse (iniciação, promoção e propagação).
Devido a sua constituição rica em nutrientes (folato, fibras, carotenóides e clorofila) e fitoquímicos, as crucíferas (repolho, a couve de Bruxelas, a couve-flor e o brócolis) têm sido amplamente estudadas em relação à prevenção do câncer. Estudos epidemiológicos tem mostrado associação inversa no consumo destes vegetais incluindo com o risco de câncer de próstata. Alguns estudos mostram uma redução de 41% do risco deste tipo de câncer nos homens que consumiam três ou mais porções destes vegetais por semana, em comparação ao grupo que consumia apenas uma vez. Acredita-se que este efeito protetor pode ser mediado, entre outros fatores, por produtos da hidrólise de glicosinolatos presentes nas crucíferas (indóis e isotiocianatos) por meio da atividade da glutationa S-tranferase (GST), que atua na fase II da destoxificação, contribuindo para inativação da carcinogênese e compostos cancerígenos reativos, de forma a proteger o DNA de danos causados por agentes nocivos.
Pela sua composição rica em compostos fenólicos, vitamina C e minerais, o cranberry e seus produtos também têm sido relacionados a uma ação quimiopreventiva contra alguns tipos de câncer devido a sua ação antioxidante, ou seja, exercendo forte poder de proteção que deve ser considerado. Além disso, outros aliados importantes são o chá verde, a soja e a curcumina presente no açafrão. Os componentes bioativos do chá verde por exemplo, mostraram em alguns estudos reduzir a progressão do câncer de próstata nas fases iniciais, porém não nas posteriores; já a soja pode reduzir alguns marcadores inflamatórios. Por outro lado a curcumina, tem mostrado reduzir o adenocarcinoma da próstata in vivo.
Diante destas informações uma alimentação saudável por meio de alimentos diversificados, ricos em vitaminas, minerais e compostos bioativos torna-se essencial na busca de melhor qualidade de vida e longevidade de uma população. Neste contexto, a busca de um efeito quimiopreventivo destes nutrientes e compostos específicos deve ser parte integrante de um acompanhamento nutricional diferenciado, cujo objetivo é suprir deficiências, manter qualidade de vida e prevenir patologias específicas. Assim sendo, uma alimentação nutricionalmente equilibrada, ou seja, com ingestão adequada de alimentos saudáveis e fontes de compostos bioativos importantes, além da modulação da saúde intestinal a fim de permitir melhor absorção destes nutrientes, aliado a atividade física regular e uma redução no consumo de alimentos pró-oxidantes seria uma estratégia potencial na prevenção dos variados tipos de câncer, inclusive o câncer de próstata. Ou seja, equilibrio e qualidade de vida sempre.
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Peito de peru: aliado ou inimigo da dieta?

Peito de peru: aliado ou inimigo da dieta?


Cuidado! Muitas vezes nos equivocamos ao escolher os alimentos, tendo o falso conceito que são mais saudáveis. O peito de peru é um exemplo clássico, já que é muito utilizado em lanches naturais, sendo a opção considerada a mais saudável, por conter menor teor de gordura em relação aos outros embutidos e hambúrgueres. Entretanto, o peito de peru na forma embutida, apesar de ser uma opção mais magra, é rico em sal e em diversos aditivos químicos, de maneira semelhante ao presunto, linguiça e mortadela. Substitua por atum e sardinha, opções práticas e mais saudáveis, por serem ricas em gorduras benéficas (ômega-3).
 
 
 
 
retirado do site: www. vponline.com.br